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O nosso amigo António,

Segunda-feira, 31.10.11

                                 goza de boa saúde.

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O nosso amigo António Catrapão foi visitar-me ao local de trabalho.

Envia para todos um grande e forte abraço, espera em Maio vir a Portugal para dar umas boas voltas na nossa companhia.

 

 

AMANHÃ HÁ CICLISMO

SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8H 30M.

(Condicionados pelo clima, a volta será definida no local)

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publicado por José Cavaca às 13:50

Manhã notável, cortês e alegre.

Domingo, 30.10.11

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A este pequeno grupo juntaram-se ainda o Sérgio Rodrigues, Zé Carlos, João Dias, e António Santos.

Com tantos companheiros o sofrimento é reduzido, a dor dividida, e a alegria é duplicada.

Houve aqui rostos que expandiram o meu contentamento, tais como o Alberto Martins, Helder Torres, Marco Alves, Fernando Mendes, Fernando Caetano, Steve Sá, António Silva, Bruno Fernandes, Guilhermino, Fernando Prata, António Sá, Ilidio, e Sérgio Rodrigues.  

Percurso: Covilhã, Sra do Carmo, Fundão, Alto da gardunha, Alcaide, Capinha, Três Povos, Monte do Bispo, Caria, Sra do Carmo, e Covilhã, totalizando os muito prometedores 98km.

 

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Manhã adequada para a pratica do ciclismo, em que a estrada foi pequena para tantos.

 

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Hoje, aproveitando a presença do nosso amigo Alberto, a reportagem esteve a seu cargo.

 

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Para trás ficava a cidade da Covilhã.

 

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E para trás ficavam os menos trepadores, eu também, é que os 130km de ontem notavam-se.

 

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Rolava-se agora para a cidade do Fundão.

 

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Alto da Gardunha.

Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiúra, a juventude em velhice e o erro em virtude.

 

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Depois da bonita descida da Gardunha para o Alcaide, pedalava-se agora para a Capinha.

 

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Passagem sobre a Ponte Velha de Meimoa perto da Capinha.

Pensa-se que esta ponte granítica, popularmente apelidada de “Ponte Romana”, terá sido construída entre os séculos XIV e XVI.
Não obstante, segundo o saber local, aponta-se para uma construção idêntica datada do período Romano de ocupação do território, que integraria a via Capinha - Benquerença, sobre a qual a actual Ponte Medieval terá sido construída, e provavelmente, à sua imagem.
A Ponte é constituída por um tabuleiro em rampa, sustentada por nove arcos com diferentes dimensões.

 

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O nosso amigo Helder é já há muito um emblemático deste pelotão.

 

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O nosso amigo Marco Alves para lá pedala. (Brevemente foto no cabeçalho).

 

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E o Steve Sá, dá tudo o que pode,,, depois perde tudo o que tem!

Um verdadeiro talento.

 

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Há quanto tempo!!!

 Companheiro Sérgio, é fundamental que tenhas uma compreensão e uma percepção nítida do teu valor. Tens de ser tu, sem qualquer influência de outros.  Gostei de te ter novamente como companheiro.

 

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Pedalar também é arte.

O Hábito de pedalar pela Natureza, rompe muros invisíveis da rotina.

 

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Só quando perdemos o contato com o ritmo natural da vida, é que o escritório, a fábrica, o apartamento ou a casa passam a funcionar como modernas prisões.

Digam lá se não vale a pena deixar o vale dos lençois?

 

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Helder Torres, António Silva, Fernando Mendes, António Sá, e Steve, mostram aqui que a arte de pedalar, inclui a necessidade de manter o corpo em movimento.

 

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Para o cidadão moderno, os passeios em bicicleta, de uma, duas, ou três horas diárias, são exercícios eficientes de meditação e higiene mental.  Alguns alegam que não têm tempo para isso. O argumento é compreensível. O hábito de pedalar exige que se abra mão da rigidez e da imobilidade,,, e poucos possuem esse dom.

 

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Nestas voltinhas, o que interessa saber é se o ciclista tem coração para sentir, pernas para pedalar, e olhos para ver. Se não os tem, suas voltas são pura perda de tempo; em compensação, se os tem, poderá conseguir a maior alegria  percorrendo os campos para contemplar uma nuvem fugitiva, uma cerca, ou uma bonita rotunda solitária.

