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Da Covilhã pelos Açores.

Quarta-feira, 25.05.11

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Hoje, uma volta digna de efetividade no meu calendário anual de míticas.

Saída à hora pontual da Covilhã rumo a Orjais, Guarda, Alvendre, Amoreiras, Velosa, Açores, Lageosa do Mondego, Porto da Carne, Cavadoude, Guarda, Orjais e Covilhã, perfazendo 140km, 1900 metros de acumulado, e temperaturas de antêntico Verão.

 

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As primeiras pedaladas desta manhã revelavam uma manhã integra de ciclismo.

 

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Alto de Santa Cruz e cidade da Guarda à vista.

 

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Antes de entrar na Guarda, pequenas pausas também condimentam o ciclismo.

 

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Uma rara manada.

 

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À saída da Guarda, e depois de passar Alvendre, descia-se o antigo IP5.

 

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Entrada na aldeia de Amoreiras.

 

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Aldeia de Velosa, rumo aos Açores.

 

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Açores à vista.

 

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Açores é uma freguesia pertencente ao concelho de Celorico da Beira, ficando este a uma distância de cerca de 10 quilómetros de distância. Situa-se no vale do Mondego e é vizinha de outras aldeias tais como, Velosa (2 Kms.), Lageosa do Mondego (5 Kms.), Baraçal (6 Kms.), Amoreiras do Mondego (4 Kms.), Vila Franca das Naves (10 Kms.), Ratoeira (6 Kms.), Minhocal (8 Kms.) e Porto da Carne (6 Kms.).
Outrora, Açores já fora vila e encontrava-se dividida em duas partes: a Vila, que era governada segundo a jurisdição existente e a Lameira, da qual fazem parte as aldeias de Aldeia Rica e Massa. A toponímia desta aldeia está ligada com um milagre que surgiu da Virgem, quando esta fez aparecer uma ave, mais concretamente um açor, para ajudar um pajem a não ser condenado.

 

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Tal como todas as freguesias, Açores também não escapa ao facto de ter seus usos e costumes. Desta forma, abordamos alguns mais característicos desta aldeia. «No sítio das Carrascas existe uma pedra grande de escorregar; as raparigas de cima de uma giesta, deixavam-se escorregar pelo penedo e conforme a posição em que ficavam, assim lhes era mostrado o seu destino.»

Quando os noivos estranham o casamento, isto é, emagreciam ou adoeciam, éra costume dizer-se: «Foi (ou foram) as Valhelhas. No sítio das fontaínhas crê-se haver enterradas duas panelas contendo uma alcatrão e a outra ouro; ninguém se atreve a tocar-lhes, não obstante o desejo de se apoderarem da riqueza, porque um engano poderia ser fatal, não só para a pessoa que descobrisse a panela de alcatrão como também para todo o povo».

 

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Depois da nossa pequena paragem, esperavam-nos 30 graus a subir Porto da Carne.

 

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Registei esta passagem para enviar um forte abraço ao nosso amigo Helder.

 

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Quase na Guarda, e mais uma mini paragem para registar este magnífico Vale.

Ao fundo a Aldeia Viçosa, que também faz parte dos nossos roteiros ciclísticos.

 

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Depois de passar Chãos, uma panorâmica da Barragem do Caldeirão.

Sábado vamos lá passar.

 

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A segunda passagem pela cidade da Guarda.

 

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E a nossa chegada. Final de mais uma bonita e já quente manhã de durinho ciclismo.

Agora venha lá Gouveia.

 

Amanhã, uma pequena história de como o ciclismo é semelhente à vida.

 

SÁBADO VAMOS SAÍR DA SRA DO CARMO ÀS 7H 30M.

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publicado por José Cavaca às 14:36