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Recebidos como Reis na Paradanta.

Domingo, 08.12.19

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A Sra Maria de Deus e José Antunes receberam-nos com a simpatia que caracteriza as boas pessoas... a recepção foi tão alegre que  até fez lembrar o espírito Natalício.

Lindíssima volta com passagens ainda por São Vicente da Beira, Soalheira, Atalaia do Campo, Alpedrinha, Fundão e Covilhã.

 

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Covilhã, 8:30, 4 graus e Rumo à Paradanta.

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Passagem pelo Fundão, Monumento a Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

 

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Estrada de Vale de Urso... sempre agradável pedalar por aqui.

 

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Pelotão Cavaca a pedalar em Vale de Urso.

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... vamos lá ver Paradanta por dentro...

 

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A dar entrada na aldeia de Paradanta.

 

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Largo da Igreja na Paradanta.

 

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Aldeia de Paradanta... apenas 16 habitantes.

 

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Cafezinhos.

 

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Maria de Deus ofereceu reforço alimentar. Bem Haja.

 

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... e que reforço...

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Despedida a Paradanta, ficou a promessa de voltar.

 

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Passagem esta manhã em São Vicente da Beira.

 

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Louriçal do Campo, situa-se nas abas da Serra da Gardunha, a Freguesia de Louriçal do Campo dista 25 Kms da sede do Concelho, relativamente à qual se situa a Norte.

 

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Soalheira, freguesia do concelho do Fundão, com 867 habitantes. Como o próprio nome indica, a Soalheira situa-se na encosta Sul da Serra da Gardunha e encontra-se bastante exposta ao Sol.

 

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Estradinha entre Soalheira e Atalaia do Campo... convidativa à prática do ciclismo.

 

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Vila de Alpedrinha à vista.
Vamos lá escalar a Gardunha.

 

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Ponto alto da volta, Serra da Gardunha.

 

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Covilhã à vista, começa assim a preparação da próxima etapa.

 

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Pelotão Cavaca ordenado após fim de semana velocipédico.

 

Boa semana para todos.

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publicado por José Cavaca às 13:24

Fim de semana velocipédico...

Quinta-feira, 05.12.19

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8:30 nos Arcos

 

 

Domingo

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Domingo é Paradanta.

8:30 nos Arcos

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publicado por José Cavaca às 10:18

Rota do Javali... assombro.

Quarta-feira, 04.12.19

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Esta lindíssima Rota permitiu vislumbrar a paisagem humanizada com vista panorâmica sobre a Vila de Manteigas, cruzar o interior de florestas magníficas, subir ao topo da ribeira de Leandres e sentir a cascata do “Poço do Inferno”.

 

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Início do percurso: junto ao bairro de Santo António, em Manteigas.

 

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Primeiras "pedaladas".

 

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No decorrer do percurso surgem estruturas de relevante interesse, como a Casa do Guarda-florestal dos Carvalhais ou o Viveiro Florestal das Moitas.

 

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A Administração Florestal da Serra da Estrela (Perímetro de Manteigas), criada em 1888, constitui um dos primeiros perímetros florestais de serras, desempenhando os Serviços Florestais um papel fulcral na sua arborização e gestão.

 

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Face à degradação a que chegara o coberto vegetal e os problemas de erosão do Concelho de Manteigas, a Câmara Municipal, em sessão de 13 de Outubro de 1888, decidiu ceder para arborização aos Serviços Florestais os baldios que ainda possuía.

 

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Estes espaços naturais contribuem para o desenvolvimento da vegetação local e permitem contemplar uma bela mancha florestal que enche os horizontes de cor – tons suaves de castanho no Inverno/Primavera, verde com flores brancas no Verão, amarelo e laranja que se fundem na folhagem de Outono.

 

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Neste percurso várias espécies autóctones estão presentes, tais como o castanheiro, o freixo, o carvalho-negral, o salgueiro e o amieiro-negro.

 

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Merecem especial destaque a gilbardeira, que possuiu estatuto de conservação, o vidoeiro e a tramazeira.

 

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O equilíbrio existente entre espécies de folhosas e resinosas, aliadas à presença das linhas de água e de zonas de matos, tornam esta área num dos habitats preferenciais para diversas espécies animais.

 

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O traçado da Rota do Javali apresenta habitats frequentados pelo coelho-bravo, pela raposa, pelo javali e pelo ouriço-cacheiro. Das aves de rapina, destacam-se o tartaranhão-caçador e o peneireiro.

 

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Quanto aos répteis, pode encontrar-se a cobra-de-água-de-colar e o lagarto-de-água. A lontra é também um dos animais que habita esta zona. A sua presença é detectada pelas pegadas em forma estrelada.

 

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No decorrer do percurso é de salientar a paisagem provocada pelo fenómeno das cascalheiras.

