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Na Bouça, recepção de ouro

Domingo, 31.07.11

                        carimbada a Pasteis de Nata.

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Há mais de 20 anos que não íamos à Bouça em bicicleta, mas a espera foi indemnizada! 

Pelas 8h 30m saíram da Covilhã, Ricardinho, Zé Carlos, António Sá, Steve Sá, o nosso Lebre, José Cavaca, Palinhas, e João Dias. Mais tarde juntou-se o nosso neo profissional Bruno Fernandes, e o trepador David Fernandes.

Percurso da volta: Covilhã, Tortosendo, Cortes do Meio, BOUÇA; Cortes de Baixo, Paúl, Ourondo, Silvares, Barco, Vales do Rio, Dominguiso e Covilhã.

 

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Poucos imaginavam à partida, que os gastos "calóricos" até à Bouça, seriam compensados.

 

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Steve Sá, hoje foi o emblema honorário do grupo.

 

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Imagem da subida suave para o Alto da Portela.

 

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Retaguarda do pelotão, era notório o "Poder do entusiasmo".

 

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Subida para as Cortes do Meio.

 

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A freguesia de Cortes do Meio estende-se desde o planalto das Penhas da Saúde até à planície do Ourondinho, com uma superfície de 48,19 Km. Situada entre as freguesias de Unhais da Serra, Paul, Peso, Tortosendo e Vila do Carvalho, a freguesia de Cortes do Meio é também confinante com o concelho de Manteigas e com algumas das freguesias urbanas da Covilhã. A 15 km da sede de concelho, Cortes do Meio está situada sobre o rio Paúl. Aqui nasce uma ribeira que a atravessa, passando pelo Paúl e que vai desaguar no rio Zêzere. Tem cerca de 15 km de curso.

 

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Depois das Cortes, a subidinha para a Bouça.

 

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E que bem esteve o nosso Palinhas.

 

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E perto da Aldeia da Bouça, parei para registar este bonito Vale.

 

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Na Bouça, que agradável recepção, o João Dias até repetiu!

 

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Chegada ao centro da Aldeia.

 

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Depois de estacionados os "veículos", vamos à festa!

 

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Esperava-nos o amigo Ilídio, proprietário deste estabelecimento, e umas deliciosas e gigantes NATAS, bem como as respetivas bejecas!

 

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Assim que se deu a PARTIDA REAL, "sumiram-se"!

 

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Novamente na rua para uma volta alegórica pela Aldeia.

 

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Percorremos algumas ruas...

 

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E atestámos depositos com água fresca numa histórica fonte.

 

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Passagem nas Cortes de Baixo.

 

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Logo a seguir, aparece o amigão "moto" Bruno Fernandes que nos fez companhia até final.

 

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Entrada no Ourondo, uma freguesia do concelho da Covilhã, com 9,21 km² de área e 416 habitantes. Densidade: 45,2 hab/km².

 

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Registo também para a fabulosa condição fisica na parte final da volta do nosso João.

 

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Passagem em Silvares, nome que deriva do termo latino - silva, que deu em português silva, silvar (Silvares, plural) em alguns dicionários com o significado “silveiral”.
Silvares é uma das povoações mais antigas do concelho do Fundão, que existe desde os primórdios da monarquia portuguesa.
Nos contrafortes da serra da estrela e na margem esquerda do rio Zêzere, situada num local conhecido como “Zona do Pinhal”,com cerca de mil fogos ocupa aproximadamente 20,9km. Elevada a vila no dia 21 de Junho de 1995, Silvares é hoje considerada a capital da zona do pinhal. O seu desenvolvimento começou por volta da 2ªGuerra Mundial, beneficiando da intensa exploração do volfrâmio nas vizinhas Minas da Panasqueira. Este importante couto mineiro era então considerado um dos mais ricos jazigos de volfrâmio do mundo e certamente da Europa. Ainda existe ligação ao couto mineiro da Panasqueira, em actividade, sendo o cabeço do pião, um dos pólos mais importantes e um lugar anexo da freguesia de Silvares.
Os gloriosos tempos do volfrâmio tiveram em Silvares reflexos imediatos. A grande mudança notou-se desde logo ao nível das condições: o tijolo e o cimento substituíram a palha e o barro. A freguesia não parou mais de crescer atingindo nos nossos dias um nível de desenvolvimento bastante acentuado que resultou na sua elevação a vila. Uma vila que apresenta uma economia florescente, um bom e diversificado leque de equipamentos e, entre todas as freguesias do concelho, é uma das que tem um maior número de instituições sócio culturais.

 Amigo Belchior, esta imagem é dedicada a si.

 

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E vamos para casa que os termómetros já marcam 35 graus.

