
Perde o mérito de obedecer quem sabe do motivo...
Compareceram para uma voltinha na companhia do nosso amigo Gabriel e essencial condimento e rei da festa desta manhã,,, o amigo Fernando Mendes, Ilidio Soares, Fernando Caetano, José Cavaca, Pedro Soares, e o nosso amigo António Silva. Mais tarde juntaram-se ainda Fernando Santos e José Carlos.
Apenas posso dizer que esteve uma manhã 5 estrelas para um percuso em harmonia.

A nossa volta começava assim...

Expulsai o natural e ele voltará a galope!
Sempre gostei desta frase, e eis que o nosso amigo esteve de novo na nossa companhia.
Mas, já estamos de novo à tua espera! Desejamos-te boa e muita sorte.

A tua ausência causa-nos alguma tristeza, mas relembrar as alegrias que provocas quando tomas "café",,, ninguém te acompanha!

O nosso Fernando Caetano, mesmo muito doente, quis compartilhar estes momentos, diz ele que são a razão destas amizades, "Gostei". Desejamos-te as rapidas melhoras.

Outro Fernando, este é o Mendes, e deslocou-se de Caria para conviver pedalando uns bons momentos na nossa companhia.

O amigo Pedro Santos, também se juntou à festa.

O amigo Ilidio Soares começa a ser um efectivo companheiro.

O nosso experiente, conselheiro e calmo António Silva, também não podia faltar.

Passagem na minha terra Natal, a cidade do Fundão.

Subida da gardunha.

Mesmo longe dos treinos, o nosso amigo Gabriel não descolava.

E a nossa chegada era assim...
MARCAMOS NOVAMENTE PRESENÇA
QUARTA FEIRA ÀS 8H 30M NOS ARCOS.

Sem receio ao frio, e desejosos para pedalar por terras como Orca, Proença-a-Velha, Idanha-a-Nova, e Idanha-a-Velha, possuidoras de um vasto património e de incalculável valor arqueológico,,, eu o José Cavaca, o nosso lesionado Guilhermino Pais, e o trepador David Fernandes.
Percurso: Covilhã, Fundão, Vale de Prazeres, Orca, Proença-a-Velha, Idanha-a-Nova, Alcafozes, Idanha-a-Velha, Medelim, Aldeia de João Pires, Penamacor, Capinha, Peroviseu e Covilhã, totalizando mais 145km de ciclismo bem divertido. Perto da Capinha, já de regresso, o amigo Zé Carlos foi ao nosso encontro.

Saímos da covilhã com zero graus, mas depressa os envergonhamos.

Este é o nosso Guilhermino, hoje doeram-lhe os joelhos!!! mas foi só hoje.

Do alto da Gardunha, uma vez mais não resisti em registar a nossa Cova da Beira.

Descia-se agora a Gardunha no sentido de Vale de Prazeres e Orca.

Passagem na aldeia da Orca.
Há evidências arqueológicas que habitantes do Mesolitico pecorreram esta região entre 8000/7000 AC. No entanto desconhecemos se essa presença era permanente ou meramente temporária. Hoje nós, foi só de passagem.

Esta é a boa estrada entre Proença-a-Velha e Idanha-a-Nova.

A nossa entrada na grande e bonita Vila de Idanha-a-Nova.

Vila sede de concelho, composto por 17 freguesias, é o segundo maior concelho do país, em termos geográficos.
As suas origens históricas não se conhecem com precisão, mas pensa-se que a construção do Castelo, em 1187, por Gualdim Paes, mestre da Ordem do Templo, constitui um marco importante. Em 1206, D. Sancho I, atribui-lha o título de vila e para a distinguir da antiga Idanha-a-Velha (Egiptânia), denominou-a de Idanha-a-Nova.

Do alto da Vila de Idanha, obtem-se uma bonita panorâmica da Senhora da Graça.

E aqui na Sra da Graça começava a subida mais penosa do dia.