 

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Nos Três Povos parámos uma vez mais para cumprimentar quem nos cumprimenta sempre que por ali passamos.

A nossa FÃ nº 2,,, Ana Barbara, que ela própria diz ter quase 100 anos.

 

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De novo a pedalar, agora a trepar para o Monte do Bispo.

 

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O convívio com os amigos, plantas e animais ensinam-nos que a inteligência universal está por toda a parte. Os pássaros também têm a sua linguagem. O vento sugere coisas. As árvores são seres evoluídos, o Cavaca e o Alberto fotografam.

 

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Passagem em Caria,,, e o melhor registo tinha de ser do nosso Fernando Mendes.

 

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Chegamos ao ponto de Partida,,,

 

Por entre os choques da realidade, e as lições do dia-a-dia, conquistamos as vantagens da maturidade e entendemos que Tudo Valeu a Pena.

 

TERÇA FEIRA SAÍDA DA SRA DO CARMO AS 8H 30M.

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publicado por José Cavaca às 13:31

Hoje, de Covilhã por Proença-a-Velha.

Sábado, 29.10.11

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Coisas do destino,,, e ele, o destino, não anuncia peripécias.

Assim aconteceu, quis ele que hoje se reunissem o Guilhermino, José Cavaca, e Carlos Cavalheiro, três ciclistas que se conheceram há 25 anos numa prova em Verdelhos. Prova essa em que também conhecemos o nosso amigo João Rato.

Enfim, uma manhã com algum tempero nostálgico.

 

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Mas os feitos não se ficaram por aqui,,, este amigo, o Carlos Cavalheiro, saíu de Penamacor em bicicleta às 6h 45m da manhã para estar connosco nos Arcos às 8h 30m, hora da nossa saída para esta volta... e Carlos pergunta, não vem mais ninguém???

 Talvez, com este grande gesto, me suscitasse a lembrança de algumas pessoas,  pessoas e amigos que por meros motivos, renunciam a manhãs dignas desse nome, e da companhia destes amigos.  

Como têm dito,,, os ciclistas da AVIDESA são de outra têmpera!

 Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.

Bem-haja Carlos.

 

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Mas a estrada esperava por nós, e nós com vontade de a percorrer.

Passagem na cidade do Fundão.

 

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A seguir ao Fundão, a Serra da Gardunha.

 

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Serra da Gardunha, que há 16 anos o nosso amigo Carlos não trepava.

 

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A chegar ao alto da Gardunha, uma imagem da nossa Cova da Beira.

 

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Passagem na freguesia da Orca.

 

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Chegada a Proença-a-Velha.

 

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Na Beira Baixa, no Concelho de Idanha-a-Nova, PROENÇA-A-VELHA é uma "Povoação com História", como quase todas, aliás, neste interior raiano.

Deixo um verso que muito gostei sobre esta aldeia...

Ó Proença pequenina
Duas coisas te dão graça
É a Torre do Relógio
E o Pelourinho da Praça.

 

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A seguir a Proença, uma estrada a lembrar o Alentejo em terras do interior.

 

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Pedrogão de São Pedro,,, boa terra, boas gentes.  Esta freguesia está situada na margem direita da ribeira de Taliscas, afluente do rio Ponsul. Dista da sua sede de concelho cerca 10,8 km.  José Manuel Landeiro, na sua obra “O Concelho de Penamacor na História, na Tradição e na Lenda”, revela que é desconhecida a época da sua fundação, bem como a origem da sua denominação. Todavia, e como indica o próprio nome da freguesia, terá, seguramente, derivado da antiga freguesia de S. Pedro, a qual , integrava, juntamente com as freguesias de Santiago e Santa Maria, o quadro de divisão administrativa da vila de Penamacor, no século XVIII, bastante alterado, em pleno século XX, dado aparecer representado através de um número de 12 freguesias.

 

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Seguiu-se Penamacor, daqui, ainda bem noite, saíu Carlos Cavalheiro ao nosso encontro.

 

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Quase tudo bom esta manhã, clima, ritmo, estradas, companhia,,,

 

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Tão bom ritmo que, feições são sinónimo disso mesmo.

