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Obedecer aos limites.

Quarta-feira, 31.08.11

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Para uma manhã calma e tranquila compareceram, João Dias, Zé Carlos, José Cavaca, Alfredo Ferreira, e António Silva.

Hoje, algo condicionado por uma dor nas costas,  o percurso que melhor se adapou às circunstâncias foi o seguinte: Covilhã, Caria, Casteleiro, Terreiro das Bruxas, Sra da Povoa, Escarigo, Capinha, Peroviseu e Covilhã, totalizando 85km.

 

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Quanto ao clima, não podia estar melhor.

 

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Quanto à determinação, melhor também era impossível.

 

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O nosso Zé, que ontem regressou de ferias, também vinha com desejos ardentes de pedalar!

 

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Até o amigo António, que como sempre,  facilmente se associou à nossa conduta.

 

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E eu tinha tempo para fotografar a transmissão da bici.

 

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Melhor??? é difícil.

 

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Um pelotão em sentido contrário, obriga a paragem.

 

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E deu para fotografar o chefe de fila.

 

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Novamente pés nos pedais, e toca a pedalar.

 

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A ritmo de recuperação, seguia-se agora para a Capinha.

 

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Entre os raios, Zé Carlos e Alfredo Ferreira.

 

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O amigo Alfredo, jovem de 72 anos, estreou-se hoje nas nossas voltas. Bem vindo.

 

 

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Limitado pela dor nas costas, restringia-me a fotos diferentes.

 

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Proximo da Capinha, Alfredo comandava.

 

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E proximo da Capinha, uma chuvada artificial.

 

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Passagem na Capinha.

 

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E a nossa chegada à Covilhã. 

Mais uma vez, obrigado companheiros pela excelente manhã de ciclismo e convívio.

 

SÁBADO SE ESTIVER MELHOR, HÁ MAIS CICLISMO.

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publicado por José Cavaca às 12:58

De Covilhã a Fátima.

Sábado, 27.08.11

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Determinados para uma sagrada viagem a Fátima, o Palmeirão, Marco Melo, José Cavaca, e Bruno Palmeirão.

Saímos da Covilhã às 7h 45 minutos e  pedalamos por, Fundão, Souto da Casa, Partida, Almaceda, Foz Giraldo, Estreito, Oleiros, Sertã, Cernache do Bonjardim, Peralfaia, Junqueira, Ceras, Tomar, Alburitel, Vila Nova de Ourém e Fátima, cidade onde chegamos pelas 16h e 10m num total de 212km. O amigo Palmeirão e o Marco chegaram com cerca de 235km porque o local de partida foi em Belmonte.

 Pois é, Fátima é uma cidade que pertence ao Distrito de Santarém, na região Centro (depois da extinta/antiga Vale do Tejo) e sub-região do Médio Tejo. Sua fama mundial se deve ao fato de que, em 13 de maio de 1917, a Virgem Maria apareceu aos pastorinhos, na forma de Nossa Senhora de Fátima.

A nível eclesiástico, a cidade é simultâneamente sede de diocese com a cidade de Leiria. O nome foi modificado pelo papa João Paulo II a 13 de Maio de 1984.

 

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Germinava o dia, e enquanto esperava pelo Palmeirão registei a bici que me levou até Fátima.

 

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Marco e Palmeirão na longa subida para Foz Giraldo.

 

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Zona airosa e durinha entre Foz Giraldo e Estreito.

 

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A descida para o Estreito incitava a bons andamentos.

 

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Aproximação a Oleiros. Esta Vila é sem dúvida, o núcleo central da hierarquia, porque ele não só polariza a actividade económica e administrativa do concelho, como também e o mais significativo número de equipamentos colectivos e de apoio à actividade sócio-económica.

 

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Palmeirão e Marco Melo, dois elementos impetuosos na estrada.

 

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Rolava-se agora rumo a Cernache.