Subida durinha que terminava aqui em Alcafozes.
Pouca gente sabe, mas aqui existe a ermida Santuário da Senhora do Loreto, a Padroeira Universal da Aviação, venerada numa importante festa religiosa e popular que decorre anualmente, no primeiro fim-de-semana do mês de Setembro, em cujas cerimónias religiosas se fazem representar as companhias de aviação civil e a aviação militar do País.

Agora rolava-se com vento de frente rumo a Idanha-a-Velha.

Ao fundo é visivel o monte de Monsanto, e aqui em baixo a nossa Idanha-a-Velha, pequena aldeia de ambiente pitoresco, pelo notável conjunto de ruínas que conserva. ocupa um lugar de realce no contexto das estações arqueológicas do País. Ergue-se no espaço onde outrora existiu uma cidade de fundação romana (séc. I a.C.), inserida no território da Civitas Igaeditanorum, tendo sido, mais tarde, município romano. Uma inscrição datada do ano 16 a.C., onde consta que Quintus lallius, cidadão da Emerita Augusta (Mérida) "deu de boa vontade um relógio de sol aos Igeditanos", testemunha a existência no núcleo urbano nesse momento cronológico. Em 105, a povoação aparece referida numa inscrição da monumental ponte de Alcântara - importante obra de engenharia romana - como um dos municípios que contribuíram para a sua construção. Diversos vestígios evidenciam, ainda hoje, essa permanência civilizacional: entre outros, o podium de um templo no qual assenta a Torre dos Templários; a Porta Norte e respectiva muralha; um conjunto excepcional de lápides funerárias e variado espólio disperso.
Meus amigos, sobre esta aldeia ficaria aqui toda a tarde a escrever.

Seguiu-se Medelim, é designada como a Aldeia dos Balcões. Ao todo a aldeia de Medelim tem mais de 200 balcões.

Já na Aldeia de João Pires, esta fica situada a 9 kms a sul de Penamacor, sede de concelho.
Circundam-na as freguesias de Aldeia do Bispo (2 kms), Aranhas (3 kms), Salvador (6 kms) e Medelim (7 kms - Idanha-a-Nova), freguesias que percorremos muitas vezes durante o ano.
O topónimo da freguesia atribui-se, segundo a lenda ao facto de um homem abastado, nesta terra, de nome João Pires, residente em Monsanto (ou no Alentejo) ter sido assassinado pelos habitantes da povoação (Aldeia de João Pires).

E Penamacor, ponto quase obrigatório de passagem pela sua posição geográfica.
O povoamento é muito antigo. A arqueologia dá-nos conta de habitats humanos que remontam ao Neolítico, mas é a partir do final da 2ª Idade do Ferro que a história deste território se começa a escrever. Quando os romanos chegam, encontram forte resistência por parte das tribos lusitanas que aqui habitam, que se opõem tenazmente às poderosas e bem equipadas legiões imperiais durante cerca de um século.

Já com a presença do amigo Zé Carlos, pedalava-se agora rumo a casa.

Ultima subida do dia, e a Covilhã era já ali.
Para trás ficou mais uma histórica volta por terras e aldeias históricas.
AMANHÃ HÁ MAIS CICLISMO.
SAÍDA DA SRA DO CARMO ÀS 9 HORAS RUMO AOS ARCOS.
DOS ARCOS SAÍMOS ÀS 9H 30M RUMO AO FUNDÃO (café).

(Perfil da volta)

(Mapa da volta)

(Arquivo) Passagem na Sra da Graça em Outubro de 2010.
VAMOS SAÍR DOS ARCOS ÀS 8 HORAS.
As primeiras bicicletas...

Algo diferentes das de agora.
Entre 1890 e 1900 nasceram grandes provas, que ao longo dos anos se tornaram clássicos, alguns ainda existem hoje como o Liege-Bastogne-Liege.
Em 1893 foi feito o primeiro Campeonato Mundial, com provas de sprints e meio fundo, exclusivamente para os corredores amadores do mundo.