 

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E o nosso Guilhermino já implorava pela "feijoada".

 

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Mas com 22 graus, Sol, e sem vento, o desejo era pedalar!

 

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Mas esta simples, brilhante e marcante manhã, estava a terminar.

 Para sempre fica a postura de um grande homem.


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Neste local despedi-me do Carlos. Ele seguiu para Penamacor, eu para a Covilhã.

Foram 4 horas de bom ciclismo e boa companhia, quase tantas como eu dediquei a completar este Post, espero não ter ferido a moral de ninguém, é que neste mundo qualquer ação construtiva, costuma causar muito incómodo. 

 

Amanhã, mesmo condicionado por motivos de trabalho, vou pedalar.

 

SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8H 30M. 

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publicado por José Cavaca às 13:55

Amanhã, por Proença-a-Velha.

Sexta-feira, 28.10.11

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Perfil da volta.

 

 

Proença-a-Velha é uma das mais antigas povoações de Portugal. Temos notícia da sua existência desde os alvores da nacionalidade, quando o rei Afonso Henriques desenvolvia a sua política de recuperação e povoamento indispensáveis à identidade geográfica do seu reino. Com uma vida que ronda seguramente os mil anos, Proença-a-Velha é uma das mais antigas povoações de Portugal. Temos notícia da sua existência desde os alvores da nacionalidade, quando o rei Afonso Henriques desenvolvia a sua política de recuperação e povoamento indispensáveis à identidade geográfica do seu reino.

Foi precisamente no reinado de um outro Afonso, o 2º de Portugal, que D. Pedro Alvites, mestre dos Templários deu foral  a Proença,  em Abril de 1218.  Este Foral é considerado como um dos diplomas de maior importância para o estudo dos municípios portugueses nos primórdios do nosso país. Em 1 de Julho de 1510 D. Manuel I concedeu foral novo a Proença-a-Velha, naquela que terá sido a época do grande apogeu desta povoação.

 

Deixo-vos uma quadra, cantada vezes sem conta nas festas e romarias desta antiga vila!

Ó Proença pequenina
Duas coisas te dão graça
É a Torre do Relógio
E o Pelourinho da Praça.

 

 

Percurso: Covilhã, Fundão, Alto Gardunha, Vale de Prazeres, Orca, São Miguel de Acha, Proença-a-Velha, Pedrogão, Penamacor, Meimoa, Benquerença, Escarigo, Capinha, Peroviseu, e Covilhã.

 

SAÍMOS DOS ARCOS ÀS 8H 30M.

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publicado por José Cavaca às 04:27

Ácido láctico.

Terça-feira, 25.10.11

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Até pouco tempo atrás, muitos técnicos, médicos, educadores e leigos acreditavam que o ácido láctico era responsável por uma série de problemas atléticos: fadiga, músculos doloridos ou cãibras, limiar anaeróbico e débito de oxigênio.

Em termos simples:

O ácido láctico é aquele "produto" que te provoca as dores musculares quando levas um empeno. Quando o nosso organismo realiza um esforço para o qual o oxigénio, que inspiramos não é suficiente para fornecer a energia muscular necessária, começa a formar-se o tal acidozinho também conhecido por lactato.  Claro que se pode melhorar a resistência ao dito cujo. Normalmente isso faz-se através do chamado treino intervalado ("séries").

 

 

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Ácido láctico, nem bom, nem péssimo

O ácido láctico é um subproduto do metabolismo anaeróbio. E o que é metabolismo anaeróbio? De uma forma mais simplificada, existem dois metabolismos energéticos: o metabolismo aeróbio e o metabolismo anaeróbio. O metabolismo aeróbio é aquele em que a quebra da glicose com uma molécula de oxigénio fornece energia:

Glicose + Oxigénio ® CO2 + H2O + Energia

No metabolismo anaeróbio a quebra da glicose ocorre na ausência de oxigénio formando ácido láctico:

