
Faleceu o meu amigo Paiva, pedalei com ele muitas e muitas horas, foi com o ele que teve início a minha paixão pelo ciclismo, e foi com ele a minha primeira grande volta e aventura de bicicleta, ir da Covilhã à cidade da Guarda e voltar, isto em 1985. Muitas historias tenho deste amigo, mas uma merece ser narrada; Nesse dia chovia, saímos da Covilhã, eu, João Rato e o amigo Paiva, para uma volta pelo Fundão, Silvares, Minas, Ourondo, Paul e Covilhã. Depois de passar Silvares, no alto tinhamos que virar à direita para o Cabeço do Pião, como havia nevoeiro e o Paiva vinha um pouco atrasado, não viu o cruzamento e desconhecendo a estrada, seguiu em frente. Eu e João Rato esperamos algum tempo na outra margem do rio, mas o Paiva não apareceu, como não havia telemoveis não lhe podiamos ligar, supusemos que voltasse para casa devido à chuva e nevoeiro. Enganámo-nos, o Paiva sempre na expectativa de nos ver, andou tanto que só perto de Pampilhosa, se apercebeu do engano. A fome apareceu, e Paiva teve que pedir comida para regressar a casa só ao final do dia.
Foi também atleta do Sporting da Covilhã (Guarda-redes) e era ainda novo para passar à outra margem da vida.
Luis Gonçalves de Paiva
18-11-1945 7-2-2010
Paz à sua alma.
Aguardo fotos que me foram prometidas por familiares.
Quadros de estrada
Nos quadros de estrada, o ÂNGULO entre o tubo do selim e o chão varia, em geral, entre 72 e 74º. O TAMANHO DO QUADRO é, por norma, expresso em centímetros e corresponde à distância entre o centro do eixo do movimento pedaleiro e o centro do local de soldadura do tubo superior ao tubo do selim, admitindo que o tubo superior está em posição horizontal (se tal não se verificar, a medição considera o local onde o mesmo se posicionaria, caso estivesse na horizontal). Para um ciclista, o tamanho óptimo do quadro de estrada é calculado através da seguinte equação:
tamanho do quadro (cm) = altura de entre-pernas (cm) X 0,66
Exemplo: 80 X 0,66 = 52,8 cm
Para um atleta com um entre-pernas de 80cm, deve comprar um quadro com 53cm de altura.
Na escolha da bicicleta de estrada é também necessário verificar que, pelo menos, 10 cm do espigão do selim estão à vista (actualmente, com a tendência para acentuar o sloping do tubo superior do quadro, esta medida pode ser superior). O quadro tem vantagens em ser pequeno, por ser mais leve, robusto e manobrável; não deverá, no entanto, ser excessivamente pequeno para que o ciclista não fique muito curvado, nem seja necessário um avanço do guiador muito longo, um espigão do selim muito comprido ou um selim muito recuado.
O COMPRIMENTO DO TUBO SUPERIOR é função simultaneamente do tamanho do quadro e da relação entre a altura do ciclista e a sua altura de entre-pernas. No caso de ciclistas de ' tronco longo ', o comprimento do tubo superior deve ser 1 a 2 cm maior que o tamanho do quadro; no caso de ciclistas de ' tronco curto ', o comprimento do tubo superior deve ser 3 a 4 cm menor que o tamanho do quadro ; no caso de ciclistas de ' tronco proporcional ' devem ser semelhantes os dois comprimentos. Ajustamentos complementares e finais serão conseguidos através da opção correcta no comprimento do avanço do guiador a colocar na bicicleta de estrada.
Comprimento e ângulo do avanço
Depois de escolhido o quadro com as medidas correctas, e posicionado o selim, um dos ajustamentos finais é o do COMPRIMENTO E ÂNGULO DO AVANÇO que suporta o guiador. O objectivo é, agora, optimizar a posição do tronco do ciclista sobre a bicicleta. São duas as variáveis do avanço: comprimento e ângulo; a escolha dos valores correctos para as duas variáveis deve ser feita em simultâneo.
NA BICICLETA DE ESTRADA
Um dos critérios que pode ser utilizado para ajustar o COMPRIMENTO DO AVANÇO é função de uma linha imaginária vertical traçada a partir do nariz do ciclista, quando está sentado no centro do selim, as mãos no guiador, em baixo, os braços dobrados, em posição normal e confortável, e a olhar em frente. Essa linha vertical deve passar pelo centro do guiador. Outro critério toma em consideração a distância entre o cotovelo e o joelho do ciclista, quando as duas articulações estão o mais próximo possível. Com o ciclista na posição acima descrita e a bicicleta a avançar em linha recta, entre o joelho e o cotovelo deve existir uma distância de 2 a 5 cm. O ÂNGULO DO AVANÇO permite, por outro lado, ajustar o desnível entre a parte superior do selim e o guiador. Para ciclistas de estatura normal, o guiador deve estar 8 cm abaixo do selim; para ciclistas de estatura elevada o desnível pode atingir os 10 cm, enquanto que para ciclistas de estatura baixa não será superior a 4 cm.
O RECUO DO SELIM é outro ajuste fundamental, tendo em vista a optimização da bicicleta para o ciclista e para a máxima eficiência do seu gesto técnico de pedalar. O objectivo, como ponto de partida, é posicionar, na vertical, a rótula do joelho sobre o eixo do pedal, quando os cranks se encontram em posição horizontal. O posicionamento do selim deve ser feito gradualmente, avançando-o ou recuando-o sobre o espigão, e simultaneamente deve ser verificada a conveniência em se proceder a novas correcções na altura do selim. A bicicleta tem necessariamente de estar sobre uma superfície horizontal e o ciclista deve calçar os seus sapatos de treino e/ou competição, em estrada.

