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Pela Marofa, ao Cristo Rei!

Sábado, 20.04.13

A faltar poucos dias  para a mítica da Graça, nada melhor que uma mítica ao Cristo Rei.

Fizeram parte ou em todo desta volta, Armando Oliveira, Guilhermino Pais, Paulo Lourenço, Luis Filipe, Helder Matos, Marco Veiga, Paulo Rodrigues, Henrique Manso, Marco Alves, e eu José Cavaca. Juntaram-se ainda, João Laires, Sebastião Aparício, José Carlos, João Sandos e Fernando Caetano.

A volta foi exatamente a programada, totalizando 231,8km e um acumulado de 3150m...

De referir que da Covilhã ao Cristo Rei, foram 106km com vento moderado de frente.

 

Nascia o dia na Covilhã e com ele um grande dia de ciclismo.

 

Passagem na Sra do Carmo.

 

Como todos sabiam o que os esperava, o bom humor esteve sempre presente!

 

Cidade da Guarda.

 

Esta é a óptima estrada entre a Guarda de Pinhel.

 

Registo da nossa passagem em Pinhel.

O nome "Pinhel" deriva da grande quantidade de pinheiros existentes nessa zona. A proximidade de Pinhel a Espanha fez com que esta fosse um fulcro de um dos mais avançados centros fortificados até à assinatura do Tratado de Alcanizes.


Descida para o Rio Côa. Ri0 que cruzaríamos por duas vezes.


O Rio Côa nasce na Serra das Mesas, ao lado da Serra da Malcata, no concelho do Sabugal, e faz o seu curso no sentido Sul-Norte, desaguando no Rio Douro, cuja foz deu nome de baptismo ao povoado mais próximo - Vila Nova de Foz Côa.


Passagem sobre o Rio Côa.


Após passar a ponte, começava a encantadora subida até ao Cristo.


Algumas "motas" com mais cilindrada, foram-se.


Dois heróis do dia,,, Marco Alves e Henrique Manso.


E o alto da Marofa estava mesmo ali à frente.


Momento da nossa chegada ao Cristo Rei.


Mais antiga que a estátua da Margem Sul, esta representação do Cristo Redentor é a mais elevada do país, 1000 metros, em pleno concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Esculpida em granito branco, com seis metros de altura, a estátua foi ali colocada em Julho de 1956.

Pousada num penedo no alto da Serra, a imagem de braços abertos, como que abençoando o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, é da autoria de canteiros de Ermesinde, sob a coordenação de por Joaquim Barreiro, escultor natural de Alfena.


E para registar mais uma visita nossa, aqui fica a foto família.


Mas como havia mais km para pedalar que os pedalados, havia que dar ao pedal.

O Cristo, ao fundo, despedia-se assim de nós até uma próxima.


Em frente a vila de Almeida.

Vista do ar, a vila de Almeida, classificada como Aldeia histórica, parece uma estrela de 12 pontas, tantas quantos os baluartes e revelins que rodeiam um espaço com um perímetro de 2500 metros. Esta notável praça-forte foi edificada nos sécs. XVII-XVIII, em redor de um castelo medieval, num local importantíssimo como ponto de defesa estratégico da região - um planalto a cerca de 12 kms da linha fronteira com Espanha, definida pelo Tratado de Alcanices em 1297, data em que Almeida passou a ser portuguesa.


Pernas parecia que todos as tinham novas,,, pedalava-se agora para Cerdeira do Côa.


Passagem nas Termas do Cró.


Com 190km nas pernas passava-se na cidade do Sabugal.

 

Estava-se em Caria, quase no final da volta,,, mas antes a surpresa da tarde.


O abastecimento, oferta da Padaria Dias, que todos de bom agrado devoraram.

Obrigado Zé Carlos mais uma vez.


Segue-se a nossa lista, após esta longa etapa.

 

 

AMANHÃ HÁ MAIS CICLISMO.

SAIDA DOS ARCOS ÀS 9h.

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publicado por José Cavaca às 19:02