Obrigadão companheiros pela rica manhã gastronómica, em que os sólidos foram uma oferta da Pastelaria "Dias e Pereira dos Santos" e os líquidos uma oferta do amigo Ilídio da Bouça.

 

PRÓXIMA VOLTA, NA TERÇA FEIRA.

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publicado por José Cavaca às 05:37

Volta mágica e inédita.

Sexta-feira, 29.07.11

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Nem parecia um dia de semana.

Juntaram-se na Sra do Carmo às 8h 30m, Fernando Mendes, Zé Carlos, José Cavaca, Fernando Feijão, Chico Mendes, David Fernandes, Kevin Sá, e Fernando Caetano que nos esperava em Orjais.

Ninguém deu por mal empregue o tempo que disponibilizou para esta volta "mistério", em que a estrada mágica entre Famalicão da Serra e Gonçalo, totalmente desconhecida por nós, foi toda uma surpresa. A beleza da Serra harmonizada com as rampas de 20%, subestimaram todo e qualquer esforço.

Percurso: Covilhã, Orjais, Vale Formoso, Valhelhas, centro de Famalicão, Gonçalo, Belmonte, Caria, Peraboa, Ferro e Covilhã.

 

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A minha chegada à Sra do Carmo registada pelo David Blanco, manifesta alguma nostálgia.

 

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Até a presença do amigo Feijão foi cooperante na lembrança de velhos tempos.

 

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Mas a vontade de pedalar era muita, e a estrada esperava ansiosa por nós.

 

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Passagem em Vale Formoso, e Kevin mostra qualidades de fotógrafo.

 

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Fernando Mendes comanda grupo na subida para Vale Formoso.

 

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Passagem no centro de Valhelhas, localidade pertencente ao concelho da Guarda, situada num lindíssimo vale, na margem esquerda do rio Zêzere e na direita da Ribeira de Famalicão, rodeada por uma paisagem serrana de vegetação fértil.
Valhelhas é uma povoação de origens bem antigas, tendo por aqui passado diversos povos que elegeram o seu fértil vale e rios como importantes meio de subsistência, como os Lusitanos, Iberos, Celtas, Cartagineses, Romanos, Bárbaros, Alanos, Visigodos e Muçulmanos.
Na Idade Média, Valhelhas foi doada à Ordem do Templo e aos seus frades, e posteriormente à Ordem de Cristo.

 

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À saída de Valhelhas tomámos uma bonita estrada para o centro de Famalicão.

 

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Nessa mesma estrada, não resisti em registar uma imagem real, característica e fascinante.

Quantas histórias este rosto nos contaría...

 

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Perto de Famalicão juntaram-se dois colegas que não cheguei a saber o nome. Colegas esses que foram subir para o alto de Famalicão pela estrada mais difícil. Agradeço a esses colegas que me enviem o nome, e nos informem em que condições essa durinha subida foi feita.

O nosso grande abraço.

 

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A nossa passagem em Famalicão da Serra. Situa-se na zona do Zêzere, fazendo fronteira com as freguesias de Fernão Joanes, Seixo Amarelo, Gonçalo e Valhelhas. Esta freguesia, com uma área total de 16 km2, dista a 18 km da sede de concelho.
Esta freguesia é um dos maiores aglomerados do concelho da Guarda, contudo encontra-se prejudicada por se encontrar implantada num vale, à ilharga da estrada municipal, mas mesmo assim não deixamos de lá passar.

 

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Aqui o momento em que deixamos a N18-1, para entrar numa verdadeira estrada aventura.

 

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Vimos informações sinaléticas de 10%, quando na realidade tem 20%,,, agora acredito que os declives em Portugal estão errados.

 

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Que maravilha!!!


 

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A meio da encosta já se avistava Gonçalo.

O nome da Vila de Gonçalo poderá ter tido origem em Gonçalo Peres, Mestre da Ordem de Alcântara, a quem pertenceu o termo de Valhelhas até ao Reinado de D. João I. Outeiro, foi a localidade que deu origem a Gonçalo.

Consta que os seus habitantes ofereceram grande resistência aos Romanos e outros povos invasores, pois a própria etnografia da Região mostra e documenta a presença dos Mouros, sobretudo pela existência de lugares como o Castelo dos Mouros, a casa da Moura e as lendas relacionadas com tesouros escondidos e lobisomens. É provável que a ocupação Romana tenha introduzido a cestaria em Gonçalo, aproveitando as vergas e os salgueiros que crescem por todo o lado em redor de ribeiros e riachos. Daqui irradiou para todo o País, pois podemos encontrar um cesteiro Gonçalense em qualquer cidade de Portugal!

A actual Vila de Gonçalo, pertenceu ao concelho de Valhelhas, que recebeu o Foral de D. Sancho I em 1188 e veio a ser extinto em 1855. 