Hoje pelas 9h 10m, reuniram-se na Sra do Carmo, Kevin, Palmeirão, Sr. Helder, Steve, David, eu o Cavaca, Fernando Caetano, Alberto Martins, Nuno, António Sá, Paulo Cruz e o amigo Prata que nos esperava em Orjais. Uma volta a ritmo domingueiro, com passagens por Orjais, Belmonte, Inguias, Quinta dos Termos, Monte do Bispo, Peraboa, Canhoso e Covilhã. De registo a presença do Sr. Helder, do Sr. Prata, António Sá e Steve, que há muito não tinhamos o prazer de pedalar com estes amigos.

Rectas de Orjais aproveitadas para um ligeiro aquecimento.

Apróximação a Belmonte.

Pedro Álvares Cabral, nasceu em Belmonte, uma rotunda bem original.

Passagem pelas Inguias, Alberto, António e eu a fotografar, concluímos o grupo.

Pouco transito na N 18-3, pelo péssimo piso, proporcionava imagens como esta.

Passagem frente à Quinta dos Termos.

Boas terras, boas vinhas, bom vinho e bons cicloturistas.

Covilhã à vista, todos agradecem a presença de todos,,,e é como todos afirmam,
assim é mais complacente, mais dócil e mais natural andar de bicicleta.
Quro também desejar as boas e rápidas melhoras ao nosso amigo Medeiros, que certamente estaria também connosco.
BOM DOMINGO A TODOS.

Hoje pelas 8h 30m, compareceram no Períferia para a planeada volta, da esquerda para a direita,,, Palmeirão, Gabriel, Sérgio, Cavaca, Nuno, João, Paulo, A. Lebre e Kevin, o amigo Simões ainda foi ao nosso encontro perto do Telhado.. Pedalamos por, Tortosendo, Paul, Ourondo, Cabeço do Pião, Silvares, Fundão, Telhado, Barco, Dominguiso e Covilhã.

Passagem pelo Tortosendo em ritmo de aquecimento.

Gabriel, há muito que não aparecia, mas vem bem disposto.

Se bem o pensou, melhor o fez, a sua estreia no grupo,,,A. Lebre que se apresentou com uma condição fisica invejável.

Perto da vila de Paul.

Alto do Ourondo, uma panorâmica do rio Zêzere.

Gabriel e Nuno, não parece mas neste ponto marca 9% de inclinação.

Cabeço do Pião à vista.

Passagem na ponte sobre o rio Zêzere.