 

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Muito proximos de entrar em Cernache, as temperaturas de 34 graus faziam alguma mossa.

 

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E aí está a linda vila de Cernache do Bonjardim que pessoalmente conheço muito bem.  Frequente e erradamente referido como Sernache do Bonjardim, é uma vila do concelho da Sertã. Situada geograficamente no centro do país, Cernache do Bonjardim, pertence administrativamente ao concelho da Sertã, integrando a Unidade Territorial do Pinhal Interior Sul, distrito de Castelo Branco. A cerca de 9 km da sede de concelho, situa-se ainda a 40 Km de Tomar, local onde passaríamos mais tarde,  e a cerca de 80 Km de Castelo Branco e Coimbra.

 

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O bom ritmo destes companheiros, faziam-me  prever uma chegada dura e de paciência.

 

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Mas para atenuar a pena, o laborioso e assíduo apoio da família Palmeirão nunca nos faltou.

 

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Descia-se agora a alta velocidade para Tomar.

 

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Centro de Tomar, cidade onde viemos parar por uma informação que nos foi dada, mas que merece ser visitada, é atravessada pelo Rio Nabão, que é afluente do Rio Zêzere, estando incluída na bacia hidrográfica do Tejo, o maior rio da Península Ibérica.

Situa-se na parte norte da região mais fértil de Portugal e uma das mais férteis da Península Ibérica, a lezíria ribatejana.

 

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Depois de passar Vila Nova de Ourém, o obectivo estava quase concluído.

 

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Santuário de Fátima à vista...

 

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Terminada a etapa, há que colocar as bicis no local certo para o regresso à Covilhã.

 

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Mas não posso deixar de agradecer, e tal como no passado ano, à esposa de Palmeirão, Exma Sra Piedade, que além do incansável apoio durante todo o percurso, ainda nos ofereceu esta rica e repleta mesa de alimentos.

 

 

Muito obrigado a todos por mais um grande dia de ciclismo.

Agradeço também ao Simões o apoio dado via telemóvel.

 

José Cavaca

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publicado por José Cavaca às 05:19

Covilhã Fátima é já amanhã.

Sexta-feira, 26.08.11

(Foto arquivo da ída a Fátima em 6-11-10)

 

 Partida dos Arcos às 7h 30m.

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publicado por José Cavaca às 05:09

A outra face da Ramela.

Quarta-feira, 24.08.11

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Às 8h 30m, Palmeirão, Fernando Caetano, eu Cavaca, e Kevin Sá, saímos da Sra do Carmo rumo à Ramela pelo lado mais fácil, mas que de fácil tem pouco,,, agora imaginem o mais difícil.

Esteve uma manhã simplesmente impecável, exatamente idêntica à boa companhia.

Percurso: Covilhã, Sra do Carmo, Orjais, Benespera, Aldeia Nova, Ramela, Aldeia Nova, Panoias de Cima, Adão, Pega, sabugal, T. das Bruxas, casteleiro, Caria e Covilhã, totalizando 118km  magníficos.

 

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Passagem em Orjais, uma freguesia do concelho da Covilhã, com 15,55 km² de área e 859 habitantes, dos quais Fernando Caetano está incluido.

 

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Aproximação a Benespera.

 

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Benespera é uma aldeia da Beira Alta, pertencente ao distrito e concelho da Guarda.
Localiza-se num vale bastante acentuado, como que num poço, rodeado por serras que lhe limitam a profundidade da linha do horizonte. Tudo à sua volta é serra. A freguesia da Benespera tem um território muito disperso. É constituída pela povoação principal, conhecida por povo e por muitas quintas anexas (Mónica, Varista, Carvalha, Portela, Fonte Boa, Besteiros, S. Domingos, Quinta de Baixo, Quinta do Porto, Quinta do Quelhas, Quinta da Formiga, Amieiro Longo, Redadeira, Quinta Nova, Rebulal, Moinho Novo, Cantina, Arraçaio, Sernadas e Feiteira). O território desta freguesia é delimitado a Norte pelas freguesias de Ramela e Panoias, do lado Sul pelas freguesias de Maçainhas de Belmonte e Bendada, do lado Nascente pelas freguesias de Santa Ana e Pousafoles e do lado Poente pela freguesia da Vela.