 

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Centro da bonita Vila de Gonçalo.

 

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Passagem em Belmonte.

Para quem não sabe, Belmonte é um Concelho quase tão antigo como a Nacionalidade.

A vila de Belmonte teve foral em 1199 e está situada no panorâmico Monte da Esperança (antigos Montes Crestados), em cujo morro mais rochoso foi construído nos finais do séc. XII o seu castelo que juntamente com os castelos de Sortelha e Vila de Touro, formaram até à assinatura do Tratado de Alcanices (1297), a linha defensiva do Alto Côa, apoiada na retaguarda pela muralha natural da Serra da Estrela e pelo Vale do Zêzere.

 

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Há anos que não vestia esta camisola que me acompanhou na minha primeira ída a Lisboa.

Que sensibilidade !!!

 

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E um modo diferente de terminar esta bonita manhã...

 

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...fomos levar a casa o Fernando Mendes,,, e suspirou, "que bonita volta esta".

 

DOMINGO HÁ MAIS.

(Vamos às Cortes e Bouça)

 

SAÍDA DOS ARCOS ÀS 8H 30M.

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publicado por José Cavaca às 13:18

Alma ciclista em estradas verticais.

Quarta-feira, 27.07.11

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Às 8 horas saíram da Sra do Carmo, Fernando Caetano, António Silva, David Fernandes, Chico Mendes, e eu José Cavaca, para uma volta em que a beleza foi sinónimo de rigor e insensibilidade.

 Percurso: Covilhã, Orjais, Gaia, Benespera, Demoura, Carvalheira, Sortelhão, Guarda, Maçainhas, Barragem do Caldeirão, Corujeira, Trinta, Fernão Joanes, Valhelhas, Orjais e Covilhã, totalizando 118km.

 

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Boa disposição, e 24 graus às 8 horas isentaram-nos de aquecimento.

 

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Em Belmonte passagem sobre o Rio Zêzere.

 

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Primeiras rampas na Benespera, uma aldeia da Beira Alta, pertencente ao distrito e concelho da Guarda.
Localiza-se num vale bastante acentuado, como que num poço, rodeado por serras que lhe limitam a profundidade da linha do horizonte. Tudo à sua volta é serra, e nós confirmamos.

 

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Nós já no cume da Benespera,,, mas uma estrada sem melodia estava à nossa frente.

 

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Visiveis os 3 colegas que compadecem nos 20% de inclinação... eu fiquei a fotografar.

 

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Quase no cruzamento da estrada que nos levaria a Demoura.

 

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Os trepadores passearam-se com a nossa companhia.

 

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E de "postre", a subidinha até Demoura, mas as paisagens matavam o ácido lático.

 

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Para trás íam ficando metros de estrada contados ao milímetros.

 

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Entrada em Demoura.

 

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Demoura é uma pequena povoação situada a 850 metros de altitude, a 8km da cidade da Guarda, e com cerca de 80 habitantes.

Aldeia plana, muito verde, e com boas redes viárias.

 

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E em Panoias a cidade da Guarda já se avistava.

 

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Passagem no ponto mais alto da volta, Guarda.

 

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Ainda há poucos dias por aqui passamos, mas em sentido contrário.

 

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Se há pouco foi o ponto mais alto do dia, este é o mais agradável à nossa vista.

 

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Passagem na barragem do Caldeirão.  Está situada no concelho da Guarda, o projecto de construção foi feito em 1988 e a barragem foi inaugurada em 1993. Tem como objectivo o abastecimento de água e a produção de energia. É feita sobre as águas do rio Mondego.

 

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Em Valhelhas esperavam-nos Nuno Marques e Bruno Fernandes que nos fizeram companhia até à Covilhã.

 

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Termino com uma foto ao grupo que concluiu a volta na totalidade, e como fundo duas árvores muito curiosas,,, a junção das duas ao longo dos anos, fez uma aliança perfeita. Poderá haver mais casos iguais, mas não conheço.

 

 

SEXTA FEIRA SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8H 30M.

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publicado por José Cavaca às 13:27

Por Manteigas, e visita a Tiago Machado.

Domingo, 24.07.11

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Steve Sá, Helder Torres, António Silva, José Cavaca, Ricardo Abreu, Fernando Caetano, Carlos Alberto, António Sá, David Fernandes, Chico Mendes, João Dias, e Zé Carlos que se juntou mais tarde, foram os elementos que marcaram presença na Sra do Carmo, para uma volta com o propósito da finalização coincidir com uma visita a Tiago Machado, uma das referências do ciclismo nacional, personalizando uma geração de ciclistas, que tem obtido importantes êxitos internacionais, sendo uma das esperanças para uma renovação que tarda em surgir..

