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Caderneta completa.

Sábado, 31.12.11

José Cavaca 

Os amigos foram a força, o acreditar veio de mim para pedalar 16147km.

 

Os meus objectivos,,, plausivelmente conseguidos, sinto-me mais que satisfeito.

Foram 16147 km a pedalar acompanhado de amigos, amigos de ouro, que me proporcionaram horas de convívio, de bem estar, de prazer e de viver,,,e tudo isto associado ao admirável desporto que é o ciclismo. Também neste ultimo mês do ano, pretendi revelar individualmente todos aqueles que me acompanharam e enriqueceram o ano velocipédico, é meu desejo que em 2012 não sejam 51, mas sim 102 os amigos a dignificar este blog.

Fica a esperança de que tudo o que realizamos este ano, sejam apenas sementes para o ano que nos espera, grato a todos os que me acompanharam, e aos que me aturaram. O meu muito obrigado pelas horas de emoção, alegria e entusiasmo que me proporcionaram, foi bom ver-vos pedalar, muitas vezes sem poder seguir a vossa roda, mas prometo inflexiblidade em 2012.

 

Que este ano vos traga mais alegria, estabilidade, saúde e amor, "muito amor"!!!

HÁ, E MUITO CICLISMO!!!

 

O MEU GRANDE ABRAÇO A TODOS... 

Ao amigo Guilhermino, Fernando Caetano, António Lopes, Lebre, Zé Carlos, Palmeirão, Alberto Martins, Ricardo Abreu, António Sá, David Fernandes, Helder Torres, Prata, Fernando Mendes, João Santos, Kevin Sá, António Silva, Steve Sá, Chico Mendes, João Venâncio, António Santos, Zé Domingos, Paulo Jesus, Medeiros, Gabriel, Abel Barata, Carlos Cavalheiro, Bruno Fernandes, Marco Alves, Diogo Fernandes, Sérgio Rodrigues, Palinhas, Bruno Palmeirão, Nuno Marques, Fernando Marques, Paulo Lourenço, Ricardo Ramos, Flávio Fonseca, Paulo Lucas, Sr. Cabaço, João Martins, Sérgio Gomes, Bruno Lebre, Lídio Ramos, Rogério Elvas, Tiago Abrantes, David Massano, Claudio, Sérgio Pinheiro, Jorge Chorão, Raposa Velha, Fernando Santos, Ilídio Soares, João Rato, Duarte Dias, Castanheira, João Cavaca, Ricardo Palmeirão, Sr. Monteiro, e peço desculpa aos que possívelmente me esqueci de mencionar.

 

 Também para Eder Canova e Fã nº1 vão os votos de um feliz ano novo.

FELIZ ANO 2012

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publicado por José Cavaca às 05:17

Ultima volta do ano, SALVADOR!

Sexta-feira, 30.12.11

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Nada melhor para terminar este ano velocipédico, que uma volta com nome Salvador.

Compareceram à partida, Guilhermino, Gabriel, Cavaca, Carlos Cavalheiro, e Lebre.

Mais tarde, juntaram-se Paulo Jesus, Bruno Fernandes, Alberto Martins, e Ricardo Abreu.

Percurso desta marcante volta, Covilhã, Capinha, Penamacor, Aranhas, Salvador, Aldeia de João Pires, Aldeia do Bispo, Penamacor, Capinha e Covilhã,  totalizando os ultimos 111 quilómetros de 2011.

OBRIGADO AMIGOS!

 

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Mas antes da partida, há algo que tenho de referir.

Este amigo, Carlos Cavalheiro, saíu de Penamacor às 7h para estar nos Arcos às 9 horas. Ter coragem não é algo que requeira qualificações excepcionais, fórmulas mágicas, saber treinar em diversos niveis, ou combinações especiais de hora, lugar e circunstância. Isto é básicamente a única coragem que a muitos falta,  ter coragem para o mais estranho, mais singular e mais inexplicável que possamos encontrar, e a que eu posso chamar de um "verdadeiro amigo que gosta da companhia do amigo"!

 

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Mas o Carlos veio para pedalar na nossa companhia, por isso vamos prá estrada!

 

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Manhã fria, mas para um coração valente nada é impossível.

 

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Mas,,, depois vieram as motas, e comeram as bicicletas!

 

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Em Penamacor, alguns amigos tiveram que regrassar mais cedo.

 

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Por Salvador segui eu, Guilhermino, Lebre, e Cavalheiro.

 

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De Salvador a Aldeia do Bispo, uma verdadeira ciclovia só para nós.

 

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Ó específicos,,, olhem que as tartarugas conhecem as estradas melhor do que os coelhos...

 

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Já na Aldeia de João Pires,,, seguia-se Penamacor e Covilhã.

 

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Chegada à Covilhã com o fresco Ricardinho a dar uma ajudinha...