 

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Seguiu-se a Aldeia Nova. Há mais de 10 anos que vamos afirmando,,, este ano a estrada está melhor. Negativo! É lamentável que toda esta encosta não mereça um pouquinho de atenção da parte das entidades competentes... por favor, até de carro é difícil transitar, estamos no Séc. XXI.

 

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E a nossa bem conhecida Ramela, só que nós seguimos em frente. É que à esquerda não era nada convidativo.

Ramela situa-se na Zona do Zêzere, fazendo fronteira com as freguesias de João Antão, Benespera, Vela, Aldeia do Bispo e Panóias de Cima. Ramela dista oito quilómetros da sede de concelho, sendo uma pequena aldeia situada no vale da Teixeira, edificada num pequeno promontório. Apresenta uma dimensão reduzida mas uma excelente paisagem para toda a área envolvente que corresponde ao vale.

A rede viária que liga Ramela a outras freguesias e à sede de concelho é considerada razoável. Quanto aos transportes públicos que servem a freguesia, estes são considerados suficientes para as necessidades da freguesia. A freguesia  congrega 179 alojamentos familiares, sendo a maior parte das casas construídas em pedra.

 

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Continuamos a subir, e à esquerda deste (caminho) um observador pouco atento aos ciclistas.

 

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Logo a seguir, Aldeia Ruiva. É uma aldeia tão pequena, que não vimos ninguém.

 

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Continuando a subir,,,,

 

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Lá chegamos à N233 rumo ao Sabugal.

 

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Agora mais a rolar, lá fiz um pouco de companhia ao Kevin.

 

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Kevin que hoje fez um treino com caracteristicas de recuperação.

 

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Chegada à cidade do sabugal. Tanto já aqui foi dito sobre esta bonita cidade, mas nunca é demais dizer que pertencente ao Distrito da Guarda, e tem cerca de 2 200 habitantes. Fica em Terras de Riba-Côa. É sede de um município com 826,70 km² de área e 14 871 habitantes, subdividido em 40 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Almeida, a leste pela Espanha, a sul por Penamacor, a sudoeste pelo Fundão, a oeste por Belmonte e a noroeste pela Guarda.

Foi elevada a cidade há pouco tempo,,, a 9 de Dezembro de 2004.

 

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E como agora a pendente era a descer, eu dava mais nas vistas.

 

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Mas as "Motas" nada toleravam.

 

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A não ser uma auto foto.

 

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E a famosa aldeia do Casteleiro.  Freguesia do concelho do Sabugal, com 26,73 km² de área e uma densidade de 14,2 hab/km². Situa-se no extremo ocidental do concelho, já em plena Cova da Beira, a cerca de 20 km do Sabugal. A origem etimológica da povoação está ligada ao facto de aqui procederem os canteiros e casteleiros que edificaram e fizeram a manutenção do castelo e fortificações de Sortelha. Do seu património cultural e edificado destaca-se a Igreja Matriz, as capelas do Espírito Santo, de São Sebastião e São Francisco e as fontes e cruzeiros espalhados pela freguesia. De destacar também o pórtico no Solar de José Lopes e a Quinta da Mimosa. Outros locais de valor paisagístico e natural são a Serra da Presa e a Serra da Opa, onde se identificam inúmeros vestígios de assentamentos castrejos.

 

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E quando tentava mais uma fuga, Fernando e Palmeirão largaram bidons.

 

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Já com os olhos em FÁTIMA, chegamos à Covilhã. Obrigado companheiros pela vossa presença.

