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Covilhã, Piodão.

Sábado, 03.07.10

 

Ás 7h 30m, compareceram para esta durinha volta, Alberto, António Sanches, Paulo Jesus, Nuno Marques, Palmeirão, Bruno Fernandes, Fernando Caetano e José Cavaca.

Pedalamos por Paul, Ourondo, Aldeia S. Francisco Assis, Barroca Grande, Meãs, Covanca, Piodão, Vide, Teixeira, Unhais da Serra e Covilhã. Concluiram esta volta de 147km, Fernando Caetano, Alberto, Palmeirão, António Sanches e Cavaca. Por motivos pessoais, regressaram mais cedo o Paulo Jesus, Bruno Fenandes e o nosso amigo Nuno Marques que se encontra de luto pelo falecimento do Avô.

Digno de registo neste dia, o comportamento do amigo Fernando Caetano, confirmou-se o que tenho vindo a dizer,,, está em super forma, e com uma prudência exemplar, dosificou o esforço ao pormenor. De registo também, a estreia no grupo do António Sanches, que veio dos Escalos de Cima.

 

As dificuldades desta volta, não permitiram muitas fotos.

 

Ritmo regular até ao Ourondo.

 

Pedalou-se muitas vezes acima dos 1000 metros de altitude.

 

Para Palmeirão, é simplesmente natural.

 

António Sanches, o nosso estreante.

 

Descida para Piodão.

 

Paragem obrigatória...

 

...para a foto família.

 

Na descida para Vide...

 

 

Tempo ainda para uma foto característica da região.

 

Passagem em Unhais da Serra, faltavam agora 18km para a Covilhã.

 

 

AMANHÃ SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 9 HORAS.

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publicado por José Cavaca às 07:05


2 comentários

De Carlos Alberto a 03.07.2010 às 14:55

Boa volta comentou J.Medeiros...
Por falar em volta, começa hoje o Tour de France. Embora envolta em muitos problemas e polémicas, Le Tour, continua a ser a prova ciclística maior à escala mundial, como é do conhecimento do Cavaca e de todos vós.
Como espectáculo de rua, o "Tour" continua a ser uma festa para as terras por onde passa. Há uma merecida admiração por esses homens, como o Cavaca e muitos outros que, no tempo mais quente do ano, passaram ou passam horas a pedalar no duro. Uma luta que se passa à nossa escala, porque há que ter em atenção que a Volta a Portugal está a anos-luz de importância das suas grandes congéneres europeias - a espanhola, a italiana e a francesa. De qualquer forma, conseguir subir a Senhora da Graça ou a Torre continua a ser uma proeza.
Para nós, portugueses, a Volta à França teve um nome – jà aqui falado - que lhe ficará eternamente associado: Joaquim Agostinho, com dois 3.º lugares e seis outras presenças nos primeiros dez lugares. Muito embora, convém recordá-lo, uma grande figura do ciclismo português, Alves Barbosa, tivesse obtido, ainda antes de Agostinho, um honroso 10.º lugar. Mais tarde, José Azevedo – hoje, diretor-adjunto do Team Radio Sacks que conta, entre outros, com Lance Armstrong, Paulinho - obteve um 5.º e um 6.º lugar e um homem saído a emigração portuguesa para o Luxemburgo, Acácio Silva, teve também participações honrosíssimas, sendo, aliás, o único português a ter usado a "camisola amarela" de liderança do Tour.
Acontece que com Joaquim Agostinho, foi muito diferente. Como ontem me lembrava alguém, com quem dou umas pedaladas aqui pelos meus lados, a presença de Agostinho e os seus êxitos foram um sopro de orgulho para os portugueses que andavam emigrados por esta Europa.
No seu estilo rude mas simples, na expressão da sua força e teimosa determinação, o "valeureux portugais" Joaquim Agostinho era "a cara" desses homens que os tempos difíceis em Portugal tinham atirado para a nobre aventura da emigração. Eles reviam-se em Agostinho e os seus feitos ajudavam a compensar as dificuldades do seu quotidiano e a servir de moeda de troca face às discriminações preconceituosas que muitos sofriam. A jornada épica do l'Alpe-d'Huez, com 36 anos, em 1979, ano em que terminou no 3º lugar da classificação final, mas igualmente os momentos do Tourmalet, de l'Aubisque, du col d'Aspin, do Galibier, do gigante "de la provence" le Mont Ventoux, do Balon d'Alsace - ali a uns escassos km da cidade de Vesoul, terra de "adoption" de l'ami Abel - fazem parte do meu imaginário de cicloturista. E estou certo que isso será comum a muitos portugueses.
As apostas estão abertas para este "TOUR 2010"... quem vai ganhar?.. Manuel Cardoso, Sergio Paulinho, Armstrong, Contador, Basso... Andy Schleck ?
Eu molho-me: Andy Schleck !

Um forte abraço cicloturistico.
Carlos Alberto

De José Cavaca a 03.07.2010 às 18:09

Muito obrigado Medeiros e Carlos Alberto. Foi uma volta algo dura, mas de uma beleza rara. Melhor seria com a presença de todos.

Grande abração

José Cavaca

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