Fizeram parte desta já mítica volta, o nosso amigo Pedro Santos que hoje se estreou nas nossas longas voltas, o amigalhaço Tiago Abrantes que está em pleno nas participações, o amigalhão Sérgio Gomes que veio prepositadamente de Caria a nosso encontro, e eu o Cavaca. Mais tarde, no Terreiro das Bruxas juntou-se o super Bruno Fernandes, e na Benquerença o amigo Zé Carlos.
Percurso: Covilhã, Sra do Carmo, Caria, Santo Amaro, Quarta Feira, Águas Belas, Espinhal, Sabugal, Sra da Povoa, Benquerença, Escarigo, Capinha e Covilhã, TOTALIZANDO 110KM DE LUXO.
Apenas vos digo,,, esteve uma manhã fabulosa para o ciclismo!!!

Algum frio matinal, deixa foto algo tremida... mas a coisa aqueceu!

Mais que a subida de Quarta Feira, a estreia de Pedro Santos ainda foi mais marcante.
Parabéns amigo pela excelente forma física, resta agora aprenderes a dosificar o esforço.

O nosso amigo Pedro interpretava o diário da volta ,,, Sérgio deu uma ajuda!!!

Convictos que era por aqui, sapatos nos pedais e toca a subir!

E eis a famosa aldeia de curioso nome... Quarta Feira.
Pouco consegui descobrir sobre esta aldeia, mas é curioso o pouco que vi...
QUARTA
Quente, Única, Amiga, Rica,Tamanha, Admirável
FEIRA
Farta, Ecológica, Inigualável, Risonha , Acolhedora
Ser Quartafeirense é antes de mais ser descendente de gente que aqui viveu há centenas ou milhares de anos, com mais ou menos dificuldades, resultantes do espaço geográfico em que esta aldeia se insere, no meio de grandes montanhas e com enormes problemas de mobilidade até a estrada ser construída .

Para compensar a placa em decomposição à entrada da Freguesia, colocaram esta à saída.

E aqui à saída da aldeia, o nosso aquecimento forçado,,, 14% de inclinação.

A meio da encosta parei como que por impulso,,, Quarta Feira ficava lá ao fundo.

Seguiu-se a não menos bela aldeia de Águas Belas, há mais de 20 anos que por aqui pedalo.
Fica situada numa campina e tem por vizinhas as freguesias de Caldeirinhas (5,5 Km), Dirão da Rua (3 Km), Urgueira (3 Km), Quintas de S. Bartolomeu (7 Km),Vila do Touro (12 Km), Lomba (4 Km) e Sobreira (2 Km).
A origem de Águas Belas é muito remota. Por alguns vestígios arqueológicos e outros achados, pensa-se que esta freguesia será mesmo anterior ao séc. XII.

Passagem na nossa tão bem conhecida cidade do Sabugal.

Pouco depois, a companhia do nosso "Cavalheiro Bruno Fernandes" e grande ciclista.
É dotado de todo o tipo de treinos para acompanhar todo o tipo de ciclistas... há poucos!

Com a passagem nos Três Povos, a nossa volta de Quarta, por Quarta, estava a finalizar.

Cidade da Covilhã à vista. Concuída mais uma magnífica etapa deste mês.
Sábado é à Sra da Graça.
A saída é dos Arcos às 8 horas!
Quarta, vamos a Quarta Feira.

(Perfil da volta de Quarta Feira))
Percurso: Covilhã, Sra do Carmo, Caria, Santo Amaro, Quarta Feira, Águas Belas, Espinhal, Sabugal, Sra da Povoa, Benquerença, Escarigo, Capinha e Covilhã.
Saída do Refúgio às 8h 30m.
Sábado vamos à Sra da Graça.

(Perfil)
Percurso: Covilhã, Fundão, Vale Prazeres, Orca, São Miguel Acha, Proença-a-Velha, Idanha a Nova, Sra da Graça, Barragem Marechal Carmona, Alcafozes, Idanha a Velha, Medelim, Bemposta, Águas, Penamacor, Capinha e Covilhã.
Saída dos Arcos às 8 horas.