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Exímia volta pela Atalaia do Campo.

Sábado, 25.02.12

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Sem dúvida, uma das mais quentes e ligeiras voltas deste ano.

Contribuiram para isso mesmo,  o amigo Francisco Carrola, João António, Guilhermino Pais, José Cavaca, Carlos Cavalheiro, Tiago Abrantes, e José Carlos. Na parte final ainda se juntou a nós o João Santos.

 

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Fundão

A história da minha terra natal, o Fundão,  é condicionada desde o inicio pelos Cristãos-Novos, assim como a dos concelhos vizinhos de Belmonte e da Covilhã. Após a expulsão dos judeus espanhóis (sefarditas) em 1492 pelos Reis Católicos Fernando e Isabela, grande número de refugiados veio a estabelecer-se na Cova da Beira, onde já havia minorias judaicas significativas. A cidade está localizada no sopé do Monte de S.Brás, um ramo da Serra da Gardunha, no planalto da Cova da Beira, a uma altitude de cerca de 500 metros.

 

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Eis-nos em plena subida da Serra da Gardunha.

 

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Perto da Atalaia do Campo.

 

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Centro da Atalaia. Foi vila e sede de concelho entre 1570 e o início do século XIX, quando foi integrada no município de Alpedrinha. Era também designada por Atalaia da Beira. Tinha apenas uma freguesia e, em 1801, 358 habitantes.

 

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Mas meus amigos, a ciclovia entre a Atalaia e Zebras é um regozijo.

 

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Transito nulo, natureza quanto baste, e muita vontade de pedalar!

 

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À passagem pela Orca, Tiago dá largas à sua alegria. Com dias destes justifica-se.

 

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Em Prença a Velha o nosso companheiro Carlos Cavalheiro juntou-se a nós.

 

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Com uma vida que ronda seguramente os mil anos, Proença-a-Velha é uma das mais antigas povoações de Portugal. Temos notícia da sua existência desde os alvores da nacionalidade, quando o rei Afonso Henriques desenvolvia a sua política de recuperação e povoamento indispensáveis à identidade geográfica do seu reino.

 

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Entre Proença e Medelim, esta é também uma zona de rara beleza.

 

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Este é o nosso amigo Carlos Cavalheiro, já com a sua nova máquina!

 

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Sempre com óptimo andamento, clima e companhia também ajudavam, passamos em Medelim muito antes do horário previsto.

 

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Já a caminho de Penamacor, o termómetro marcava a agradável temperatura de 18graus.

Alguém comentava esta manhã,,, pedala-se a todos os niveis.

 

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Registo da nossa passagem em Penamacor. A riqueza patrimonial desta vila resulta fundamentalmente do seu passado histórico e das condições geográfico-naturais do território. Estas duas circunstâncias moldaram, por sua vez, a cultura, o carácter franco, generoso e hospitaleiro das suas gentes. Por isso mesmo nós passamos assíduamente por aqui!

 

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Meimoa à vista. Da sua fundação pouco ou nada se sabe. Presume-se que terá sido muito importante no tempo dos romanos devido à existência da ponte Romana / Filipina, erguida sobre a ribeira da Meimoa. Para a origem do seu nome aponta-se a mesma que a do Meimão. Segundo Frei de Sousa, o nome Meimão e Meimoa, são de origem árabe e derivam de Mamona, nome próprio de mulher, cujo significado é, estar segura, firme, constante, conservada, etc.


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Pedala-se agora rumo a Escarigo, terra dos nossos amigos João António e Francisco Carrola.

 

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A subidinha para Monte do Bispo é mesmo agradável.

 

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As boas vindas para 2012 ao João Santos da Leopard TREK.

 

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Filho e pai, dois entusiastas afectuosos deste deporto que é o ciclismo.

 

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Companheirões, esta bonita e veloz volta terminou!!! 

Estamos todos, gratos a todos, pela companhia de todos.

 

AMANHÃ HÁ MAIS

 

SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 9 HORAS!

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publicado por José Cavaca às 15:14