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publicado por José Cavaca às 14:01

Ciclismo Inguias 2011

Segunda-feira, 22.08.11

 

 

O sucesso nunca é definitivo e o fracasso nunca é fatal.

A coragem é que conta.

 

 

José Cavaca

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publicado por José Cavaca às 11:06

Hoje, objectivo Inguias.

Sábado, 20.08.11

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Hoje às 8h 30m reuniram-se na Sra do Carmo para uma volta pela zona das Inguias, José Cavaca, Gonçalo, Brito, Berrincha, Vitor Rojão, Sílvio, Ângelo, Abel Barata, Pedro Santos, Prata, Palinhas, António Silva, Ilidio Soares, António Sá, Steve Sá, e Kevin Sá.

Sob forte vento e chuva, nada nos deteve de fazer a volta previamente planeada com saída da Covilhã e passagens por, Caria, Belmonte, Inguias, Caria, Belmonte, Ginjal, Orjais e Covilhã, totalizando 73km.

O nosso agradecimento aos colegas da Serragel que se deslocaram prepositadamente para nos acompanhar nesta pequena volta, mas grande em convívio.

 

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O muito vento e chuva à partida, associados ao bom e saudável ritmo de alguns colegas da Serragel, dificultavam fotos na vanguarda do grupo.

 

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A retaguarda do grupo também não dispensava inadvertências.

 

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Proximo das Inguias, a alta temperatura depressa secava a muita chuva que caía na estrada.

 

 

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E a chegada às Inguias. Aldeia que amanhã realiza mais uma das míticas provas de ciclismo.

Esta freguesia do concelho de Belmonte, com 15,05 km² de área e 846 habitantes, possui ainda duas anexas - Carvalhal Formoso e Olas.

 

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E como alguns colegas amanhã vão estar nessa prova, resolvemos percorrer alguns traçados.

 

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Esta é uma das estradas que amanhã também vai ser percorrida pelos ciclistas. 

 

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E eu lá ía fazendo das "tripas coração", para sacar uma foto da dianteira do grupo... isto depois de me ter deitado às 5h 30m, e me levantar ás 6h 20m,,, nada mau, dormi 50 minutos! 

 

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E mais uma passagem por Caria que é uma povoação muito antiga, tendo-lhe sido atribuído foral por D. Manuel I em 15 de Dezembro de 1512, sendo portanto nesse tempo um Concelho autónomo. Em 1644, o concelho de Caria era dependente do Concelho da Covilhã apenas no crime.
Com reforma administrativa em 1855, o concelho de Caria foi extinto passando a fazer parte do Concelho de Belmonte.

 

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De Belmonte também fazem parte estes dois amigos,,, o Sr António e o Sr. Ilidio.

 

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E Belmonte à vista, esta vila deteve foral em 1199 e está situada no panorâmico Monte da Esperança (antigos Montes Crestados), em cujo morro mais rochoso foi construído nos finais do séc. XII o seu castelo que juntamente com os castelos de Sortelha e Vila de Touro, formaram até à assinatura do Tratado de Alcanices (1297), a linha defensiva do Alto Côa, apoiada na retaguarda pela muralha natural da Serra da Estrela e pelo Vale do Zêzere.

 

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À saída de Belmonte uma pequena paragem junto à estátua em homenagem aos Bombeiros desta vila. A sua Inauguração foi em  07 de Março de 2004.

 

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Mas como é Domingo, há que chegar mais cedo a casa.

 

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Chegada à Sra do Carmo.

Grato pela vossa presença, em especial ao grupo Serragel da Boidobra.

 

 

MAIS CICLISMO, NA PROXIMA QUARTA FEIRA.

 

SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8h 30m.

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publicado por José Cavaca às 06:12

Hoje, por Alcains.