 Tiago, nasceu em Vila Nova de Famalicão em 18 de Outubro de 1985, tendo iniciado a sua carreira na Escola de Ciclismo Carlos Carvalho, passou pelo CC. de Barcelos, Escola de Ciclismo Fernando Carvalho, passando a profissional em 2006, então na equipa Carvalhelhos-Boavista, onde se manteve até final de 2009.

 

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Partida real na Sra do Carmo às 8h 10m.

 

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Entrada no Parque Natural da Serra da Estrela.

 

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O amigo Helder estuda o perfil da volta, e possível local de ataque.

 

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Aqui, o amigo Carlos Alberto, quase recuperado do braço esquerdo, volta de novo.

 

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Mas hoje apareceram caras que há muito não via.  O nosso grande Steve Sá.

 

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O trepador Ricardo Abreu.

 

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Este senhor com o amigo António Silva, cujo nome agradecia que alguém me informasse.

 

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O companheiro Tomás, que pela primeira vez pedalou na nossa companhia.

 

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Grupo compacto, pedalava-se com prazer numa das melhores zonas para pratica do ciclismo.

 

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Chegada a Manteigas. Depois do café e abastecimento de água, o regresso à Covilhã.

 

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Regresso feito com andamentos a lembrar velhos tempos.

 

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Depois da chegada à Covilhã, e mais de uma hora de conversa com o Tiago Machado, lá tiramos a foto para as gerações futuras.

 

Foi campeão nacional de c/relógio sub-23 em 2006 e em 2009 no escalão elite.

Vencedor do Prémio da Juventude na Volta a Portugal (2007 – 2008 e 2009).

Em 2008 venceu o Prémio Joaquim Agostinho.

Melhor classificação na Volta a Portugal 5º em 2009., ano em que ficou em segundo lugar na Vuelta a Astúrias.

Em 2010 entre na alta roda do ciclismo mundial com uma série de lugares entre os dez primeiros da geral individual, não participando na Volta a Espanha, para onde estava escalado, devido ao facto da sua equipa não ter sido aceite pela organização.

2010
2ª no, Circuit de la Sarthe
3º na Volta ao Algarve (vencedor do Prémio da Juventude).
3º no Critérium International (vencedor do Prémio da Juventude)
4º da Volta à Austria
6º da Volta à Romandia
7º da Volta a Castilla Leon
10º da Volta à Polónia

2011
2º do Giro del Trentino
5º do, Critérium International
6º, Volta ao Algarve.
7º Tirreno–Adriatico
20º Giro de Itália

 

Quero agradecer ao Tiago, a pronta disponibilidade que manifestou desde o meu primeiro contacto, para connosco conviver largos minutos.

 

De todos nós, vão os votos para que a Volta à Espanha te proporcione bons momentos.

 

Vamos estar todos a torcer por ti, e pelos Portugueses presentes. 

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publicado por José Cavaca às 13:32

Hoje, por Monte Margarida.

Quarta-feira, 20.07.11

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Saíram da Covilhã rumo a este Monte, José Cavaca, Fernando Caetano, e António Silva.

 

 Monte Margarida situa-se na Zona do Sudeste, fazendo fronteira com as freguesias do Marmeleiro, do Rochoso e com o concelho do Sabugal. Esta freguesia, com uma área total de 4,4 Km2, dista aproximadamente 24 Km da sede de concelho. Na globalidade, a rede viária está razoável, excepção feita à estrada que liga a freguesia ao concelho do Sabugal que nem alcatroada está. Quanto aos transportes públicos que servem a freguesia, as carreiras não são diárias; existem apenas duas às Segundas, Quartas e Sextas-feiras. No entanto, têm diariamente o Comboio, através do apiedeiro do Rochoso ou pela estação da Cerdeira do Côa. Monte Margarida com 62 alojamentos familiares é composta, na sua maioria, por casas em tijolo ou bloco, uma vez que já existem muitas casas novas fruto da emigração.

Pedalamos por, Orjais, Guarda, Sortelhão, Adão, Monte Brás, Marmeleiro, Penedo da Sé, Monte Margarida, Peroficós, Rapoula do Côa, Roque Amador, Quintas de São Bartolomeu, Sabugal, Santo Estevão, Caria e Covilhã, totalizando 135km.

 

 

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E toca a pedalar, que o calor vem aí.

 

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E a escolha desta volta está relacionada com o calor, é que para Norte está mais fresco.

Cidade da Guarda à vista.

 

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Entrada em Adão.

Adão situa-se na Zona do Sudeste, fazendo fronteira com as freguesias de Vila Fernando, Santana D'Azinha, Pega, Carvalhal Meão e Marmeleiro. Esta freguesia, com uma área total de 22 Km2, dista 11 Km da sede de concelho.

 

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Em Adão viramos à esquerda para Monte Brás.