 

A Verdade é o ciclismo, o Bem é praticá-lo, o Belo é a companhia dos amigos. Esta é a prática de um desporto Feliz. Usem-na!!!!!

Pareço um padre...

 Feliz Ano Novo 2012!

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publicado por José Cavaca às 14:11

Falta um cromo!

Sexta-feira, 30.12.11

Não queria ser a introdução ou a conclusão desta história, mas vou ser!
Fico feliz por ser apenas um capítulo inesquecivel do qual vocês fizeram parte.

Guilhermino Pais

Guilhermino Pais   4955km  43 presenças.

 

Fernando Caetano

Fernando Caetano  4728km  52 presenças.

 

Simões

Ama a tua cama, ela será o teu templo!   3018km   37sonos.

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publicado por José Cavaca às 05:23

Caderneta quase completa.

Quinta-feira, 29.12.11

Existem dias que procuro fazer o melhor de mim e não me consigo ver, aproveito da melhor forma possível a estrada que me marca para mais tarde aqui registar. Registos esses de estradas, localidades, quilómetros e amigos que orgulhosamente aqui exponho individualmente.

 

António Lebre

António Lebre    2733km   30 presenças.

 

José Carlos

José Carlos   2587km   30 presenças.

 

Palmeirão

Palmeirão   2544km   21 presenças.

 

Ricardo Abreu

Ricardo Abreu   1845km   19 presenças.

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publicado por José Cavaca às 05:24

Manhã 16mil estrelas!

Quarta-feira, 28.12.11

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Nesta preciosa manhã compareceram com grande determinação para devorar quilómetros, Guilhermino Pais, Bruno Fernandes, Gabriel Travasso, António Lebre, José Cavaca, Alberto Martins, e Paulo Jesus. Mais tarde juntaram-se o nosso amigo Zé Carlos e João Santos.

Percurso, uma ída às Pedras Lavradas e voltar, não havia tempo para mais!

 

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Sem a união das gotas não haveria oceano, sem o Lebre e o Gabriel não havia ciclismo!

 

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Saber encontrar a alegria na companhia dos amigos, é segredo do nosso Gabriel.

 

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Possuo uma riqueza que não pode ser roubada, nem pode ser afetada pelas crises económicas causadas pelos GOVERNOS,,, essa riqueza é a minha alegria de pedalar com os amigos.

 

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A estrada para o nosso sucesso está sempre à nossa espera.

 

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Chegada às Pedras Lavradas, faltava 1km para os 16mil, tinha que os concluir bem alto.

 

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E o nosso amigo Alberto registou esse momento exato e pontual. 

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No passado está a história do futuro, por isso vamos pedalar 17mil km pró ano.

 

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Como o futuro está sempre a começar, os verdadeiros vencedores são ciclistas que olham para cada estrada com a certeza de poder vencê-la.

 

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Esta manhã terminou com um almoço convívio e uma visita guiada à Padaria Dias & Pereira dos Santos.

Em cima, António Gaspar cunhado do Sr Belchior, o nosso João Santos e Zé Carlos.

Em baixo, eu e o nosso amigo e comentador assíduo Belchior Madeira Antunes.

 

Como a amizade é o ingrediente mais importante na receita da vida, obrigado pela visita!

 

 

SEXTA FEIRA SAÍDA ÀS 9 HORAS DOS ARCOS.

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publicado por José Cavaca às 12:46

Coleção de cromos quase completa!

Quarta-feira, 28.12.11

Hoje, mesmo havendo volta, continuo com  com o balanço das distâncias de mais cinco amigos, pois o ano está a terminar, e até lá a coleção tem de ficar completa.

 

Alberto Martins

Alberto Martins   1906km   20 presenças.

 

António Sá

António Sá   1777km   21 presenças.

 

David Fernandes

David Fernandes   1704km   16 presenças.

 

Helder Torres

Helder Torres   1639km   20 presenças.

 

Fernando Prata

Fernando Prata   1633km   17 presenças.

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publicado por José Cavaca às 05:30

Acordado também se sonha.

Terça-feira, 27.12.11
                                                                                               Um filme de José Cavaca
 
Na Padaria Dias, e na companhia do nosso amigo Zé Carlos, acompanhei a confeção das tão deliciosas filhóses, e do típico Bolo Rei.
Acompanhei durante uma noite, profissionais que se levantam quando nós nos deitamos, para amassar os nossos deliciosos pães de cada dia!

Profissão de padeiro, tão valorizada que chegou a ser comparada com a de artista, arquitecto, intelectual, ciclista e outras celebridades. Contam que um célebre padeiro - Vergilius Eurycasés - recebeu o direito, quando morreu, a um monumento funerário de proporções e detalhes imperiais. Entretanto, os filhos desses profissionais não podiam ser sacerdotes, militares ou exercer qualquer função jurídica. Para um padeiro assumir um cargo no Senado romano, era necessário ter praticado um acto de salvação da República ou do Império e, para isso, era obrigado a abandonar o Colégio do qual fazia parte - uma verdadeira profissão de arte. Alguns investigadores desta área, naquele tempo, alegavam ser o bolo um forte concorrente do pão e já encontravam dificuldades em fazer separação de valores entre o padeiro e o pasteleiro - conhecido na Itália como o fazedor de bolo. Diziam eles: "muitos pães eram mais bolos que pães e muitos bolos eram muito mais pães que bolos!