*****

Alto do Cabeço do Pião, avista-se a Serra da Estrela, a vila de Paul e o rio Zêzere em baixo.

Passagem por Lavacolhos .

Neste local, ao lado direito fica o Casteleijo.

Passagem pela cidade do Fundão.

Aldeia do Barco, mas o Nuno vai de bici.

Vales do Rio.

Tortosendo, restavam agora poucos quilómetros para o banho quente e o merecido almoço.
Obrigado a todos mais uma vez, por esta manhã mágnifica, de convívio, e de desporto.
A geometria e as medidas da bicicleta são determinantes para a optimização do desempenho desportivo e competitivo do ciclista. A escolha da bicicleta óptima para o ciclista é feita tendo consciência de que é a máquina que se deve ajustar ao homem, e não o contrário.
A medida mais importante do ciclista é a ALTURA DE ENTRE-PERNAS (inseam length ou crotch to floor distance). Para a determinar, o ciclista deve estar encostado a uma parede, com calções (lycra) e sapatos de ciclismo (ou BTT - cross-country), e os pés afastados 15 a 17,5 cm (Foto). Encostar um esquadro ou um livro às virilhas do ciclista e à parede. Permitir que saia da posição de medição, mas sem deslocar o esquadro ou o livro da parede. Medir, na vertical, a distância (em centímetros) entre o topo do livro (ou do esquadro) e o chão.
A altura do entre-pernas está directamente relacionada com a altura do selim, assim, por exemplo quem tiver uma altura de entre-pernas de 80 cm deverá ter o selim a uma altura de 70,8 cm.
Exemplo; 80 cm do entre-pernas X 0885 = 70,8 cm de altura do selim.
A altura do selim é medida do centro do eixo pedaleiro à superfície do selim.
A ALTURA TOTAL, ou estatura, é também necessária, para caracterizar os ciclistas em relação à proporcionalidade entre o tronco e os membros inferiores. Para tal, dividir a altura total do ciclista pela sua altura de entre-pernas. Se o resultado for superior a 2,2 o ciclista é do tipo ' tronco longo '; se for inferior a 2,0 é do tipo ' tronco curto '; entre 2,0 e 2,2 é do tipo ' tronco proporcional '.
Continuarei com mais informações úteis.
Amanhã, dentro das medidas possíveis, a saída é às 8h 15m do Refugio e 8h 30m do Períferia.

Ontem, e depois de uma longa conferência, ficou deliberado entre outros assuntos, a volta para Sábado dia 6. Vamos pedalar por, Tortosendo, Paul, Ourondo, Cabeço do Pião, Silvares, Lavacolhos, Castelejo, Fundão, Telhado, Barco, Peso, Dominguiso e Covilhã, totalizando 92km.
Saída do Refugio às 8h 15m e do Periferia às 8h 30m.

Penamacor é uma vila portuguesa no Distrito de Castelo Branco, região Centro e subregião da Beira Interior Sul, com cerca de 1 700 habitantes.
É sede de um município com 555,52 km² de área e 6 658 habitantes (2001), subdividido em 12 freguesias. O município é limitado a norte pelo município do Sabugal, a leste pela Espanha, a sul por Idanha-a-Nova e a oeste pelo Fundão.
A vila situa-se a uma altitude média de 550 m, e a 42 km de Covilhã.
Hoje pelas 12 horas, uma rapidinha como se costuma dizer, visita a esta vila, aproveitando as duas horas do almoço e o bom tempo que se fazia sentir, contrariando todas as previsões meteorológicas, pois esteve uma manhã e tarde impecáveis,,,chuva nem a vi, pelo contrário, algum sol e temperaturas bem agradáveis. O amigo Simões ainda foi ao meu encontro perto da Capinha.

Esta era a previsão para hoje,,,
...o meu pai ontem disse-me,,,amanhã não chove !!!
E não choveu !
...e ele não tem nenhum ,,,
Anemômetro, para medir a direção e a intensidade do vento.
Pluviômetro para medir a precipitação de chuvas..
Diamômetro que registra as ondas eletrônicas emitidas pelos raios solares..
Termômetro de máxima e mínima que mede a temperatura do ar
Psicrômetro, que mede temperatura do ar seco ..
Termógrofo, que mede a temperatura do ar..
Higrógrafo, que mede a humidade relativa do ar ..
Heliógrafo, que mede a insolação..
Etc. etc. etc. etc....
...tem lá uns capoeiros de galinhas !!!