Glicose ® Ácido Láctico + Energia

O metabolismo aeróbio fornece maior quantidade de energia do que o metabolismo anaeróbio. Esses metabolismos actuam conjuntamente durante a actividade física. A predominância de um sobre o outro se dá conforme a duração e a intensidade do exercício. Exercícios de baixa intensidade e longa duração tem uma predominância do metabolismo aeróbio, havendo, portanto, uma baixa concentração de ácido láctico. Exercícios de alta intensidade e curta duração têm um predomínio do metabolismo anaeróbio, ocorrendo aumento na concentração de lactato. O ácido láctico, por ser ácido, diminui o pH da célula, inibindo as reacções enzimáticas que ocorrem dentro da célula. Na percepção geral do corpo, o indivíduo passa a ter uma sensação de fadiga generalizada, sentindo o corpo "pesado", iniciando uma hiperventilação (a pessoa começa a ficar ofegante). Quanto melhor treinado aerobicamente o indivíduo, menor será a produção de ácido láctico. Bem, até agora, vimos o ácido láctico como sendo mau para o nosso rendimento. Mas, e quando ele se torna benéfico? 

 

 

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Outra forma de diminuir a concentração de ácido láctico pelo organismo é aumentando a remoção dessa substância. O ácido láctico pode ser removido pelo suor, pela urina, tapado pelo bicarbonato ou ainda utilizado como substrato energético pelo fígado e pelo coração. Nesses dois últimos casos, vemos que uma molécula de lactato pode também ser utilizada como forma de energia, sendo de grande valia para o organismo. Existem testes, como por exemplo o teste de lactato ou teste eroespirométrico, que identificam o ponto onde a produção de lactato é maior que a remoção, ocorrendo um aumento na concentração de lactato o que chamamos de limiar anaeróbio. Enfim, como tudo na vida tem dois lados, o ácido láctico não é diferente. Além de causar a sensação de cansaço e mal estar
durante o exercício, ele também é utilizado como fonte energética. 

 

 

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O atleta ou o ciclista deve aprender a lidar com o ácido láctico de forma eficaz. O principal objetivo das estratégias de treino deve ser minimizar a produção de ácido láctico.

 

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Resumo

O ácido láctico é um importante metabólito. É uma substância usada para sintetizar o glicogênio. A oxidação do ácido láctico é uma importante fonte de energia. Em células musculares altamente oxidativas, assim como as células cardíacas e fibras musculares esqueléticas oxidativas, o lactato é a fonte preferida de energia. O ácido láctico é também um poderoso ácido orgânico e seu acúmular pode resultar em sensações de cansaço e inibição da concentração muscular. Os atletas sob treino de alta intensidade e longa duração necessitam de bom balanceamento na produção e eliminação de ácido láctico. Este desenvolverá a capacidade vascular necessária para maximizar o transporte de oxigênio e, portanto, minimizar a produção de ácido láctico, além de transportar o ácido láctico produzido para os pontos de eliminação. O treino de longa duração é necessário para desenvolver adaptação das enzimas dos tecidos, o que maximizará o uso de ácidos graxos na energia (o que auxiliará a minimização da produção de ácido láctico a partir de carboidratos) e para maximizar a eliminação de ácido láctico.

 

Então fica sabendo que...

O tempo em que estás em cima da bici, só te surgem grandes e boas idéias. Esse fato tem tudo a ver com o exercício. Fazer ciclismo regular, gera uma melhoria significativa da memória, habilidades mentais, e muitas outras musculares... Porém, isso regride quando páras de o praticar.

 

Vamos lá para a estrada!

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publicado por José Cavaca às 12:41

III Marcha Cicloturista Carlos Sastre.

Segunda-feira, 24.10.11

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Nuno Marques, ao centro, representou-nos em Espanha numa das mais duras marchas cicloturistas, a 3ª Marcha Cicloturista Carlos Sastre.

 Cobre uma distancia de 124 kilómetros com saída e chegada na localidade abulense de El Barraco. O percorrido passa por três importantes puertos(Navalacruz, Barajas(Foto), San Juan) e numerosas localidades em volta de la Sierra de Gredos.

 

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Nuno terminou a marcha em 363º lugar entre 1053 finalizadores.

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publicado por José Cavaca às 08:59

Parabéns Estrela Bike Aventura.

Domingo, 23.10.11

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A este grupo, ainda se juntaram mais de uma dezena de ciclistas que chegaram mais tarde.

Como é obvio, sería mais fácil escrever o nome dos simpatizantes ausentes.