Quinta-feira, 18.08.11

Alcains, é uma freguesia do concelho de Castelo Branco com 37,09 km² de área e cerca de 5000 habitantes. É sede de uma freguesia em que a vila é a única localidade que dela faz parte. Faz fronteira com as freguesias de Lardosa, Escalos de Cima, Escalos de Baixo, Cafede, Póvoa de Rio de Moinhos e Castelo Branco. É uma das maiores vilas portuguesas, sendo a maior, não sendo sede de concelho, de todo o interior do país. Foi o pólo industrial mais importante do concelho, até meádos da década de 80 do Século XX.

A vila de Alcains foi até à década de 80 o principal pólo industrial do concelho de Castelo Branco, atingindo um grande desenvolvimento durante as décadas de 60 e 70 com a criação de várias empresas, algumas delas de nível nacional, como são o caso das Fábricas Lusitana, Dielmar e Sicel.

Para além das anteriormente referidas, há actualmente industrias ligadas às mármores e granito, à transformação de carnes, uma moderna unidade de produção do famoso Queijo de Alcains, entre outras. Alcains, é desde há muito reconhecida pela qualidade dos seus pastos e que se reflecte na qualidade do queijo que aqui é produzido.

 

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Às 8 horas compareceram para esta voltinha, José Cavaca, Abel Barata, Chico Mendes, Palmeirão, e João Martins. Diogo Fernandes veio a nosso encontro perto de Tinalhas.

Duas surpresas bastante agradáveis à partida, o Palmeirão e o João Martins, é que há muito não tinhamos o sofrimento de seguir a vossa roda!.

 Volta que nos levou a visitar, Fundão, Souto da Casa, Vale d' Urso, São Vicente da Beira, Tinalhas, Povoa de Rio de Moinhos, Alcains, Lardosa, Soalheira, Alpedrinha, Alto da Gardunha e chegamos à Covilhã pelas 12h.

 

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Fresquinho estava às 8 horas, 13 graus que serviram para atualizar conversa.

 

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Mas à saída do Souto da Casa perdemos dois elementos,  o João que teve de regressar mais cedo a casa, e o Chico que não se deu bem com o clima.

 

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Passagem em Vale de Urso. Freguesia que está em festa.

 

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A muito bom ritmo aproximavamo-nos de São Vicente da Beira.

 

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E eis a vila de São Vicente da Beira. Foi fundada por D. Afonso Henriques, em 1173, no âmbito da sua cruzada contra os Árabes, na Península Ibérica. As suas origens perdem-se na Idade do Bronze – cerca de 4.000 a.C. –havendo, ainda, muitos vestígios dessa época. Passaram por aqui os romanos, os suevos e os visigodos.   Situa-se na Beira Baixa, no sopé da Serra da Gardunha, a uma altitude de 700 metros. A uma distância de 30 km da capital de distrito, Castelo Branco, esta povoação oferece uma alternativa à zona urbana, razão pela qual nós a visitamos variadíssimas vezes.

 

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Mas logo a seguir, o nosso Diogo Fernandes apresenta-se e reforça a provideo...

 

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E que trio,,,  hoje eu estava condenado.

 

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Já com a companhia do sábio Diogo, entravamos em Tinalhas.

O curioso nome da freguesia surge pela primeira vez na documentaçăo oficial do século XIII. Pode ser o nome comum de alguma família que ali tivesse possessőes, ou entăo uma alusăo aos achados de antigas vasilhas e potes, "tinalias", provenientes de escavaçőes arqueológicas ali realizadas. Para além desses achados, foram descobertos também três machados de pedra polida, pedaços de sílex, uma pedra gravada, provalvelmente pré-romana, e um pequeno objecto de bronze. Todos estes achados revelaram ser da época romana e pré-romana, nomeadamente do Neolítico. Em 1165, D.Afonso Henriques doou as terras entre os rios Erge, Tejo e Zêzere à Ordem dos Templários, com o objectivo de povoarem a regiăo. Mais tarde, D.Afonso II fez nova doaçăo, a chamada herdade da Açafa ou da Cardosa. Esta herdade tinha como limites a Covilhă, a Norte; a ribeira de Alpeadre e o rio Ponsul, a Nascente; a regiăo de Ródăo, a Sul; e S.Vicente da Beira, a Ocidente.

