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Abismal, 200 km por Rosmaninhal!

Quarta-feira, 30.11.16

Não foi o que parecia, mas valeu porque merecia!
Henrique Manso, Armando Oliveira, Victor Barbas e José Cavaca fizeram a volta completa. Samuel Pereira, Hugo Morais e Francisco Romãoacompanharam parte do percurso.

 

Este era o nascer de um grande dia de ciclismo... pelo Rosmaninhal!

 

Partida, como sempre à hora marcada, neste caso 7:45.

 

A pedalar na variante ao Fundão.

 

Pelotão a subir a Gardunha.

 

Passagem pela aldeia da Orca.

 

Pelotão Cavaca a rolar já com a companhia de Samuel Pereira e Hugo Morais.

 

Retas que antecedem Idanha a Nova.

 

Sra da Graça.

 

E na Sra da Graça despediamo-nos destes dois amigos, Sanuel e Hugo.

 

Esta foi a primeira informação com o nome da nossa aldeia, Rosmaninhal.

 

Retas e mais retas sempre com vento de frente, ou seja mais de 90 km.

 

Pelotão Cavaca deixa N240 rumo ao Rosmaninhal. Deste ponto faltavam 13 km a subir e continuação de vento de frente.

 

Eis a nossa aldeia, Rosmaninhal... lindíssima.

 

No centro de Rosmaninhal, os cafezinhos foram oferta do nosso aniversariante Victor Barbas. Bem Haja amigo, que para o ano seja um bom almoço, e pode ser mesmo no Rosmaninhal.

 

Depois foi a visita à nossa aldeia. 

 

Mais de meia hora dedicamos a visita-la. Foi vila e sede de concelho entre 1510 e 1836 quando foi suprimido e anexado ao concelho de Salvaterra do Extremo.  

Em 1801 o município era constituído por uma freguesia e tinha 907 habitantes. Aqui predominam várias capelas (a de S. Roque, da Misericórdia, do Espírito Santo e de S. João, Santo António, S. Pedro e a capela das Santas), todas elas com um tipo de construção bastante interessante.

 

Também fomos ao ponto alto da aldeia, o Adro da Igreja.

 

Panorâmica da aldeia. Mas, a riqueza do Rosmaninhal não se prende unicamente com o seu grandioso passado histórico e cultural. Possui ainda uma das zonas ambientais mais ricas do País, que constitui o Tejo Internacional.

 

E eis a nossa despedida ao Rosmaninhal.

 

A pedalar agora na Zebreira.

 

Passagem em Medelim. Abastecimento líquido.

 

Aldeia de João Pires, aldeia pela qual sempre tive um gosto ímpar.

 

Aldeia do Bispo também estava linda para nos ver passar.

 

Passagem no Parque Industrial de Penamacor.

 

As nossas bem conhecidas retas de Penamacor para a Capinha.

 

Pelotão a chegar à Capinha

 

E pronto amigos, grande, mas grande dia de ciclismo por terras de Rosmaninhal.

Agora aguardemos a visita à mesma aldeia dos amigos que hoje não puderam estar presentes... 

 

Pelotão Cavaca ordenado após fim de semana velocipédico.
A registar a subida ao 13º lugar de Victor Barbas.
Henrique Delvas subiu de 26º para 25º lugar.
Samuel Pereira subiu de 35º para 34º lugar.
Hugo Morais subiu de 65º para 62º lugar.

 

 

Mais ciclismo....???

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publicado por José Cavaca às 18:19






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