 

Bonito e adequado percurso escolhido pela organização: Boidobra, Covilhã, Canhoso, Teixoso, Sra do Carmo, Caria, Monte do Bispo, Três Povos, Capinha, Peroviseu e Boidobra.

 

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Já com o Sol como companheiro, ultimavam-se os preparativos.

 

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Alguns planeavam antecipadamente as fugas.

 

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Partida real à saída da Boidobra.

 

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Entrada na Covilhã, e com o devido "respeito" o pelotão seguia compacto.

 

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Como alguém diz, poucos mas bons,,, mas podiam ser muito mais, esta organização merecia!

Em suma, não foi necessária nenhuma cimeira para organizar uma clássica,,, nem tão pouco pagamento de inscrições.  

 

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Passagem no Teixoso, terra do nosso amigo António Sá que comanda o pelotão.

 

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E não fosse ele, eu sería uma vez mais o único provideo.

 

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Muito nos agradou esta manhã de ciclismo, há muito que ninguém nada fazia.

 

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Passagem na nossa tão bem conhecida Sra do Carmo.

 

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Chuva, só ameaças,,, nem pinga. Temperaturas entre os 12 e os 20 graus.

 

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Colegas que já nos acompanharam em outras voltas, também marcaram presença.

 

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Ricardo e Sérgio, também de outros tempos, mas que tudo fizeram para estar presentes.

 

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Procuramos acomodar-nos sempre ao humor das pessoas com quem praticamos ciclismo;

Assim não  necessitas esforça-te para chegares primeiro.

 

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Passagem em Caria. É uma povoação muito antiga, tendo-lhe sido atribuído foral por D. Manuel I em 15 de Dezembro de 1512, sendo portanto nesse tempo um Concelho autónomo.

 

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Pedalava-se aqui rumo ao Monte do Bispo.

 

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A grande vitória deste grupo, foi a participação. Só fez falta quem participou.

 

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Saber viver e conviver com cicloturistas também é arte,,,  

 

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Proximo do abastecimento.

 

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Descia-se para os Três Povos.

 

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Aqui a organização tinha uma grande mesa com abastecimentos líquidos e sólidos.

 

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Um bom e requintado abastecimento,  tudo oferta da organização.

  

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Depois da volta, um almoço convívo ao qual por motivos de trabalho não estive presente.

 

À Estrela Bike Aventura, em especial ao amigo Brito, o nosso muito obrigado pela simpatia, carinho, e estima com que fomos recebidos.

 

MUITO OBRIGADO

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publicado por José Cavaca às 12:54

De Covilhã por Santa Teresinha...

Sábado, 22.10.11

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Com firmeza e muito ânimo para suportar alguma insensibilidade que esta volta continha, apresentaram-se no Periferia às 8h e 30m, o Guilhermino, José Cavaca, e Bruno Fernandes.

 

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Perfil da Volta

 

 Fique a saber que  Casal de Santa Teresinha tem aproximadamente 20 pessoas, 80% dos quais se encontram reformados.
A população mais jovem resume-se apenas um casal com 3 filhos pequenos ainda na escola.
Recentemente houve uma melhoria na qualidade de vida com o alcatroamento da estrada, passando as descocações a serem feitas de maneira mais confortável e rápida. Tem a casa do povo, que abre esporadicamente aos dias de mais movimento. Como não há nenhum estabelecimento comercial as compras são feitas a um vendedor ambulante.
 

Pedalamos por, Paúl, Ourondo, Aldeia de São Francisco de Assis, Barroca Grande, Minas da Panasqueira, São Jorge da Beira, Casal de Santa Teresinha, Sobral de São Miguel, Pedras Lavradas, Unhais da Serra, e Covilhã.

 

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Saímos da Covilhã com temperaturas muito agradáveis.

 

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Já próximos do Paúl, a nossa Serra da Estrela como fundo.

 

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Vila do Paúl,  foi elevada à categoria de vila em 1989. A 24 km da sede de concelho, na vertente sul da Serra da Estrela, o Paul é uma das mais históricas e tradicionais freguesias do concelho da Covilhã e de Portugal.

 

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Seguiu-se Ourondo, nesta freguesia, situada na margem direita do rio Zêzere, e na margem esquerda da ribeira do Caia, se avistam os cumes da Estrela e da Gardunha, da serra da Cebola e, mais próximo, a serra da Maúnça.