 

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Passagem em Monte Brás.

 

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Pedalava-se agora para o Marmeleiro.

 

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Marmeleiro fica situado na margem esquerda do rio Côa, a cerca de 25 Kms da cidade da Guarda, sede do concelho.
Ficam-lhe próximas as freguesias de Adão (5Kms), Monte Margarida (7Kms), Carvalhal Meão (6Kms) e Vila Fernando (3Kms).

 

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Centro de Marmeleiro.

Integram a Freguesia as anexas de Monte Brás, Quinta de Gonçalo Martins e Penedo da Sé. Marmeleiro foi comenda da Ordem de Cristo. Em 1822 era uma das freguesias mais povoadas do concelho. Em 1810 sofreu duros golpes e consequências drásticas com as Invasões Francesas (que aqui estabeleceram patrulhas), sobretudo na vertente demográfica e económica.

 

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Seguiu-se Penedo da Sé.

 

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Centro de Penedo da Sé.

 

E o que consegui saber desta freguesia, é que está  muito actualizado.

  Famílias de Penedo da Sé fazem contas à vida e voltam a cozer pão.

 Forno público ajuda a combater a crise

 O forno público de Penedo da Sé, no concelho da Guarda, tem sido muito utilizado nos últimos tempos. Desde que a anterior Junta de Freguesia, presidida por Maria José Sanches, procedeu á recuperação, o equipamento ganhou nova vida e são muitas as famílias que ali cozem o pão para gasto de casa.

 

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E eis a terra que foi razão da nossa volta, o  Monte Margarida.

 

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Já sabemos algo desta freguesia, mas falta saber que tem apenas 40 habitantes e que é paróquia com o mesmo nome, sob a invocação do Divino Espírito Santo. Pertence ao Arciprestado do Rochoso, da Diocese da Guarda.

 

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Passagem em Rapoula do Côa.

Rapoula do Côa : De Rapa, vocabulo em latim que quer dizer nabo, e leva-nos a admitir que seja a forma do plural
Rapoula significaria, pois, nabal, talvez mesmo campo de nabiças. Podemos pensar que o seu etimo basico fosse Rapônico, raponço ou talvez até rapuncio Na primeira metade do século XX a aldeia era designada por Rapoila. Ora os sufixos -ola - oila são correspondentes e indicam um diminutivo; a maneira de escrever (-oula) podera significar pouca coisa.. sendo simples adaptação ortografica. Talvez não seja despropositado pensar na palavra repolho, a que se aponta um étimo proveniente da lingua castelhana e que sera repollo.

 

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E a cidade do Sabugal que tanto visitamos, mas pouca gente sabe que é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, com cerca de 2 200 habitantes. Fica em Terras de Riba-Côa, assim como Pinhel, Almeida, Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo. É sede de um município com 826,70 km² de área e 14 871 habitantes subdividido em 40 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Almeida, a leste pela Espanha, a sul por Penamacor, a sudoeste pelo Fundão, a oeste por Belmonte e a noroeste pela Guarda.

Foi elevada a cidade em 9 de Dezembro de 2004, e desde então temos participado assíduamente num maravilhoso cicloturimo que se realiza todos os anos no mês de Junho.

 

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À saída do Sabugal, o amigo Zé também quis partilhar connosco um pouco desta manhã.

 

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David Fernandes, tal como o Zé, também se juntou a nós no Sabugal.

 

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António Silva, a sua primazia, competência e dignidade são insígnias que admiro e respeito,,, mas, ou por conveniência ou por interesse, poucos são os dotados.

 

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E o nosso Fernando, também é um desmedido amigalhaço que sempre nos acompanha.

  

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Finalmente chegamos, fica assim para a história mais esta culta e agradável volta.

 

SÁBADO POR MOTIVOS DE TRABALHO NÃO POSSO PEDALAR, MAS HÁ VOLTA.

 

DOMINGO, SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8 HORAS.

 

 

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publicado por José Cavaca às 05:18

1ª Volta das Barragens,

Domingo, 17.07.11

                           distinta e elegante.

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Palinhas, Fernando Prata, Guilhermino, António Silva, Chico Mendes, Helder Torres, José Cavaca, António Sá, Fernando Mendes, e António Raimundo Silva,  foram os colegas que se apresentaram na Sra do Carmo ás 8 horas para esta gentil volta, volta proposta pelo amigo António Silva Raimundo que, desde logo merece o nosso aplauso e continuidade. Por distintas razões e por ser Domingo, alguns colegas foram regressando mais cedo, sem transitar pelas quatro barragens.

 

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E vamos para a estrada, porque algumas "barragens" aguardavam por nós.

 

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À vista a primeira desta manhã, a do Sabugal.

