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De Covilhã por São Vicente da Beira.

Sexta-feira, 20.09.13

Mais uma belíssima volta, hoje com o "regresso dos mitos".
Fizeram parte desta magnífica volta, Henrique MansoJoao Pedro Batista,Toni Ferreira, João Joao Venancio um mito, João Sousa, Paulo Alexandre Rodrigues, José Cavaca, e Paulo Pacheco o outro mito que se juntou mais tarde ao grupo.
A volta foi mais que a programada em virtude de se ter chegado antes da hora prevista à Covilhã, perfazendo assim 101km.


Partida da Covilhã com uma belíssima temperatura e sem vento. Dia ideal para ciclismo!


Tão ideal que até os nossos mitos regressaram. Venâncio e Paulo, bem vindos!


Passagem na minha terra Natal, o Fundão.

O topónimo do local Fundão foi pela primeira vez referido em documento de 1307, e depois 1314 e 1320 referindo 32 casas. Nessa altura ficava aquém em população e influência, a várias aldeias que hoje fazem parte do seu concelho, como a do Souto da Casa.

A história do Fundão enquanto centro urbano preeminente é condicionada desde o inicio pelos Cristãos-Novos, assim como a dos concelhos vizinhos de Belmonte e da Covilhã. Após a expulsão dos judeus espanhóis (sefarditas) em 1492 pelos Reis Católicos Fernando e Isabela, grande número de refugiados veio a estabelecer-se na Cova da Beira, onde já havia minorias judaicas significativas.
Foram estes imigrantes, fundando bairros dos quais o mais importante situava-se em volta da Rua da Cale (Rua do Encontro ou da Sinagoga em Hebraico) que permitiram ao local Fundão assumir as dimensões de uma verdadeira cidade. O influxo de mercadores e artesãos judeus transformaria a cidade num centro importante para o comércio e a industria.


Pedalava-se a agora para Vale d' Urso.

 

Passagem do grupo na aldeia de Vale d' Urso.

 

*****

 

São Vicente da Beira.

Foi uma das freguesias mais importantes do município. Constituiu concelho próprio até aos finais do século XIX, integrando algumas das freguesias que actualmente pertencem a Castelo Branco. Encontra-se na Estrada Nacional Nº 352, a trinta e seis quilómetros da freguesia-sede, no extremo Norte do concelho e no seu limite com o de Fundăo. Para além deste, é delimitada pelas freguesias de Almaceda, Sobral do Campo e Louriçal do Campo.
Segundo a lenda, a povoaçăo foi fundada por D.Afonso Henriques, em 1173, tendo recebido o nome de S. Vicente em virtude de nesse dia os restos mortais daquele santo estarem a ser trasladados.
Recebeu foral, pela primeira vez, em 1195, por D.Sancho I. O Objectivo do monarca era povoar um território que, depois das invasőes muçulmanas, se encontrava praticamente deserto. O chamado sistema da grande municipalizaçăo, que privilegiou sobretudo a raia, numa tentativa de defesa das fronteiras nacionais. Por volta do século XIII, pertenceu a D.Pedro, conde de Barcelos, o filho de D.Dinis que aqui viveu alguns anos, num paço construído para o efeito. Nos séculos seguintes, o primeiro foral foi sendo sucessivamente renovado. Em 20 de Agosto de 1469 e em 22 de Novembro de 1512, este por D. Manuel I. 


Alto da Barragem do Pisco.

 

Passagem em Louriçal do Campo.

É uma freguesia portuguesa do concelho de Castelo Branco, com 22,31 km² de área e 636 habitantes o que corresponde a uma densidade populacional de 28,5 hab/km². A localidade dista 33 km de Castelo Branco.


Em Louriçal do Campo também abastecemos de água,,, cada um à sua maneira.


Seguiu-se a Vila de Alpedrinha.


Alpedrinha, como qualquer povoação portuguesa esteve bastante isolada dos mercados nacionais, nomeadamente Lisboa, até à segunda metade do séc. XIX devido à inexistência de vias de comunicação. O que verdadeiramente podemos chamar de estradas (estradas macadamizadas) só chegaram a esta vila por volta de 1860, cerca de 30 anos antes do caminho de ferro. Em 1849 tinha começado efectivamente a construção dessas estradas a nível nacional, mas apenas com a mudança política dos governos da “regeneração”, esse esforço tornou-se consistente produzindo resultados visíveis nas décadas seguintes por todo o país.


Cruzando o alto da Serra da Gardunha.


A segunda passagem pelo Fundão. Alguns já encomendam o almoço.


Chegada à Covilhã antes das nossas previsões.

Decidimos ir pelo Canhoso levar o Paulo Pacheco a casa.

 

Mas para terminar o dia, uns momentos dedicados a alongamentos.

 

Depois desta nossa bonita manhã velocipédica, eis o nosso Castelo de amigos.

 

 

Amanhã por motivos de trabalho não posso estar presente, mas há ciclismo.

SAÍDA DOS ARCOS ÁS 8h.

 

DOMINGO É ÀS 8h 30m TAMBÉM NOS ARCOS.

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publicado por José Cavaca às 13:21