Hoje recordamos um grande amigo do ciclismo, não pedalava connosco, mas fazia muito para que todos pedalassem muito e melhor. Manuel Paínço, nasceu a 1 de Setembro de 1936 e faleceu a 30 de Março de 2002 num acidente no eixo TCT, Covilhã. Empresário de confecções, malhas e artesanato, era um dedicado de alma e coração ao que fazia, uma caracteristica do amigo Paínço, é que era capaz de tudo, do 8 e do 80.
Era também um grande impulsionador de eventos, entre muitos, um grande passeio cicloturístico a Nossa Senhora em Lurdes, França. Era ensaiador das Marchas Populares, obtendo vários primeiros lugares. Organizava e fazia o presépio na Câmara Municipal da Covilhã, e seria muito mais se o seu coração o deixasse concluir muito mais propósitos.

Manuel Paínço e seu genro José Carlos, foto num cicloturismo.

Sr. Paínço nas Caldas da Rainha com o meu filho João, também num cicloturismo.

Termino com uma foto de grande sensibilidade, dois grandes amigos que já partiram.
(Amanhã há ciclismo, saída do Refugio às 12 horas.)

Hoje recordamos aqui o Sr Rui Almeida, o Sr Rui como todos lhe chamávamos. O que foi nosso e grande amigo Rui Almeida, nasceu a 21 de Janeiro de 1946 e vem a falecer a 5 de Julho de 2004, em circunstâncias que ainda hoje estão por apurar, quando seguia na sua bicicleta junto à Ponte Pedrinha, próximo da cidade da Covilhã. Tinha três filhos e era natural de Peraboa, povoação que fica a 16 quilómetros da Covilhã. Pessoa de grande talento e de um enorme coração, homem que se sentia bem, em paz e realizado quando rodeado pelos amigos. Foi voluntário para Força Aérea, onde cumpriu duas Comissões na Guiné como Tenente, foi posteriormente funcionário do Banco Espirito Santo em Lisboa, pedindo tranferência para a Covilhã, local de trabalho até à sua reforma.
O nome e pessoa do Sr Rui, é lembrado muitas vezes nas estradas onde pedalou na nossa companhia, por vezes sentimos saudades dos seus sprints, da sua risada, da proteção e segurança que nos tranmitia.
Foi, é e continuará a ser o nosso amigo " Sr Rui "

Da esquerda para a direita; Sr. Rui, Fernando Girão, José Alberto, José Carlos e Manuel Paínço que também já faleceu.

Foto de um cicloturismo entre Caldas e Oliva de la Frontera.
(27 de Abril de 1996)
Em cima, António Simões, José Alberto, José Carlos, eu Cavaca e o Sr. Rui.
Em baixo o Manuel Paínço e meu filho João.
Certamente, colegas amigos e familiares, terão algo a acrescentar sobre este que foi um grande amigo e companheiro.
" Sr Rui " ao nosso lado para sempre.

Cavaca, Paulo Cruz, Nuno Marques e Palmeirão ás 9 horas marcaram presença na Sra do Carmo para a nossa recém famosa volta das Inguias. Pedalamos por Orjais, Gonçalo, Seixo Amarelo, Alto Famalicão, Famalicão (centro), Valhelhas, V. Formoso, Orjais e Covilhã.

A agradável e digna de menção, estrada de Seixo Amarelo.

Fica esta amostra de subida, e Nuno fez o teste, ainda bem que foi ele,,,é uma nova estrada em Famalicão, pendente a rondar os 20% e a fazer lembrar a Ramela.

Já no regresso, uma virgem estrada para nós, a estrada de Famalicão para valhelhas, muito agradável, "a descer".
Um resto de bom Domingo para todos, e grato pela vossa companhia neste fim de semana.
O tempo
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