 

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Obras na N512, e pelo que tivemos oportunidade de ver, vão deixar esta estrada muito convidativa a voltas por toda esta zona. Finalmente!

 

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Aldeia de São Francisco à vista. Começavam aqui as durinhas rampas desta volta. O nosso amigo Belchior já tinha avisado, se vai familiarizando connosco, ele próprio caracterizou esta volta como durinha.

Esta aldeia está situada na vertente sul da cordilheira montanhosa da Serra da Estrela, nos contrafortes sul da Serra do Açor, a uma altitude de 700 metros, tendo muito próximo o rio Zêzere. Antiga Bodelhão, a Aldeia de São Francisco de Assis, dista cerca de quarenta quilómetros da Covilhã, sede de concelho. Numa área que se aproxima dos vinte e três quilómetros quadrados, distribuem-se os lugares de Aldeia de S. Francisco de Assis , Barroca Grande e Parada.

 

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Mesmo a subir, depressa chegamos à Barroca Grande, é aldeia do Couto Mineiro das minas da Panasqueira mais importante, ficando aqui sitiada a sede da Beralt Wolframio.

 

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Parei para fotografar uma das maiores minas de volfrâmio da Europa.

A frente de prospecção está aqui na na Barroca Grande.

 

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E continuamos sempre a subir.

 

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Para finalmente descermos um pouco até São Jorge da Beira. Esta freguesia (Cebola) espraia-se na vertente da serra do Picoto de Cebola. Desconhecemos as origens de São Jorge da Beira. No entanto, pensa-se ser uma povoação antiga. Uma terra de pastores, carvoeiros, ferreiros. Terá servido de entreposto comercial de segunda categoria às rotas comerciais que pela Serra de Cebola passavam (Rota da Lã, Rota do Sal, Carvão…).

 

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E novamente a subir, agora rampas de 15% que antecedem a nossa Santa Teresinha.

 

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Bonita a nossa aldeia, como será Casal de Santa Teresinha às duas da manhã!!!

 

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Toda esta região,,, tão bela como dura para a pratica do ciclismo.

 

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Seguiu-se Sobral de São Miguel, antes era Sobral de Casegas. Passou a nominar-se Sobral de São Miguel depois do dia 27 de fevereiro de 1970 por Decreto-Lei n.º 69/70 de 27 de Fevereiro.Hoje em 2007 é uma aldeia que continua a ser agradável, com alguns jovens e menos jovens que resistem com coragem tentando guardar uma tradição. Aldeia típica de construções de xisto mesmo ao pé da serra do Açor, ideal para passeios pedestres e muito mais.

 

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Aqui começava a mais longa subida, agravada pelo "mau caminho" que liga esta povoação às Pedars Lavradas, nem parece que estamos no Sec. XXI.

 

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Alto das Pedras Lavradas. Aqui a 950 metros de altitude fazia frio.

 

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Passagem em Unhais da Serra. Aqui, sob forte chuvada, resolvemos ir para casa.

Manhã fabulosa de ciclismo, com uma volta totalmente sortida no que respeita a terreno.

Obrigado companheiros.

 

 

Amanhã há mais??? será que chove???

 

Na Boidobra às 8h 30m.

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publicado por José Cavaca às 06:53

Manhã distinta, e com estreia.

Quinta-feira, 20.10.11

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Prezaram-se em estar presentes para esta manhã de ciclismo e de regozijo, Bruno Fernandes, Fernando Caetano, ( o meu filho João Cavaca, estreante), Fernando Prata, Nuno Marques, Paulo Jesus, José Cavaca, Jorge Medeiros, e o amigo António Silva. Mais tarde juntaram-se Zé Carlos, João Dias, e António Dias. O nosso amigo Lourenço ainda nos cumprimentou a todos, mas não está na foto por motivos de trabalho. 

 

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João Cavaca,  praticante de ciclismo noutra vertente, fez hoje estreia nas nossas voltas.

 

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Nas primeiras pedaladas desta manhã,  a companhia do vento era evidente.

 

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Em Vale Formoso a primeira dificuldade do dia, facilmente ultrapassada.

