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Tudo vale a pena quando a alma não é pequena...

Quarta-feira, 16.10.19

A imagem pode conter: Fernando Caetano, a sorrir, em pé, ar livre e texto

Que maravilha amigos, que linda aldeia perdida no concelho da Guarda... Valeu mesmo a pena esta visita!!!
Pelotão Cavaca por Albardeiros esta manhã.

 

A imagem pode conter: árvore, planta, céu, ar livre e natureza

Rumo a Albardeiros com passagem na árvore do Amor.

 

A imagem pode conter: céu, ar livre e natureza

Em Vale de Estrela.

 

A imagem pode conter: bicicleta e ar livre

Com alguma tristeza despedimo-nos deste café, foram muitos anos que aqui paramos para o (cafezinho) da nossa volta.
Hoje a proprietária informou que vai fechar, não dá, não tem movimento... realmente neste Interior tudo fecha, as muitas coisas que abrem são as "Falências".
Fernando Caetano ofereceu os cafezinhos.

 

A imagem pode conter: bicicleta, céu, ar livre e natureza

Ponto alto da volta, perto de Albardeiros... a coisa estava fosca!!!

 

A imagem pode conter: bicicleta, céu, montanha, ar livre e natureza

Albardeiros era ali...

 

A imagem pode conter: céu, bicicleta, árvore e ar livre

A dar entrada na aldeia Albardeiros... não se via ninguém.

 

A imagem pode conter: Fernando Caetano, ar livre e natureza

Já em Albardeiros... o acesso faz-se por boa estrada através da Aldeia do Bispo.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, planta, ar livre e natureza

Albardeiros tem apenas 2 habitantes... dizem, vimos apenas uma senhora de idade avançada a tratar da horta.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé e ar livre

No interior da aldeia não vimos nem mosca... mas as portas tinham quase todas a chave nas portas... coisa rara.

 
A imagem pode conter: montanha, céu, relva, ar livre e natureza
Da aldeia Albardeiros as paisagens são fantásticas... pena o dia estar meio nublado. Ainda se vê ao fundo a aldeia da Vela.
 
 
A imagem pode conter: céu e ar livre
... e pronto amigos, fica a promessa de voltar num dia mais Solarengo.
Pelotão Cavaca sempre a Colorir Estradas das Beiras.
 
 

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publicado por José Cavaca às 13:05