 

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O amigo Palmeirão reaparece como uma moto,,, já tinha saudades de sofrer na sua roda! 

 

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Se uma roda já incomodava, duas ainda mais... hoje a do Abel estava imparável.

 

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Descia-se agora para a Povoa de Rio de Moinhos.

 

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Perto da Lardosa perdemos o amigão Diogo, este vive em Alcains e foi pelos Escalos de Cima.

 

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As longuinhas retas da N18 parecem não ter fim. Serra da Gardunha em frente.

 

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A simpática Vila de Alpedrinha, como se pode ver na foto, fica situada na encosta da Serra da Gardunha, a cerca de 556 metros de altitude, tendo a seus pés toda uma planície de beleza única, mas que faz muita mossa aos ciclistas. As origens da vila são remotas, existindo diversos vestígios do tempo de ocupação romana, mas também de ocupações ainda pré-históricas.
Alpedrinha é famosa por um dos seus naturais, D. Jorge da Costa, também conhecido por Cardeal de Alpedrinha ou por Cardeal de Portugal, que teve uma importante influência no não menos importante Tratado de Tordesilhas, e não só,,,, também por nós grupo de ciclistas lá passarmos varias vezes.

 

 

 

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Palmeirão e Abel subindo a a Serra da Gardunha que é uma elevação de Portugal Continental, com 20 Km de comprimento, 10 Km de largura e 1227 metros de altitude. Situa-se na Beira Baixa, Concelho de Fundão, Distrito de Castelo Branco. A Serra da Gardunha, também é conhecida por Guardunha (palavra árabe que significa "refúgio").

 

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E a passagem na minha terra Natal, o Fundão, que é uma cidade portuguesa do Distrito de Castelo Branco, região Centro e sub-região da Cova da Beira, com cerca de 8 369 habitantes. Ficam também a saber que a história do Fundão enquanto centro urbano preeminente é condicionada desde o inicio pelos Cristãos-Novos, assim como a dos concelhos vizinhos de Belmonte e da Covilhã. Após a expulsão dos judeus espanhóis (sefarditas) em 1492 pelos Reis Católicos Fernando e Isabela, grande número de refugiados veio a estabelecer-se na Cova da Beira, onde já havia minorias judaicas significativas.

 

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 Covilhã à vista, foram 110km de bom ciclismo, boa companhia, e dores nas pernas!!!

 

Sábado tenho trabalho, assim a

PROXIMA VOLTA É DOMINGO,  COM SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8h 30m.

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publicado por José Cavaca às 06:12

Hoje, de Covilhã a Monfortinho.

Segunda-feira, 15.08.11

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Às 8h 30m reuniram-se na Sra do Carmo, Sílvio, Sérgio Pinheiro, Kevin Sá, Paulo Jesus, Ricardo Abreu, Prata, Cavaca, Armando, Fernando Mendes, Fernando Caetano, Carlos Alberto, Manuel Paiva, e Bruno. Carlos Cavalheiro juntou-se ao grupo no Casteleiro.

 

Hoje um percurso que condicionava a participação de todos, pois os objectivos individuais eram muito diferentes.

Covilhã, Caria, Casteleiro, T. das Bruxas, Srada Povoa, Benquerença, Meimoa, Penamacor, Aranhas, Salvador, Penha Garcia, Monfortinho e Espanha. 

 

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Aquecimento ??? à saída marcava 24 graus.

 

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Mas a vontade de pedalar era muita, e a Covilhã ficava lá atrás.

 

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Depois de passar a Sra da Povoa, viramos à esquerda para a Benquerença.

 

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Com a Benquerença à vista, Sérgio exibe alguns dotes.

