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Nem pinga numa volta 5 Estrelas.

Sábado, 15.12.12

Cinco estrelas mas só 3 é que pedalaram...

Armando Oliveira, Luis Filipe, e eu José Cavaca concluímos a volta na totalidade. Apresentaram-se à civil o amigo João Laires, e o Manuel Prata.

O Percurso foi exatamente o planeado, ou seja mais 90km prá coleção.

 

À saída da Covilhã o Sol desejava-nos uma óptima manhã, o que veio a acontecer.

 

 Passagem no Souto Alto.

 

E à passagem pelos Três Povos...

 

O amigo João Laires quis oferecer os cafézinhos. 

 

De novo a pedalar, e para ânsia de alguns a manhã continuava óptima para o ciclismo.

 

Entrada no Carvalhal.

 

Carvalhal Formoso é uma pequena aldeia da freguesia das Inguias, concelho de Belmonte.

A aldeia possui uma capela, um chafariz, a igreja matriz, o polidesportivo, cinco cafés, duas mercearias, e umas boas estradas para se pedalar na região.

 

Passamos também por Vale Formoso.

 

E esta é a Aldeia do Souto.

É uma freguesia do concelho da Covilhã, com 10,21 km² de área e 240 habitantes.

 

E com Sol à chegada, terminamos esta notável voltinha !

 

Nos lugares cimeiros, não foram aproveitadas ausências de companheiros.

 

AMANHÃ, PARA QUEM NÃO TIVER TEMOR À CHUVA...

 

PARTIDA DOS ARCOS ÀS 8h 30m.

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publicado por José Cavaca às 12:44


1 comentário

De Fã Nº 01 a 15.12.2012 às 18:03

Amigo Cavaca,
Amigos deste Blog...

O tempo ganhou asas mais longas e já riscou do calendário a primeira quinzena de dezembro de 2012. Começou a euforia pelas festas do final do ano começamos a esperar agora pelo ano Novo e pelo o que vem rápido...o futuro. Otimistas, deixamos nossas dores e incertezas nas portas que se fecharam para sempre.

Estamos a ficar debruçados nas janelas que se abrem para um novo amanhã. Amanhã sedutor, excitante, atraente, escrevendo com a tinta da esperança todas as nossas promessas. Pincelando nossos novos horizontes com as cores de todos os nossos sonhos.

Espio o tempo com o meu olhar de criança para não ficar temendo o desconhecido. Acredito que sempre podemos recriar nossa infância armazenada nos vãos da nossa alma para festejarmos os segundos encantados de cada alvorada, de cada meio de tarde, de cada sol que se põe. A vida recomeça agora com a floração de muitos pés de esperanças.

Mesmo sabendo que o calendário que marca a ronda dos anos apenas nos diz que os dias continuam e que não tem como consertar todas as nossas ansiedades, nossas horas sofridas, temos que acreditar que chegamos num pedaço do tempo que promete e pode cumprir. Que escreve o que queremos ler. Que nos conta o que queremos ouvir. Que nos ofertará o amor que deixamos escapulir no ano que está a passar.

Claro que não podemos ser tão inocentes a ponto de acharmos que uma simples virada de ano vai arrumar tudo que anda desarrumado no nosso interior. Na nossa vida. Mas podemos, por um momento, voltar a pensar como crianças felizes e acreditar nos anseios coloridos, no fantástico, no que encanta. Somente assim vamos poder enfrentar as verdades do nosso destino quando elas de facto acontecerem. Quando forem inevitáveis. Por enquanto é tempo de buscar boas notícias. De acreditar em bons presságios. De garimpar a ventura, a felicidade, o amor.

Como sabemos que não conseguiremos viver pelas ruas da solidão, então é tempo de buscar as paixões avassaladoras que já achamos que estão perdidas. Afinal, estamos apenas começando a correria pelos nossos desejos que estavam adormecidos, pelos nossos sonhos que não ultrapassaram os parapeitos das nossas janelas.

Como temos a certeza que nunca nos despediremos de nossas saudades de alguém que se escondeu para sempre entre as estrelas é tempo, então, de aprender a valorizar os momentos felizes que vivemos juntos e pensar que existem coisas que fazem parte da lei da reversão eterna. Da lei da vida.

Como sabemos que nunca conseguiremos enganar o tempo, é prudente que tentemos entender a sua caminhada apressada e pegar carona nas suas horas felizes para que amanhã não lamentemos o que não ousamos buscar. O que nunca mais poderemos encontrar, descobrir, desbravar.

Agora não é o momento de olhar o passado, o que nos feriu, os dardos que nos alcançaram, os desamores que nos cegaram, o ciúme que nos desorientou, a mentira que nos fez chorar, as traições que apunhalaram nossas verdades. Agora é tempo de acreditar que o presente nos oferta o futuro, uma vida inacreditável. Sem delírios, mas com sonhos. No que está escrito nas estrelas. Em todos os céus.

Tenho lido muita coisa negativa sobre o governo, oferta de emprego... eempresas e fabricas que irão fechar.... nesse começo de ano. Existem muitos corações já naufragando nos oceanos dos infortúnios. Vejo muitos olhos que não sabem o que contemplar. Para os desanimados, os pessimistas de plantão, os amantes da má sorte, os que não acreditam na sorte, na felicidade, no amor,... que este ano passe voando e que tenham um feliz 2013. Quem sabe a vida não poderá dar uma nova chance para essa caravana de desiludidos. Eu, ao contrário, sou esperança que não acaba.

Fã Nº 01

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