 

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E à barragem do Sabugal chegaram o Cavaca, António R. Silva, António Sá, Bruno Palmeirão que se juntou a nós no T. das Bruxas, Fernando Mendes, Chico Mendes, Fernando Prata, Guilhermino e António Silva. Regressaram mais cedo o Palinhas e o amigo Helder.

 

A Barragem de Nossa Senhora da Graça, ou geralmente chamada de Barragem do Sabugal está localizada no Sabugal, distrito da Guarda.

Características Hidrológicas.

Área da Bacia Hidrográfica - 130 km2

Precipitação média anual - 1248 mm

Caudal de cheia - 569 m3/s

Período de retorno - 1000 anos

 

Características da Barragem

Aterro - Terra zonada

Altura acima da fundação - 58,5 m

Cota do coroamento - 794 m

Altura acima do terreno natural - 56,5 m

Comprimento do coroamento - 1005 m

Número de banquetas a jusante - 2

Volume de aterro - 1894 x 1000 m3

 

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De novo na estrada, agora pedalava-se rumo à Malcata.

 

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Mas antes da Malcata, os três António juntos...

António Silva, António Sá, e António Raimundo Silva.

 

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O registo da pausa na Malcata, com a Barragem da Sra da Graça como fundo.

Presentes o Fernando Prata, Bruno Palmeirão, António Silva, Guilhermino e Cavaca.

Extinguiram-se, Chico Mendes, António Silva, Fernando Mendes e António Sá.

 

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Pedalava-se agora com muito vento rumo ao Meimão.

 

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Bruno veio mais tarde,  mas facilitou e ajudou na nossa tarefa.

 

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O nosso Guilhermino, sofrimento dissimulado.

 

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António Silva, o mestre desta original e durinha volta.

 

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E Fernando Prata, um dotado e finalizador desta robusta voltinha.

 

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Próximo de Penamacor e entre as localidades de Meimoa e Meimão, na orla da Reserva Natural da Serra da Malcata, encontramos aBarragem do Meimão. Possuidora de bons acessos ao longo do seu perímetro e de uma vegetação e arborização luxuriantes, as águas limpíssimas são convidativas ao lazer e prometedoras de excelentes pescarias. As espécies piscícolas predominantes são o achigã, a boga e a carpa. Nos últimos anos a população de carpas tem vindo a aumentar, começando a rivalizar com a das bogas que, inicialmente, constituíam o grosso das capturas.

 

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Chegaram até à barragem do Meimão, os mesmos elementos da Malcata.

 

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De novo a rolar, agora com vento a favor rumo à Capinha.

No Escarigo regressaram a casa o Guilermino, António R. Silva, e Bruno Palmeirão.

 

 

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Chegada à ultima barragem, a da Capinha.

 

 

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publicado por José Cavaca às 14:27

Amanhã, a volta das Barragens.

Sábado, 16.07.11

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Amanhã uma volta com carimbo do amigo António Silva.

A volta das Barragens.

Percurso: Covilhã, Sra do Carmo, Caria, Casteleiro, Barragem do Sabugal, Malcata, vistas sobre a Barragem do Sabugal desde a Malcata, Maimão, Barragem do Meimão, Benquerença, Escarigo, Capinha, Barragem da Capinha, e Covilhã.

 

A SAÍDA NO DOMINGO É ÀS 8 HORAS DA SRA DO CARMO.

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publicado por José Cavaca às 01:56

Nós por cá.

Quarta-feira, 13.07.11

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Hoje, uma volta por terras mais imediatas, que muita gente vê e ouve falar, mas pouco ou nada sabemos sobre delas. Consoante a nossa passagem por essas mesmas terras, vou tentar dar pequenas informações sobre as mesmas.

Eu José Cavaca, David Fernandes, e José Carlos, saímos dos Arcos às 8 horas rumo à Sra do Carmo, Caria, Casteleiro, Terreiro das Bruxas, Ermida da Senhora da Povoa, Meimoa, Benquerença, Escarigo, Quintãs, Salgueiro, Capinha e Covilhã, totalizando 90 quilómetros pontuais.

 

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Nasce o dia, pés nos sapatos, sapatos nos pedais, cu no selim, e toca a pedalar.

 

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Passagem em Caria.

É uma freguesia do concelho de Belmonte, com 46,15 km² de área e 2 240 habitantes.

Foi vila e sede de concelho entre 1512 e 1836. Era constituído por uma freguesia e tinha, em 1801, 1 121 habitantes. Em 1924 foi de novo elevada à categoria vila, mas não de município.

 

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A vontade de pedalar persuadia-nos a vencer o vento forte.

 

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Entrada no Casteleiro.

Freguesia do concelho do Sabugal, com 26,73 km² de área e uma densidade de 14,2 hab/km². Situa-se no extremo ocidental do concelho, já em plena Cova da Beira, a cerca de 20 km do Sabugal.