 

                                                    Foi uma noite bem acordado... Obrigado Zé Carlos.

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publicado por José Cavaca às 06:30

Ainda os cromos de ciclismo!

Terça-feira, 27.12.11

Hoje, e em paralelo com o bonito filme da Padaria Dias, continuo com  com o balanço das distâncias que mais cinco amigos pedalaram na minha companhia, agradeço e relembro assim neste espaço, todos os amigos de uma forma individual.

 

Fernando Mendes

Fernando Mendes   1409km   15 presenças.

 

João Santos

João Santos   1331km   17 presenças.

 

Kevin Sá

Kevin Sá   1291km    14 presenças.

 

António Silva

António Silva   1265km   14 presenças.

 

Steve Sá

Steve Sá   890km   13 presenças.

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publicado por José Cavaca às 06:05

Cromos do ciclismo.

Segunda-feira, 26.12.11

Aproveito mais um dia de descanço para continuar  com o balanço das distâncias que mais cinco amigos pedalaram na minha companhia, relembro assim neste espaço, todos os amigos de uma forma individual.

Chico Mendes

Francisco Mendes   885km   10 presenças.

 

 

João Venâncio

João Venâncio   880km   7 presenças.

 

 

António Santos

António Santos   828km   9 presenças.

 

 

José Domingos

Zé Domingos    806km   8 presenças.

 

 

Medeiros

Jorge Medeiros   801km   7 presenças.

 

 

Lembro que Quarta Feira há ciclismo.

 

SAÍDA DOS ARCOS ÀS 9 HORAS.

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publicado por José Cavaca às 05:00

A nossa volta de Natal.

Domingo, 25.12.11

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Nesta Santa manhã compareceram para uma Santa volta,  José Cavaca, José Carlos, João Santos, e como é óbvio o Pai Natal.

A saída foi da Padaria dias & Pereira dos Santos às 9h 30m e pedalamos por, Tortosendo, Cortes, Bouça, Cortes, Tortosendo Covilhã(centro), e Refúgio.

 

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Esteve uma manhã mágnífica para o ciclismo, sem vento e temperaturas agradáveis.

 

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Alto da Portela com a Serra da Estrela como fundo.

 

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Subida para a Bouça, hoje a estrada era só nossa.

 

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Chegada à Bouça. O principal aglomerado urbano nem sempre se localizou no lugar actual. Nos primórdios vivia-se na Bouça Velha, margem direita da ribeira, a meia encosta da montanha que desce da Varanda dos Pastores em direcção ao vale.

 

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No café do amigo José Maria tomámos o cafézinho, oferta do amigo José Maria, acompanhado de Bolo rei, oferta do amigo Zé Carlos.

 

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De novo a pedalar, e seguindo a roda e ideia do nosso amigo Zé Carlos, uma visita pela nossa cidade era a prendinha ideal para a epoca.

 

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O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol.

 

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Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos sécs. XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano.

 

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A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros.

 

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A Praça do Município ou Pelourinho, é a principal praça e a mais central da cidade. Situa-se em pleno centro histórico e há muitos anos atrás, nela se podia admirar um pelourinho do século XVI que, infelizmente, foi destruido, juntamente com o edifício filipino da câmara, aquando da reformulação deste espaço.

 

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A Covilhã possui ainda grandes jardins e parques, como este, o Jardim Público, Jardim do Lago, Parque Alexandre Aibéo, Jardim de N. Sra. da Conceição e o Parque da Goldra.

 

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As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa. A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser "uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza."

 

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A ponte pedonal sobre a ribeira da Carpinteira, foi escolhida como um dos sete destinos ligados com o design mais interessantes do mundo, segundo a edição de Janeiro de 2011 da revista Travel + Leisure.

 

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Esta ponte faz a ligação da ribeira da Carpinteira até ao centro da cidade. Esta ponte faz também parte das obras de reconstrução e remodelação das margens da ribeira da Carpinteira, que se tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos.

 

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Termino esta voltinha do dia de Natal, desejando a todos a continuação de um Santo dia.

Hoje certamente tudo dará certo, o vosso caminho será suavizado pela visita a este blog que dará um bonito colorido ao vosso dia.
Um Bom Dia vos desejo, esta é, e tal como foi esta volta, a palavra mágica que faltava neste GRANDE E BONITO dia de Natal. 

 

 

QUARTA FEIRA HÁ MAIS CICLISMO!

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publicado por José Cavaca às 12:51


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