Pelotão Cavaca
Desporto
Vencemos vento arrogante!

Desde a saída à chegada, vento insolente foi péssimo partidário.
Travaram luta, Fernando Caetano, Ricardo Ramos, José Cavaca, e Sebastião Aparício.
Juntaram-se à luta um pouco mais tarde, José Carlos e Fernando Santos.
Pelas dificuldades, foi uma volta com final e caráter mais triunfante.

Nascia o Sol, mas o vento há muito que estava acordado.

Subida para o alto de São Gião. Aqui perto reside o nosso amigo Guilhermino.

Passagem em Verdelhos.
O nome da freguesia, Verdelhos, está relacionado com uma característica dominante da sua paisagem, que na época de fundação da freguesia ainda devia ser mais marcante: o verde. Refere a "Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira" em relação ao assunto: "(Relaciona-se) com o termo verde, talvez no antigo e ainda de todo não extinto sentido de campo de erva ou de pastagem - aqui, "pequenos verdes" (sufixo - elho) e em acordo com a zona pastoril da Serra da Estrela.

De Verdelhos a Vale de Amoreira a paisagem é deslumbrante.

Assim que se passa Valhelhas tem início a subida para a Guarda.

Passagem no alto de Famalicão.

Seguiu-se a nossa bonita aldeia de Vale de Estrela.

Vale de Estrela onde as tradições se preservam, e a simpatia é uma dádiva.

E à passagem pelos Três Povos uma alegre surpresa...

O nosso amigo Francisco Carrola a comandar um pelotão mais numeroso.

Logo a seguir a presença do amigo Zé Carlos.

E perto da Capinha a presença do amigo Fernando Santos.

E com a Covilhã à vista, terminava a nossa digna volta.
Uma vez mais obrigado companheiros pela presença e ajuda nesta digna manhã.
AMANHÃ EXIBIÇÃO DO TOP DE KM E PRESENÇA DOS AMIGOS.
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Amanhã, ultima voltinha de Agosto!

Pormenores da volta


Mapa e perfil da volta.
Té manhã !
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Manhã diminuta para generoso ânimo.

Francisco Romão, José Cavaca, e Sérgio Berrincha, foram os elementos que se apresentaram às 8 horas para percorrer os 130km desta magnífica volta. Mais tarde juntaram-se o amigo Zé Carlos, João Santos e Ventinho.

Manhã inicialmente fresca, estimulada com a presença do amigo Sérgio Berrincha.

Passagem na cidade do Fundão.

Seguia-se a única dificuldade do dia, a Serra da Gardunha.

À hora pontual cruzamos o alto da Gardunha.

Devido às péssimas condições da estrada M1075, que liga Vale Prazeres à Povoa da Palhaça e Mata da Rainha, decidimos, em benefício da qualidade, aumentar em 6km a nossa volta, com passagens em Alpedrinha, Atalaia do Campo, Zebras, Orca, e Martianas, ocorrendo a convergência com a estrada anteriormente planeada perto da Aldeia de Santa Margarida.

Momento da nossa entrada na Atalaia do Campo.

E esta é a belíssima ciclovia que substituimos pala miserável M1075.

Martianas, uma aldeia que particularmente gosto.
A origem do nome está claramente ligada ao seu primeiro donatário e/ou povoador, Martinh'Annes, que pode ter sido um alcaide de Castelo Novo, e que vem citado num documento de 1290, transcrito no final do Tombo da Comenda de Castelo Novo, de 1505.

Seguiu-se a bonita aldeia de Santa Margarida.

Pedrogão de São Pedro, boa terra e boas gentes.

E tudo corria sobre rodas. Seguia-se agora Penamacor.

O nome desta vila de Penamacor, segundo uma das lendas, terá origem num célebre bandido, que aqui terá habitado, de nome Macôr. Segundo dizem, este salteador vivia numa caverna a que davam o nome de Penha. Com o passar dos tempos, o nome adulterou-se e passou a chamar-se Pena, ficando assim a terra a ser conhecida por Penha de Macôr ou Pena Macôr. Segundo outra versão uma luta feroz entre os seus habitantes e salteadores originou tanto derramamento de sangue e de tão má cor, que a vila ficou a ser conhecida por Penha de má cor. Ainda outra refere, que nesta zona existiam duas povoações, ambas localizadas em montes, Pena de Garcia e Pena Maior. Com a adulteração da pronúncia Castelhana, Magor passou a ser Macor, dando origem a Pena Macor. Seja qual for a origem do nome, o certo é que representa uma das vilas mais bonitas e castiças do País.

