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Amanhã, por Martim Branco e Barbaído.

Sexta-feira, 29.09.17

Foto de José Cavaca.

A Aldeia de Martim Branco e o “Xisto Sentido”
A aldeia ficou ali, ao lado da ribeira, a ver as pessoas a partir. E assim ficou durante muitos anos, até que, há alguns anos, despertou dessa dormência. Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco. Basta provar o pão para perceber porquê.

A Aldeia de tão pequena que nos parece, imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta e Sábado vamos lá ver.

 

Foto de José Cavaca.

Perfil da volta.

 

Foto de José Cavaca.

Pormenores da volta.

 

Partida dos Arcos às 7:45

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publicado por José Cavaca às 11:02






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