 

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E na Praia Fluvial da Benquerença, estranhamente não havia Café, tempo para uma foto.

 

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Mas na Praia de Maimoa o ambiente era outro,,, aqui sim, havia café e muito mais!

 

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O nosso cafézinho foi uma oferta do Carlos Cavalheiro(Avidesa), que veio ter aqui connosco.

 

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Mas hoje a manhã estava propícia aos comediantes...

 

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...que continuavam a mostrar excelentes qualidades à passagem por Penamacor!

 

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Mas, depois de Penamacor só segui eu e Carlos Cavalheiro para Monfortinho.

 

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Eu quase no alto de Salvador, 38 graus neste local. Foto do amigão Carlos Cavalheiro.

 

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Carlos Cavalheiro em Salvador. A freguesia fica situada no sopé das serras de Penha Garcia, a cerca de 12 Km do concelho de Penamacor. Segundo algumas fontes, Salvador esteve inicialmente situado no sítio da Quinta do Marquês da Graciosa; outras há, que apontam o sítio dos Covões, onde apareceram vestígios de casas, moedas, objectos de uso doméstico e sepulturas cavadas na rocha.

 

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Seguiu-se Penha Garcia, é uma freguesia do concelho de Idanha-a-Nova, com 128,57 km² de área e 928 habitantes. Altitude média: 480m.

 

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Panorâmica de Penha Garcia.  

A região é fértil em vestígios pré-históricos e romanos, estes últimos bem documentados nas ruínas da capela de S.Lourenço. De um castro lusitano, em que a serra de Penha Garcia é abundante, deve ter resultado a actual povoação. A penha, a ela sobranceira, deve ter sido fortificada desde a mais remota antiguidade. O seu altaneiro castelo deve ter sido mandado levantar por D. Sancho I que teve a clara intuição política de fortificar a Beira para a defesa do centro do País, contra os inimigos seculares, o leonês que estava para lá do Erges e o mouro para lá do Tejo. Ao fundo é visivel a estrada por onde pedalamos.

 

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E a nossa chegada a Monfortinho, localidade que faz fronteira com a Espanha.

É uma freguesia do concelho de Idanha-a-Nova, com 53,18 km² de área e 608 habitantes, bastante antiga, divide-se em dois lugares, destacando-se pelas Termas de Monfortinho com águas provenientes da Serra de Penha Garcia, aconselhadas para fígado e vias biliares, intestinos, pele e aparelho locomotor. Esta freguesia, localiza-se na Raia estando geograficamente separada de Espanha apenas pelo Rio Erges que ali nasce indo, posteriormente, contribuir para o aumento do caudal do rio Tejo, como seu afluente.

Aqui, o meu amigo Carlos regressou a Penamacor...

 

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Eu pedalei mais 4km e vim ter a este conhecido paraíso...

 

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Uma imersão bem diferente da habitual, extraíu todo o ácido láctico acumulado nos 110km.

 

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Termino com a foto do amigo Manuel Paiva, colega que hoje se estreou nas nossas voltas.

 

 

 PROXIMA VOLTA

PROVÁVELMENTE QUINTA FEIRA.

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publicado por José Cavaca às 08:33

Um grande dia, numa mejestosa Serra,

Sábado, 13.08.11

                              com explêndidos amigos!

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Um grande dia de ciclismo! 

Cooperaram para que fosse um grande dia de convívio e desporto, Chico Mendes, Ricardo Abreu, Steve Sá, António Sá, Zé Domingos, António Lebre, Kevin Sá, José Cavaca, Abel Barata, Bruno, David, Sérgio Pinheiro, e Bruno Lebre. Em Manteigas juntou-se o companheiro Sílvio que nos acompanhou durante o dia.

A saída foi da Sra do Carmo às 9h 30m, e sem que nada fizessemos por isso, tudo correu exatamente como planeado.

 

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E vamos para a estrada, que a nossa "Estrela" espera-nos.

