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Hoje, pela aldeia mais Portuguesa.

Quarta-feira, 20.02.13

Para esta volta à aldeia mais portuguesa apresentaram-se à partida, Fernando Caetano, Paulo Rodrigues, Armando Oliveira, Francisco Romão, Toni Ferreira, e eu José Cavaca. Mais tarde juntou-se o amigo José Carlos.

O percurso foi exatamente o planeado, totalizando 128 km de bom ciclismo.

 

Saída da Covilhã com alguma chuva, contrariando mais uma vez as previsões meteorológicas. 

 

Romão comentava com Toni os locais onde hoje pensava atacar,,, e atacou mesmo!!!

 

Cidade do Fundão, também com alguma chuva miudinha, dava-nos os bons dias.

 

Alto da Serra da Gardunha, hoje subida a muito bom ritmo.

 

Rolava-se agora para uma das aldeias mais históricas da região,,, Proença-a-Velha.

 

Com uma vida que ronda seguramente os mil anos, Proença-a-Velha é uma das mais antigas povoações de Portugal. Temos notícia da sua existência desde os alvores da nacionalidade, quando o rei Afonso Henriques desenvolvia a sua política de recuperação e povoamento indispensáveis à identidade geográfica do seu reino.  Num Crescimento inequívoco até ao séc. XVI, a vitalidade de Proença viria progressivamente a decair até que, em 1835, lhe foi retirado o estatuto de Concelho. Mas a sua gente continuaria, no labor quotidiano, a escrever páginas da mesma História.


Seguiu-se Medelim, a Aldeia dos Balcões.

Medelim guarda no seu interior segredos que são fruto de uma história antiga que remonta ao tempo dos romanos.
Repovoada por D. Sancho I, foi priorado da apresentação do marquesado de Cascais e sede de concelho, com Câmara e Justiça próprias, do que restam ténues vestígios.
 
 
E Monsanto, mesmo rodeado de nevoeiro começava a avistar-se. 
 
 
Tão dura como bela, é esta subida para Monsanto.
 
A meio da encosta tomei esta imagem onde se avista Relva, Cidral e Salvador ao fundo.
 
Cá do alto, no miradouro, a nosso registo para a história,,, a foto família.
 
Capturei ainda algumas bonitas imagens desta bonita aldeia.
Durante séculos, Monsanto foi sendo minuciosamente esculpida num vasto cabeço rochoso. O génio humano temperado com a devida tenacidade foi dando forma a altares, sepulturas e casas. O que resultou num todo arquitectónico harmonioso e coerente a que não se pode ficar indiferente.
 
 
Nas últimas décadas, Monsanto tornou-se popularmente conhecida como "a aldeia mais portuguesa de Portugal", exibindo o Galo de Prata, troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, cuja réplica permanece até hoje no cimo da Torre do Relógio ou de Lucano.


 

Esta é já a descida de Monsanto para Relva.

 

Aqui, em Salvador, a despedida a Monsanto, agora bem mais visível sem o nevoeiro.

 

Em Penamacor, juntou-se à festa o nosso amigo José Carlos.

 

Perto do final da volta, uma foto à ultima subida do dia... Souto Alto.

 

E com a Covilhã à vista, fica o desejo de que a próxima volta venha depressa.

 

Como não há duas sem três, aí está o nosso 3º homem.

A chegar ao Refúgio, esta criatura limpa as valetas, trabalho que alguns não fazem há muito!

 

Termino com a nossa habitual lista de amigos.

Paulo Rodrigues sobe 5 lugares, Toni e Caetano sobem um lugar. 

 

 

MAIS CICLISMO NO SÁBADO,

VOLTA POR SARZEDAS E CASTELO BRANCO. 

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publicado por José Cavaca às 14:04