 

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Depósitos de fragmentos rochosos grosseiros, normalmente localizados em pendentes de inclinação moderada a forte, gerados por crioclastia (fender das rochas com a transição da água do estado líquido para o estado sólido).

 

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No que reporta a linhas de água, destaca-se a Ribeira de Leandres, que corre rápida por entre escarpas e vales encaixados e o Poço do Inferno, uma cascata natural de 10 metros de altura.

 

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Merece repetição... 

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publicado por José Cavaca às 15:04

Domingo, ao centro de Paradanta.

Quinta-feira, 28.11.19

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Mapa

 

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Perfil

 

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Partida dos Arcos às 8:30

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publicado por José Cavaca às 21:25

Pelotão Cavaca, forever...

Quarta-feira, 27.11.19

A vida é curta, mas as emoções que temos criado vão durar uma eternidade. 

Pelotão Cavaca sempre na mesma direção...

... mas a gratidão tem memória curta.... 

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publicado por José Cavaca às 11:35

Inscreve-te no 12º Jantar de Natal

Segunda-feira, 25.11.19

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publicado por José Cavaca às 11:56

Rota da Pedra d´Hera

Segunda-feira, 25.11.19

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Hoje foi dia da Rota da Pedra d´Hera, caminhada que une o Fundão ao monte a que é sobranceiro e que sustenta a rocha que pertence memória colectiva dos fundanenses dando nome a este percurso pedestre: a Pedra D’Hera.

 

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A Rota da Pedra d'Hera que pertence à rede de percursos pedestres do Fundão e desenvolve-se numa das encostas da Serra da Gardunha.
Une o Fundão ao monte a que é sobranceiro e que sustenta a rocha que pertence à memória coletiva dos fundanenses, dando nome a este percurso pedestre: a Pedra D’Hera. Miradouro natural por excelência, está envolto num coberto vegetal e linhas de água cristalina que criam habitats propícios ao aparecimento e desenvolvimento de inúmeras espécies de fauna e flora.

 

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Pela Pedra D’Hera, miradouro natural por excelência, está envolto num coberto vegetal e linhas de água cristalina que criam habitats propícios ao aparecimento e desenvolvimento de inúmeras espécies de fauna e flora.

 

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Voltaremos!

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publicado por José Cavaca às 09:49

DIRÃO DA RUA... Nome invulgar que causa estranheza!

Domingo, 24.11.19

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Pelotão Cavaca como sempre, a conhecer e dar a conhecer, e hoje visitaram esta lindíssima aldeia, Rui Ferreira, Manuel Ribeiro, Miguel Ângelo, José Cavaca, Marco Ribeiro, Sergio Duarte Rodrigues e Henrique Manso.
93 km com muita história... vamos tentar explicar...

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Pelotão Cavaca às 8:15 dava início à etapa de Dirão da Rua, hoje sim, com ótimas condições para se desfrutar da Volta.

 

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Sem vento, sem chuva,,, que dirão os residentes de Dirão da Rua pelo nosso atraso de 24h ???

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Cafezinhos em Casteleiro foram oferta de Manuel Ribeiro.
Bem Haja amigo.

 

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Momento em que deixamos a EM 542 e entramos na CM 1199 para Dirão da Rua.

 

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Pelotão Cavaca perto da aldeia de Dirão da Rua.

 

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Miguel Ângelo nas andanças das eólicas...

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Pelotão Cavaca a entrar na linda aldeia de Dirão da Rua...

 

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Aldeia de Dirão da Rua... eis a lenda...
A lenda diz que um indivíduo ergueu uma parede para se abrigar do vento, que aqui existe em abundância, mas quando o vento mudou de direção teve necessidade de construir outra e assim sucessivamente, até ter quatro. Terminada esta etapa meteu-se dentro e disse:
– Que dirão os da rua?Assim terá nascido o nome da povoação!

 

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Em Dirão da Rua os mais velhos contam que todas estas serras, hortas e hortinhas eram dos senhores de Sortelha. Ou seja, segundo esta versão, tudo isto era uma propriedade senhorial! Os quinteiros e trabalhadores, na medida das suas possibilidades, foram comprando pequenas parcelas. Os rendimentos destes servos só possibilitavam a compra de pequenas propriedades; o relevo acidentado, que obrigou à construção de paredes, e a necessidade de dividir o melhor e o pior por todos resultou nas inúmeras hortas e hortinhas. O mesmo processo terá ocorrido com a compra/arrematação dos baldios. Desta forma se explica a existência do minifúndio! Com estas propriedades e a pobreza do solo dificilmente alguém conseguiria enriquecer.

 

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Houve aqui em Durão da Rua uma quinta pertencente a um aristocrata de Sortelha, tendo ficado conhecida como quinta do Durão da Rua, que seria o nome do rendeiro ou do senhorio e que deu o nome ao lugar, podendo parte do nome derivar do apelido ou alcunha!
Textos de António Gonçalves, historiador que encontramos em Dirão da Rua.