E na Meimoa já os termómetros marcavam 28 graus.

Benquerença, terra da bem querida.

Após a passagem pelos Três Povos, juntaram-se então os Três folgados velocipedistas.

Estrada onde se começaram a sentir as saudáveis sensações de fadiga.

Fadiga atenuada com fruta natural,,, esta nem paga IVA.

Por fim a Covilhã, sinónimo de que esta voltinha está a terminar.
Mais uma vez, grato aos que nos acompanharam quer na estrada, quer aqui neste espacito.
PRÓXIMA VOLTA É SEXTA FEIRA.
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Amanhã, a volta da Mata da Rainha.

Mapa e perfil.

Pormenores da volta.
Amanhã a saída é dos Arcos às 8 horas.
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Manhã e volta mais que perfeita.

Pode mesmo dizer-se que melhor era impossível. Desde a temperatura, percurso, companhia, e as boas sensações que os nervos transmitiram ao cérebro, fizeram com que esta manhã excedesse as espectativas.
105km de pompa com média em harmonia, 28km/h.
Para isso contribuiram os presentes Tiago Abrantes, José Cavaca, Luis Filipe, e Fernando Prata.

As primeiras pedaladas eram revelação da óptima manhã que nos esperava.

Passagem pela Capinha.

As longas retas de Panamacor também têm o seu encanto.

Em Penamacor uma cerimónia especial aguardava o nosso amigo Prata.

Seguiu-se a Meimoa, Princesa das Beiras...

E tem uma das mais belas Princesas flúviais das Beiras.

E à chegada aos Três Povos, em que o primeiro é Escarigo, as Festas de São Sebastião!

O segundo Povo, Quintãs, as Festas de Nossa Sra do Rosário.

E à passagem pelo 3º Povo, Salgueiro, as Festas de São Bartolomeu.
Três Povos, três Festas!!! Haja alegria.

E por falar em alegria nesta manhã, este é o alegre Fernando Prata.

O alegre Tiago Abrantes.

E o alegre Luis Filipe.

Depois da Capinha e já a caminho de casa...

Juntou-se o Ventinho que nos fez companhia até à Covilhã.

Covilhã à vista, e com ela o final da nossa volta...

Desta forma há quem festeje um golo marcado,,,
o Prata festejou assim o final desta alegre manhã.
Gostei!
Obrigado companheiros por partilharmos esta magnífica manhã.
Mais ciclismo, na proxima Terça Feira!
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A nossa volta da Volta.
Este foi o grupinho que se juntou para ver a volta.
Foram eles, David Gouveia, Tiago Abrantes, Sebastião Aparício, Marco Alves, Vitor Saraiva, José Cavaca, Ricardo Ramos, Francisco Romão, Vergilio Conceição, Gil Pinho, Sérgio Berrincha, Micaelo Silva, e Rafael Carrola
A nossa passagem pela Universidade da Beira Interior, Covilhã.
O nosso amigo Bruno Fernandes, ao centro, sempre que pode lembra-se dos amigos.
Aqui o nosso amigo Marco Alves em plena ascenção às Penhas da Saúde.
O rei da Montanha,,, Tiago Abrantes.
O rei da combatividade, Francisco Romão.
Primeira parte da subida concluida.
Penhas da Saúde à vista.
Aqui a Padaria Dias e Pereira dos Santos tinha um excelente reforço para nos oferecer.
Foto família com o amigo Zé carlos e o irmão Fernando Dias.
Pouco depois a passagem nas Penhas da Saúde dos dois primeiros ciclistas.
Seguiu-se um mini pelotão.
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Hoje vamos ver a volta!
Mapa da volta.
Pormenores da estapa da volta.
Saída do Periferia às 11h 45m rumo às Penhas da Saúde.
(Subida pela Covilhã)
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Manhã quente, deu mais calor à despedida.


Nem calor nem subidas deteoraram a nossa festiva volta.

