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Manhã de ouro pela Malcata.

Quinta-feira, 30.01.14

Fizeram parte desta visita à Serra da Malcata, (Ricardo Louro Franco, estreia), Armando OliveiraJosé Carlos Santos, (Pedro Santos, estreia), Francisco RomãoHelder AndreHenrique Manso, Fernando Caetano, Paulo Alexandre RodriguesJosé Cavaca, e André Ascensão.

A volta foi cumprida tal como programado.

 

 

Começo por dar as boas vindas ao nosso amigo Pedro Santos para mais um óptimo 2014.

 

Outra estreia neste 2014,,, o nosso amigo Ricardo Louro Franco do Sabugal.

Bem vindo amigo, e obrigado por ter vindo do Sabugal para pedalar na nossa companhia.

 

Não é estreia, mas foi o herói da manhã. Se houvesse prémio da combatividade, não tinha dúvidas em o atribuir ao Helder.

Continua amigo, os frutos estão para muito breve.

 

E vamos lá à história desta manhã,,, partida às 8h da Covilhã.

 

Passagem pelo alto do Monte do Bispo.

 

Pelotão nas bonitas retas da Princesa da Beira, a Meimoa.

 

 

Próximo da entrada para a Malcata, e como se previa, esteve uma manhã de Sol e sem vento.

 

Entrada do Pelotão na Reserva Natural da Serra da Malcata.

 

A serra da Malcata ainda é considerada um dos últimos refúgios naturais do território português guardando no seu interior interessantes valores botânicos e faunísticos para além de constituir uma das zonas de eleição para a preservação do lince-ibérico, hoje em perigo de extinção. 

 

É importante referir que, desde sempre, a influência humana foi a principal responsável pelo quadro evolutivo da vegetação nesta área, por via dos aspetos culturais diretamente relacionados com atividades do setor primário, como a pastorícia e a agricultura, que, devido ao emprego do fogo, usado para a abertura de pastagens para os rebanhos e às extensas zonas destinadas ao cultivo do cereal, beneficiaram a vegetação do tipo arbustivo e herbáceo, prejudicando a floresta autóctone.

 

 Esta floresta climácica é dominada, a norte pelo carvalho-negral (Quercus pyrenaica), a Sul pela azinheira (Quercus rotundifolia) associada ao medronheiro (Arbutus unedo), nas margens dos principais cursos de água pelos freixos (Fraxinus spp.), pelo amieiro (Alnus glutinosa) e salgueiros (Salix spp.). De assinalar, a ocorrência de charcos temporários mediterrânicos, de lameiros mesohigrófilos de feno e de comunidades de Caldoneira (Echinospartum ibericum), um endemismo ibérico.

A Reserva alberga cerca de 218 espécies de vertebrados.

 

Depois da nossa visita velocipédica, toca a pedalar para a Covilhã.

 

 

Com um motor fresco, começou-se a subir para a Fatela.

 

Com a Covilhã à vista terminava a nossa voltinha... agora a recuperar para Sábado.

 

Tabela do Pelotão devidamente ordenada.

 

 

Mais ciclismo no Sábado.

Volta das Sarzedas.

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publicado por José Cavaca às 15:21