 

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Como adoro cães, registei a presença deste habitante simpático na aldeia de Dirão da Rua.

 

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Passagem por Sortelha.

 

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Linda vila de Caria.

 

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... e pronto amigos, local de partida e local de chegada, os Arcos.
Bem haja pela vossa presença neste pequeno passeio histórico e desconhecido de todos vos.

 

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Assim fica ordenado o Pelotão após etapa de Dirão da Rua.

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publicado por José Cavaca às 13:14

Domingo, por Terras de Amores Perdidos.

Quinta-feira, 21.11.19

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Perfil da etapa.

 

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Mapa

 

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Pormenores.

Domingo

Partida dos Arcos às 8:15

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publicado por José Cavaca às 12:43

A maravilhosa Rota das Faias.

Terça-feira, 19.11.19

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A Rota das Faias possibilita a descoberta de algo novo e surpreendente a cada instante, desde a vegetação esplendorosa a paisagens fulgurantes, que juntamente com a agricultura e a pastorícia proporcionam um passeio perfeito para quem deseja conhecer a serra, as suas gentes e costumes.

 

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Manteigas.

 

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Mais do que um trilho pedestre, a Rota das Faias é uma experiência sensitiva, onde os odores a rosmaninho, hortelã-brava, alfazema e tomilho se fundem com magníficos quadros que rodeiam o olhar de quem os observa.

 

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Vamos lá subir, subir subirrrrr.....

 

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A sua denominação advém do facto deste percurso mergulhar no interior de uma densa floresta de faias, plantada pelos Serviços Florestais de Manteigas no início do século XX.

 

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Na paisagem natural sobressai o Vale Glaciar do Zêzere, em forma de “U”, a Torre, o Cântaro Magro, o Cântaro Gordo e as Penhas Douradas.

 

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O contacto com a vida rural e pastoril é uma tónica presente ao longo do trilho, uma vez que o mesmo é utilizado por pastores para se deslocarem com o seu gado até aos locais de pastoreio, permitindo eventuais interacções com quem percorre a Rota.

 

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São Lourenço oferece uma vista panorâmica para o acumular de serras que se estende até Espanha. Em 1º plano surge a cumeada da Lomba das Cancelas, que limita a Beira Alta da Beira Baixa, e o Cabeço da Azinheira.

 

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Os povoamentos florestais, os matos e as linhas de água presentes, proporcionam diversidade faunística. De salientar a existência de mamíferos como a raposa, a fuinha, a doninha ou o javali. Nas aves, o peneireiro, a coruja e o corvo. Os répteis são representados pela víbora cornuda, pela Lagartixa-do-mato ou pelo sardão.

 

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O Outono é a estação de eleição para se caminhar por uma floresta de folhagem caduca. É nesta altura que as cores quentes das árvores atingem a saturação máxima.

 

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Estação triste? Frio? Aguaceiros? Que nada disto vos impeça de sair de casa e procurar um bosque de faias ou castanheiros. A experiência será inesquecível, um deleite para os olhos e uma verdadeira revitalização da alma.

 

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Que nome bonito para um trilho. Dá logo vontade de ir, não é? E se for para ir, então, Novembro é o mês ideal para o fazer.

 

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Também visitamos a Capela de São Lourenço, local de passagem na Rota das Faias, esta encontra-se rodeada por carvalhos e no Solstício de Verão, quem está em Manteigas vê nascer o sol sobre S. Lourenço.
Tal panorama leva-nos a crer que no local se praticavam cultos pagãos, ligados à adoração das árvores e do sol.

 

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Para além de varias espécies, também há a destacar o castanheiro, a giesta, o Pinheiro-do-Oregon e os imponentes carvalhos monumentais que rodeiam a Capela de S. Lourenço, lugar de culto de reminiscências pagãs, relacionadas com a adoração das árvores e do Sol – no solstício de Verão, quem está em Manteigas vê o sol nascer sobre S. Lourenço.

 

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Da Capela de São Lourenço também se avista a encosta do Poço do Inferno.

 

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... e todo a Vale das aldeias de Sameiro e Vale de Amoreira.

 

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O outono traz uma harmonia diferente para a natureza, ela reflete-se na vida e nos faz ver o quão igual é à humanidade... Tudo cai, mais cedo ou mais tarde.

 

 

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Até pró ano Capela de São Lourenço.

 

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As Faias são árvores de folha caduca que, nesta altura do ano, ficam amareladas, alaranjadas e acastanhadas e que, seguindo os ciclos próprios da mãe natureza, se despedem da altura das copas e atapetam o chão.

 

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O cenário é mágico e o chão é fofo. É como caminhar nas nuvens e não há como não se sentir no céu.

 

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Voltaremos!!!

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publicado por José Cavaca às 16:22