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De Covilhã pelas Sarzedas.

Sábado, 23.02.13

Mais uma excelente volta com distintos companheiros!

Afinal os 160km não meteram medo, e muito menos o frio... pois fizeram parte desta etapa o nosso regressado Pedro Barroca, Guilhermino Pais, Armando Oliveira, Silvério Correia que também se estreia este ano na nossa companhia, José Carlos, Toni Pinheiro, Luis Filipe, Paulo Patrício, Diogo Fernandes, José Cavaca, e Marco Alves, que por motivos pessoais só fez parte desta volta, e serve de exemplo àqueles que dizem não nos poderem acompanhar porque as voltas são muito grandes,,, pois como vêm, a solução é fácil.

 

Manhã algo fresca à partida, mas confesso que já saímos com muito mais frio.

 

À passagem pelo Fundão o calor humano era desmedido.

 

No Souto da Casa já se expelia suor!

 

E no cruzamento de Casal da Fraga um momento muito aguardado...

A junção de três amigos, 2 vindos de Castelo Branco, o Pedro Barroca e Silvério Correia.

De São Vicente da Beira o Paulo Patrício.

 

Mas como neste ponto ainda havia 130km para pedalar, toca a dar aos pedais.

 

 

A nossa passagem em Almaceda.

O nome da freguesia aponta para o domínio muçulmano. Mazanido (aparece na doação de Cardosa) – palavra composta do artigo árabe al de maceda (palavra sincopada ou abreviada de maçaneda – que significa pomar de macieiras. À forma antiga de mazanido juntou-se o artigo árabe al, como era hábito. Matianetum – mazaneda – maçanedo – Almaceda. Como Almaceda se compõe de dois núcleos populacionais, Senhora da Graça e Espírito Santo, nascidas junto de duas antigas ermidas, será lícito perguntar se não houve relação entre estes templos e a origem e significado de Almaceda. Também há quem afirme que Almaceda vem de almazeida, que significa águas crescidas.

 

Um pouco mais à frente, a junção de mais um valentão,,, o nosso amigo Diogo Fernandes.

 

Agora venham de lá esses Vales bonitos.

 

E não é nenhum favor, pois aqui entrava-se numa zona singularmente bela!

 

Desde Vale Bonito, Vale de Ferradas, Vale de Maria Dona(foto), Azenha de Cima, até Sarzedas, são simplesmente Locais de  exterma tranquilidade.

 

Umas rampitas aqui e ali com alguma percentagem significativa, mas tudo se leva a pedalar.

 

E por fim entrava-se nas Sarzedas.

Distingue-se pelos traços de cor que lhe marcam as fachadas das casas rebocadas a caminho da Fonte da Vila. Antiga Vila e sede de Concelho, o seu Pelourinho, o Largo, as Igrejas e Capelas, sobressaem de uma malha urbana com casas de belo traçado e volumes grandiosos, que atestam a presença marcante da História da Vila e dos seus habitantes. 

 

Alguns aproveitaram para o desejado Cafézinho.

 

Este foi o ponto de mais baixa altitude da volta, a ponte sobre o Rio Ocreza.

 

Rio Ocreza e eu, foto do nosso comediante Silvério Correia.

E para quem não sabe, aqui fica...

Rio Ocreza, também por vezes referido como Ribeira de Ocreza é um rio portugues que nasce na Serra da Gardunha a 1160 m de altitude.


Agora seguia-se castelo Branco.


E a capital de distrito à vista.


Já na N18 rumo a Alpedrinha a boa disposição mantinha-se.


Mas a surpresa do dia estava na Soalheira... o Zé Carlos deixara previamente um saquinho com filhoses para o abastecimento no regresso!


A chegar a Alpedrinha, mais um amigo,,, Marco Alves.


E com o sabor das deliciosas filhoses, começava a subida da Gardunha.


Com sabor a pouco, a volta estava no seu términos. 

Todos gratos por todos fazerem parte de mais um grande dia de convívio e ciclismo.

 

Agora a nossa tabela de amigos ordenada.

 

 

 

MAIS CICLISMO AMANHÃ ÀS 9h NOS ARCOS

(Por motivos familiares não vou estar presente)


Boa Volta!

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publicado por José Cavaca às 16:54