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De Covilhã, pelos Açores.

Sábado, 26.06.10

Será que o nome Açores, atemorizou companheiros?  são apenas 135km, ída e volta.

Agradeço aos participantes, Palmeirão, Lebre e Jorge, o alento que me presentearam.

Compareceram para esta bonita volta, António Lebre, Palmeirão, Josá Cavaca e o nosso amigo Jorge Chorão, que veio da cidade da Guarda ao nosso encontro, com grande ânimo em nos fazer companhia durante parte do percurso.

Pedalamos por Orjais, Gaia, Guarda, Alvendre, Amoreiras, Velosa, Açores, Aldeia Rica, Lageosa do Mondego, Porto da Carne, Cubo, Guarda, Gaia, Belmonte e Covilhã.

 

Passagem pela Gaia, um colega do Teixoso fazia-nos companhia.

 

Ao começar a subida de Santa Cruz, junta-se Jorge Chorão.

 

Passagem pela cidade da Guarda, numa zona próxima à residência de Jorge Chorão.

 

Jorge explicava isso mesmo a Palmeirão.

 

Depois de descermos o IP5, apróximavamo-nos de Amoreiras.

 

Aqui, firmávamos passagem por Velosa.

 

Açores à vista, eram 10h 40m,  tal como tinha referido ao Medeiros.

 

Foto de J. Cavaca

Açores é uma freguesia pertencente ao concelho de Celorico da Beira, ficando este a uma distância de cerca de 10 quilómetros de distância.
Situa-se no vale do Mondego e é vizinha de outras aldeias tais como, Velosa (2 Kms.), Lageosa do Mondego (5 Kms.), Baraçal (6 Kms.), Amoreiras do Mondego (4 Kms.), Vila Franca das Naves (10 Kms.), Ratoeira (6 Kms.), Minhocal (8 Kms.) e Porto da Carne (6 Kms.).
Outrora, Açores já fora vila e encontrava-se dividida em duas partes: a Vila, que era governada segundo a jurisdição existente e a Lameira, da qual fazem parte as aldeias de Aldeia Rica e Massa.
A toponímia desta aldeia está ligada com um milagre que surgiu da Virgem, quando esta fez aparecer uma ave, mais concretamente um açor, para ajudar um pajem a não ser condenado.

 

Com 34 graus, aproveitamos para reabastecer líquidos.

 

Uma casa curiosa nos Açores, a lembrar o filme "Homem rico, homem pobre".

 

E para registar a nossa passagem em 2010 por esta atraente aldeia, a foto família.

 

Subida do Porto da Carne para a Guarda.

 

Segunda passagem pela Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa cidade da Guarda.

 

Na descida da N18, Jorge deixava-nos, para seguir por Vale de Estrela rumo à sua residência.

Estamos gratos pela sua sempre simpática companhia.

 

Belmonte à vista, aqui era a vez de Palmeirão nos deixar.

 

Covilhã à vista, e vermelho é para parar,  termina assim a nossa já mítica dos Açores.

 

Bom fim de semana a todos.

 

Amanhã, por motivos de trabalho não há ciclismo.

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publicado por José Cavaca às 14:30