 

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Vale Formoso é uma pequena freguesia do concelho da Covilhã, com 11,49 km² de área e 640 habitantes. Designou-se Aldeia do Mato até 1949

 

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Andamento ronceiro, é que conversa e boas temperaturas convidavam a isso mesmo.

 

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Passagem em Vale de Amoreira. Muito embora não haja notícia alguma directamente relacionada com o território desta freguesia, por volta do século XII, não é de excluir a hipótese de ela já ter sido povoada, em épocas anteriores à Nacionalidade, a crer pelos fortificados castrejos da região e, especialmente, da vizinhança de Valhelhas, povoação que demonstra maior antiguidade.

 

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Manhã preciosa em todos os aspectos,,, até para por a conversa em dia.

 

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Sameiro, situado na margem esquerda do rio Zêzere,conta com cerca de 600 habitantes e 486 recenseados (excluindo pois a população emigrante), dista de Manteigas 6 Km. Senso sob o ponto de vista administrativo, a terceira Freguesia (Formando um conjunto das quatro do concelho) Sta Maria, S.Pedro, Sameiro e Vale de Amoreira.

 

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Estilo não lhe falta, quem o estimule também não,,, pode ser que vá adiante.

 

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Depois de passar Sameiro...

 

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... a lindíssima vila de Manteigas. Situada a aproximadamente 700m de altitude, num vale glaciar da Serra da Estrela, onde corre o rio Zêzere, a Vila de Manteigas, sede de concelho, é conhecida pela sua afamada indústria têxtil, e hoje em dia, pelo desenvolvimento turístico, dada a importância nesta área da Serra da Estrela. A região prima por uma beleza natural única, com paisagens absolutamente magníficas, que forneceram ao longo dos séculos a região com a matéria prima necessária para a produção dos seus produtos típicos: as pastagens para os rebanhos originarem a lã para os famosos têxteis e o leite para o conceituado Queijo da Serra da Estrela.

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Em Manteigas,  depois da visita aos nossos amigos Medeiros e Lourenço e da entrega de uma lembrança da nossa ída a Palmela, fomos tomar um cafézinho aos Bombeiros Voluntários de Manteigas.

 

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De novo a pedalar, agora no sentido inverso, ao encontro do amigo Zé Carlos.

 

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Zé Carlos que nos mantem estupefactos com a forma alcançada.

 

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A estrada, a paisagem, e a pendente a descer convidavam a bons andamentos. 

 

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Até o "biriattus" o nosso amigo Paulo, se associou à festa.

 

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Não nos devemos protejer a construir muros, mas cercando-nos de amigos.

 

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Bruno Fernandes, um exemplo circunspecto.

 


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António Dias e João Paulo Cavaca,,, grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações.

 

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Valhelhas foi vila e sede de concelho entre 1187 e 1855. Tinha, em 1801, 1374 habitantes. Tinha então 3 freguesias: Gonçalo, Valhelhas e Vale de Amoreira. Em 1849 tinha 4802 habitantes. Nessa época tinha, para além das antigas freguesias, as freguesias de Famalicão, Aldeia do Souto, Sarzedo, Aldeia do Mato e Verdelhos.

 

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Geralmente pedalamos muito pelos nossos interesses,,,  por vezes convém virar a página,,,  0 espírito enriquece com o que recebe, o coração com o que dá. 

 

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Manhã na reta final,,, nem havia ambição de voltar para casa.

 

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Mas antes de terminar, tivemos a visita do Sérgio que conduzia aquele camião vermelho.

 

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E a nossa chegada ao ponto de partida. Em meu nome e do João Paulo Cavaca, pela manhã que hoje os amigos facultaram, devo a todos uma atitude de agradecimento,  temos momentos brilhantes, mas a maioria deles são graças aos amigos que nos acompanham.

 

MUITO OBRIGADO A TODOS.

 

 

Sabado volta de Santa Teresinha. 

saída do Períferia às 8h 30m.

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publicado por José Cavaca às 13:19

Amanhã, Covilhã Manteigas.

Quarta-feira, 19.10.11

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(foto arquivo)

 

Amanhã vamos até Manteigas.

 

Quando um ciclista tem força de vontade, até os Deuses dão uma ajuda.

Contamos convosco.

 

 

SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8H 30M.

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publicado por José Cavaca às 06:27


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