Estão inseridas na freguesia as anexas de Quinta da Carrola e Quinta de Santo Amaro, dando as três povoações um total de 512 habitantes.

 

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Continuava a nossa pedalada, aqui é o Terreiro das Bruxas.

 

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Passagem pelo Santuário da Senhora da Póvoa.  É uma ermida construída no sopé da Serra d’Opa sob a invocação de Nossa Senhora da Póvoa. Como a fundação de todas as ermidas, a Senhora da Póvoa também tem a sua lenda.

Diz esta que, andando uns pastorinhos a apascentar as suas ovelhinhas, Nossa Senhora apareceu aos pequenos no meio de uns silvados. A notícia do milagre foi sabida em Vale de Lobo, (actualmente Vale da Senhora da Póvoa) povoação próxima do local da aparição. O povo trouxe-a em procissão para a Igreja, e Nossa senhora voltou para o silvado. Logo se edificou uma pequena capela, que mais tarde foi substituída pela actual. A romaria, a mais concorrida das Beiras, tem lugar no domingo, segunda e terça feira do Espírito Santo. A ela concorrem dezenas de milhar de romeiros. Noutros tempos, e ainda não muito afastados, o arraial, em dias de romaria, tinha uma característica das centenas de carros de bois, alegremente ornamentados com colchas de variadas cores, que, dispostas em arco, lembravam artísticos toucados. Com a concorrência dos automóveis, que são às centenas, quase desapareceu este quadro. Os que vão a pé podem à vontade dançar no pó desses caminhos.

 

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A nossa passagem também pela Meimoa. É uma freguesia do concelho de Penamacor, com 20,58 km² de área e 456 habitantes.

Esta ponte granítica por onde vamos pedalar, popularmente apelidada de “Ponte Romana”, terá sido construída entre os séculos XIV e XVI.
Não obstante, segundo o saber local, aponta-se para uma construção idêntica datada do período Romano de ocupação do território, que integraria a via Capinha - Benquerença, sobre a qual a actual Ponte Medieval terá sido construída, e provavelmente, à sua imagem.

 

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Seguiu-se a Benquerença.

 Freguesia do concelho de Penamacor, com 28,68 km² de área e 695 habitantes. Tem como principais actividades a agricultura, olivicultura, silvicultura, pecuária, serração, fabrico de materiais de construção, serralharia civil e o pequeno comércio.

Está situada a oeste, a cerca de 17Km de Penamacor. Fica situada entre as serras de Santa Marta e da Opa e na margem esquerda da ribeira da Meimoa. Teve a sua origem entre 1321 e 1607 e resultou da união de diversos povoados e quintas. Entre eles destacam-se o povoado de Santa Maria da Quebrada, o povoado do Forte Guilherme, o povoado do Simão e o povoado da Boa Rapariga. Somente existe registo do povoado de Santa Maria da Quebrada. A junção de todos estes povoados formou o que é hoje a freguesia da Benquerença. Dizem que a origem do seu nome, deve-se ao facto dos seus habitantes se darem muito bem.

 

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Com tanta história, nem demos conta que se chegava ao Escarigo.

Freguesia do concelho do Fundão, com 9,32 km² de área e 309 habitantes.

Escarigo é conhecido como a aldeia mais a norte de um conjunto de três (Escarigo, Quintãs e Salgueiro). Este conjunto de aldeias é conhecido como "Três Povos". É também a aldeia mais a norte do concelho do fundão fazendo fronteira com os concelhos vizinhos de Belmonte, Penamacor e Sabugal. Escarigo é uma freguesia que está a envelhecer bastante, isto devido à falta de incentivos por parte das autoridades competentes para a criação de condições que fixem os jovens, a maior parte da população com menos de 25 anos apenas volta nos fins de semana ou nas férias para nos verem pedalar.

 

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Ainda nos Três Povos.

 

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À saída do ultimo Povo, Salgueiro, registei esta bonita imagem da Nsa Sra da Boa Viagem.

Com tantos assassinos ao volante, os ciclistas bem a necessitam.

 

 

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E a Capinha, uma das terras que mais está nos nossos itinerários. Provavelmente poucos sabem que é a terra do concelho do fundão com mais história e arqueologia. Dizem os livros que há muitos séculos atrás, a Capinha foi invadida por um povo chamado romano, vinham de Mérida (Espanha) para uma zona que é hoje a Beira. Então passou por aqui um senhor chamado Talabo que fundou uma cidade à qual deu o nome de Talabara. O povoamento do território desta freguesia ascende a épocas pré-romanas, de cujos tempos subsistem numerosos vestígios de castros, um dos quais no sítio da Covilhã velha, que deve ser Luso-Romano, destruído e reconstruído por diversas vezes até à fundação da nacionalidade.