 

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E perto de Vale Formoso,,, o duro trabalho no campo, aqui não há ciclismo.

 

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Valhelhas,,, ultimamente tem sido local frequente de passagem.

 

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Mas a adir a este grande dia, a estreia de um conhecido amigo,,, o nosso Bruno.

 

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António Sá na roda,,, mas que cara de contentamento!

 

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Mas hoje era mesmo dia grande,,, até o David fez questão de nos fazer companhia!

 

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Mas quem não estava pelos ajustes era Ricardinho,,, ao minimo descuido, ZZááázzzzzz.

 

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E Manteigas à Vista.

 

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Aproximação aos Bombeiros V. de Manteigas onde tomamos o cafézinho.

 

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Depois do Cafézinho, pedalaram-se então os 3,8k na N232, e à esquerda para Manteigas.

 

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E este sou eu, uma foto do nosso Kevin.

 

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Mas, era isto que todos desejavam veemente,,, o início da subida da nossa Estrela.

 

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De registo também a primeira subida à Serra do nosso jovem Bruno Lebre, parabéns.

 

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Também não passou despercebida a excelente evolução do António Sá.

 

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 Com os chefes de fila à frente, provideo controlava a retaguarda.

 

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Trepar esta montanha, um prazer de sofrimento!

 

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Esta roda já não cativou António Sá.

 

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Perto do Covão da Ametade. É uma depressão onde repousam sedimentos originando uma pequena planície naquilo que foi uma antiga lagoa de origem glaciar, aos pés do Cântaro Magro e logo acima do Covão de Albergaria, no início do Vale Glaciar que vai até Manteigas (o maior vale glaciar da Europa).

 

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Zé Carlos continua a surpreender, desta vez foi nas Penhas da Saúde,,, bolos para todos!

 

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E tal como previsto, foi nas Penhas que vimos passar pela primeira vez a Volta.

 

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Mas havia que cumprir o planeado,  o ponto mais alto de Portugal Continental esperava-nos.

 

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António continuou a dar cartas pela Serra acima. 

 

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E se a Estrela nos deixou de boca aberta, Steve Sá a outra estrela, ainda mais,,, que sublime esteve, que mestría!

 

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Mestria era também necessária para controlar esta gigante Bici.

 

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E com mestria os colegas escolheram um local...

 

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... para ver o mestre Ricardo.

 

Ultrapassada que está a grande dificuldade da Volta a Portugal, Ricardo Mestre está agora a um pequeno passo de conquistar a primeira "Portuguesa" da sua carreira.

 

(Prometido é devido,  provideo tem para oferecer aos presentes, 13 DVDs da etapa do dia.)

 

Assim terminou o nosso grande dia,,, muito mais fotos e assuntos ficaram por mencionar, mas penso que ficou uma pequena amostra deste  requintado dia.

 

PROXIMA VOLTA

 SEGUNDA FEIRA ÀS 8h 30m NA SRA DO CARMO. 

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publicado por José Cavaca às 19:28

Amanhã, uma volta para ver a volta.

Sexta-feira, 12.08.11

Cavaca

Plano provável para passarmos um optimo dia na Serra...

 

9h 30m, saímos da Sra do Carmo.

11h chegada a Manteigas, e tomar o cafézinho.

11h 30m subir 3,8k na N232 e virar à esquerda para Manteigas.

12h inicio da subida para os Piornos.

13h 15m reforço alimentar junto à Piscina, nas Penhas da Saúde.

14h 30m preparar para ver a passagem dos ciclistas nas Penhas da Saúde.

15h 30m inicio da subida para a Torre.

16h 30m escolha do melhor local.

17h 25m chegada dos ciclistas da Volta, à Torre.

 

Terminada a volta, regresso à Covilhã.

 

PROVIDEO oferece o DVD da volta aos que marcaram presença.

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publicado por José Cavaca às 05:11


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