Passagem em Valhelhas, terra onde a família Sá tem raízes.

António, Steve, Kevin, e Zé Domingos,,, companhia de pompa.

Entrada no Parque Natural da Serra da Estrela.

À passagem por Manteigas ainda cumprimentamos o amigo Paulo Lourenço.

Iniciava-se aqui a subida até à Pousada de São Lourenço.

Aqui no Parque de Merendas, regressamos a Manteigas.

E como os Sás tinham que estar em casa às 12 horas, o regresso foi pelo mesmo percurso.

Já com Zé Carlos e 38 graus, concluímos a nossa alegre e festiva volta.
Como vêem é fácil lembrar os amigos, amigos que se vão lembrando de nós.
Obrigado zé pela companhia, ficamos à espera da próxima.
Bom regresso à Suiça.
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Quarta Feira continuamos pela Estrela.

Pormenores da volta.

Perfil

Volta de despedida ao nosso amigo Zé Domingos.
Para a despedida a um amigo 5 estrelas, nada melhor que uma volta pela Estrela.
Vamos pedalar por Sra do Carmo, Orjais, Valhelhas, Sameiro, Manteigas, Estalagem São Lourenço, Manteigas, Piornos, Covilhã e Refúgio.
Saída do Refúgio às 7h 25m.
Saída da sra do Carmo às 7h 55m.
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Hoje, a volta dos duros.
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E os duros da volta foram, Marco Alves, Tiago Abrantes, Luis Filipe, Francisco Romão, João Laires, José Miguel, Gonçalo Rito, Kevin Sá, José Cavaca, Zé Domingos, Paulo Rodrigues, Vasco santos, Filipe Roberto, e Pedro Santos.
Só faltaram mesmo os pusilânimes.

À passagem pelo alto da Portela, a visão do ponto alto da Estrela, a Torre.

Passagem por Unhais da Serra.

Em Unhais não devem gostar de Bttistas,,,

Mas hoje temos que tirar o "pedal" a este amigo. Escolheu a volta dos duros para a estreia.
Sem sombra de dúvida, marcará para sempre a sua coragem, parabéns Gonçalo Rito.

Manhã perfeita para o ciclismo, a estrada era só nossa.

José Miguel também regressa, e logo na volta dos duros.

As boas vindas também ao nosso amigão Paulo Rodrigues, vem mais pesado, vem papá!

Rolava-se com ritmo alegre e comum a todos,,, ou todos se economizavam.

No alto das Pedras Lavradas, alguns tinham visões,,, uma loira???

Agora descia-se para Vide.

Em Vide, um rápido abastecimento líquido.

De imediato pés nos pedais,,,

... porque o início da subida, 29km até à Torre, esperava por nós.
Para quem não conhece fica a informação... neste ponto estamos a 298 metros de altitude, nos próximos 29km subimos até aos 1950 metros.

Gerir o esforço nos primeiros 10km, é segredo para os restantes 20.

Confesso que em momento algum me senti esgotado,,, a companhia em toda a subida, e o ritmo muito regular do Zé Domingos muito contribuiram... 5 *****.

Algumas "motas", subiram confortávelmente a seu ritmo.

Kevin e Zé Domingos,,, também se passearam na Estrela.

Para trás ía ficando o serpentiado da estrada conquistada ao milímetro.

Aqui, já na N231, pedalavam-se os ultimos 8km a subir até ao cruzamento para a Torre.

Mas antes da Torre, o abastecimento sólido do nosso amigo Zé Carlos que se deslocou prepositadamente para o caso. Habituou-nos a estas doçarias, e há que louvar a actitude de um "duro" nestas andanças,,,

Desde a água aos deliciosos bolinhos, deixa uma vez mais a marca de quem é aliado.
Não conheço igual...
Obrigado Padaria Dias & Pereira dos Santos.

Com a boca mais doce,,, de novo a pedalar, a Torre está ali à frente.

Restava a descida para a Covilhã... reparem naqueles dois observadores.
Mais uma vez, gratos estamos todos pela companhia de todos.
Confesso que não contava com tantos duros para esta voltita, é sinal de que estamos cá.
Bom descanço, e bom Fim de Semana para todos.
(Por motivos de trabalho, amanhã não há volta.)