 Diz a lenda que há muitos anos havia um velhinho que durante o Inverno andava sempre de capinha porque tinha muito frio e então as pessoas começaram a dizer: “Lá está o velho da capinha”.

E foi assim, que segundo a lenda, nasceu o nome da povoação da Capinha.

Imaginem que o velhinho andava sempre de bicicleta,,, que nome tería?

 

 

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Mas entre a capinha e Peroviseu, algo nos surpreende... a Anita bem elegante, reboca o colega despropositado.

A continuar assim, ele vai engordar muito mais.

 

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E a ultima freguesia desta manhã, Peroviseu.

Situada a 12Km do Fundão e a 16Km da Covilhã, na estrada que liga a Penamacor a aldeia de Peroviseu tem uma origem que remonta a há muitos séculos atrás. O seu nome, é presumivelmente uma referência a Pêro da Covilhã, também conhecido como Pêro de Viseu, que terá aqui vivido algum tempo antes de embarcar na sua viagem épica em busca das terras do lendário Preste João.

Nunca me passou pela cabeça que Peroviseu tivesse algo a ver com Pêro da Covilhã.

 

 

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E às 11h 20m chegava-se à Covilhã. Esta sim, tem algo a ver com Pêro da Covilhã.

 O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de vila à Covilhã. Mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Era já na Idade Média uma das principais "vilas do reino", situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes descobrimentos dos sécs. XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional é quando surge o Renascimento, o sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita "os muitos panos finos". O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser "senhor" da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano.  Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram nos acontecimentos. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros. Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título "notável" que lhe concedeu o rei D. Sebastião como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha.

E é também na Covilhã em 1986, que se formou a equipe de ciclismo AVIDESA.

Muito mais haveria que dizer sobre esta cidade, mas hoje ficamos por aqui.

 

 

PRÓXIMA VOLTA, A DAS BARRAGENS.

 

É DOMINGO COM SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 8 HORAS.

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publicado por José Cavaca às 12:42

Avidesa

Terça-feira, 12.07.11

 

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Recordar também é pedalar.

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publicado por José Cavaca às 08:30

Manhã sublime,

Domingo, 10.07.11

                      com brilhantes companheiros.

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José Cavaca, Fernando Caetano, António Silva, e António Sá, fizeram questão de acompanhar o nosso já bem conhecido e hilariante Gabriel Travasso, numa volta divertida e alegre,  enriquecida com a nossa Serra da Estrela. Gabriel veio da Argélia na passada Sexta Feira, e parte já amanhã para esse mesmo País. Mesmo limitado de tempo, tudo fez para pedalar uns quilómetros com os evidentes amigos.

 

Um destes amigos sensibilizou-me com a seguinte frase:

Feitos, e não palavras, devem servir para nos exprimirmos,,, as pequenas atitudes, fazem a grande diferença.

 

Gabi, um grande abraço de todos nós, e que tenhas uma boa viagem de regresso.

 

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Gabriel, momentos procedentes à partida, serviram para por alguns temas em dia.

 

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E nada melhor, que começar a manhã exibindo forma fisica e equipamento.

 

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Gabriel e António Silva, aliados  rumo a Manteigas.

 

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António Silva e eu,,, a foto é do nosso argelino Gabriel.

 

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Forma fisica inalterada, eu diría que dá muita pedalada na Argélia.

 

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Este sou eu,,, Gabriel mostra qualidades de fotógrafo.

 

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À saída do Sámeiro, Gabriel, António Sá, e Fernando Caetano têm que regressar à Covilhã por motivos pessoais. Eu e António Silva seguiamos em frente.

 

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Depois de passar Manteigas, seguimos pela N232 rumo às Penhas Douradas.

A maravilhosa manhã, favoreceu a sublime subida percorrida em 50 minutos.

O Sr António está um super e requintado ciclista.

 

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Depois das Penhas, resolvemos descer pela estrada florestal.

Chegados a Manteigas, despedimo-nos com esta foto.

 

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O Sr. António seguiu para Belmonte, e eu fui ter com a família ao Covão da Ponte.

 

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Já no Covão da Ponte,  paraíso terrestre, esperava-me uma apetitosa sardinhada.

 

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Os meus cunhados ultimavam os preparativos da sardinhada nestas óptimas condições.

 

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Omito algumas fotos deste edénico local.

 

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Esta foi a solução que escolhi para terminar uma memorável manhã.

 

Obrigadão Gabriel, António Silva, António Sá, e Fernando, pela excelente companhia.

 

PROXIMA VOLTA, A VOLTA DAS BARRAGENS.

Uma escelente ideia do amigo António Silva.

Brevemente revelo itinerário.

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publicado por José Cavaca às 22:15


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